Se começa pela letra "P" e em seguida tem um "O" só pode ser o mesmo país. Segundo a CIA, Portugal fica no território da Polónia (quase!).
Os conhecimentos de geografia americana são já famosos (relembro que para Sarah Palin, "África" era um país) e aqui fica mais um exemplo de como os americanos se confundem com a Geografia mundial.
Com a instabilidade económica mundial (num sentido mais lato também poderemos falar nalguma tensão política e social) é difícil fazer previsões para 2050.
No entanto, o U.S. Census Bureau publicou algumas previsões, nomeadamente demográficas e sociodemográficas.
Assim, conclui-se que possivelmente em 2050, a Índia será o país mais populoso do mundo, seguindo-se a China e, na terceira posição, os Estados Unidos (posição que já ocupa).
Espera-se que a Rússia tenha um declínio populacional na ordem dos 21%, dos 139 milhões de habitantes para 109 milhões, fruto do decréscimo da natalidade, bem como da esperança média de vida (62 anos nos homens) .
Por outro lado, Nigéria e Etiópia terão o mais aumento populacional, esperando-se um aumento na ordem dos 30% no último país.
A estratégia online da campanha de Barack Obama, nas eleições de 2008 (sim, já se passaram 3 anos!) é, sem dúvida, uma referência no que se refere ao uso da nova web como canal/forma de comunicação política.
Barack Obama já demonstrou o seu desejo em renovar a aposta no online, tendo anunciado que começará a escrever alguns tweets da sua conta @barackobama.
Ora, se a maioria de nós, enquantos Relações Públicas/ Profissionais da área da Comunicação achará isso fascinante, já que todos sabemos que os políticos nem os seus discursos costumam escrever, o que dirá o comum cidadão?
Será chamar ingénuo a alguém, dos mais de 8 milhões de seguidores da conta, que tenha acreditado que até agora era o seu Presidente (ou anteriormente candidato), que ali estaria a escrever? Sublinho que muitos dos tweets eram escritos na primeira pessoa.
Aproveito esta ocasião para recuperar um post em que se discute o mesmo assunto: as expectativas que se criam em relação a seguirmos uma marca que também é pessoa.
Li este artigo na Time e não queria acreditar nas conclusões que tirei.
Segundo este artigo, existem muitas empresas, nomeadamente a Sony-Ericsson, que se recusam a empregar desempregados.
São os desempregados menos competentes?! Quando será "o fim" do desemprego se todos pensarem assim?
do métier
o que é nacional é bom
directórios
torre do tombo
lá por fora
David Brain's Sixty Second View
bibliotecas
movimentações
fora da caixa