Quinta-feira, 13 de Fevereiro de 2014

dia mundial do media mais apaixonante

13 de Fevereiro. O dia designado pela UNESCO como Dia Mundial da Rádio.

Não me canso de dizer. A rádio é para mim o media mais apaixonante. Aquele que mais gosto de interagir enquanto audiência. Aquele que sempre pensei "gostava de trabalhar lá", mas nunca aconteceu. Gosto. Ponto. E em vez de aqui escrever um testamento deixo convite para reverem tudo o que aqui já foi escrito sobre Rádio.

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publicado por Rodrigo Saraiva às 15:56
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Sexta-feira, 10 de Maio de 2013

o homem da rádio em TIP Talk

Ontem tive a felicidade de assistir a uma TIP Talk, conferência organizada pela Marketeer.

 

Embora qualquer formato fique sempre dependente do(s) orador(es), este é daqueles que ajuda a bons momentos de partilha. E a juntar a este modelo, a escolha de um espaço agradável e um orador e um moderador/entrevistador que estavam descontraídos e cumpriram muito bem o seu papel. Ou seja, o resultado final foi sucesso.

 

Já aqui referi várias vezes neste poleiro que a Rádio é o media que mais gosto, o mais apaixonante, e também aqui expressei a minha opinião sobre o Pedro Ribeiro, pelo que foi com especial agrado que assisti, com especial atenção, a esta TIP Talk.

 

A certa altura anotei duas perguntas que queria colocar ao Pedro. Dois assuntos que abordei neste post. A primeira sobre a importância dos anunciantes / marcas neste crescimento da Comercial e a fórmula por eles pensada para envolver e respeitar as marcas. A segunda era mais para obter a confirmação da minha ideia, aqui expressa, de que o Pedro teria o desejo secreto de ter o Governo Sombra na Comercial.

 

Acabei por não colocar ou partilhar estas questões. Não por falta de vergonha, mas simplesmente porque a TIP Talk fluiu de uma forma frontal e aberta que o Pedro acabou por abordar estes temas e lá ficou claro para todos que se ele pudesse teria ido buscar o Governo Sombra, bem como o respeito que tem pelas marcas.

 

Para concluir, os Parabéns à Marketeer por mais esta organização e o obrigado pela oportunidade de ter estado a ouvir o homem da rádio.

 

publicado por Rodrigo Saraiva às 16:25
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Terça-feira, 30 de Outubro de 2012

"We interrupt our program..."

 

A 30 de Outubro de 1938, em vésperas de Halloween, foi para o ar o mais famoso programa de rádio de sempre, protagonizado por Orson Welles, que reproduziu a célebre obra “A Guerra dos Mundos” (1898), de H.G Wells, simulando uma invasão de extraterrestres em Nova Jersey, com falsos boletins noticiosos em que as pessoas iam relatando os extraordinários acontecimentos que estavam a acontecer em solo americano.

 

Este drama radiofónico de uma hora fez parte de uma série de programas chamada The Mercury Theatre on the Air, criada por Orson Wells e emitida semanalmente de Nova Iorque pela CBS, na qual eram apresentadas obras clássicas da literatura.

 

O programa de “A Guerra dos Mundos” ficou para a história não tanto pelo seu conteúdo, mas pelas reacções que provocou aos seus ouvintes, já que muitos acreditaram tratar-se de acontecimentos verídicos.

 

Uma das razões que ajudou a alimentar a histeria e o pânico de algumas pessoas foi não se terem apercebido que o programa era uma ficção. Isto deve-se em parte ao facto de muitos ouvintes terem começado a ouvir o programa já ele decorria, não apanhando deste modo o aviso do início em que deixa expresso que o que iriam ouvir era ficcional.

 

Sabe-se que houve algumas pessoas, sobretudo na costa Leste e no Canadá, que terão entrado em pânico, no entanto, talvez sejam demasiado exagerados alguns relatos que o tempo ajudou a transformar em mito.

 

 

Seja como for, no dia seguinte, o próprio New York Times fez manchete e o assunto foi tema noticioso durante algum tempo, tendo chegado ao Congresso e motivado um debate na sociedade sobre as fronteiras da liberdade de entertenimento na rádio.

 

Um dos pormenores deliciosos desta história, e que já deixava antever a genialidade de Orson Welles, tem a ver com o modo de como conseguiu potenciar os picos de audiência a seu favor.

 

Numa altura em que a rádio vivia momentos dourados, Welles sabia que na mesma altura em que a série The Mercury Theatre on The Air ia para o ar, os primeiros quinze minutos tinham a concorrência feroz de um programa cómico da NBC, então líder de audiências.

 

Mas Orson Welles sabia também que os ouvintes deste último programa, por norma, mudavam de estação a partir do minuto 15, quando o apresentador era substituído por um cantor. E é neste preciso momento que Welles faz coincidir no seu drama um dos boletins noticiosos a descrever os marcianos a sair das naves.

 

Segundo os dados que o PiaR encontrou estima-se que naquela noite entre um a dois milhões de ouvintes terão feito "zapping" entre a NBC e a CBS.

 

Ora, no momento em que os ouvintes da NBC passam para a CBS são confrontados com "notícias" e "relatos" em tom dramático, sem que haja qualquer aviso de que o que está a passar é uma encenação. Aliás, esses avisos só surgiram no início e já mais para o final do programa. 

 

Após uma introdução de Orson Welles, citando a obra de H. G. Wells, o enredo radiofónico começa propriamente dito ao minuto 3'35 quando foi proferida uma frase que ficaria para a história da comunicação: “We interrupt our program...” A partir daí foi dar largas à imaginação.

publicado por Alexandre Guerra às 20:30
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Sexta-feira, 3 de Agosto de 2012

a mais ouvida ...

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publicado por Rodrigo Saraiva às 23:31
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Segunda-feira, 23 de Julho de 2012

o homem da rádio

Foi recentemente tornado público, através do Bareme Imprensa, que pela primeira vez a rádio líder de audiências está fora do grupo Renascença (R/Com). E este foi um feito da Rádio Comercial.

 

Acho que ninguém se dirá surpreendido. Nos últimos tempos o produto estava (cada vez) melhor, com natural destaque para as Manhãs, onde passo a passo foram sendo adicionados ingredientes que acrescentaram valor. E como o nome da Rádio diz, a estação estava mais comercial. Não numa perspectiva da música que passa, mas na forma como se ajusta aos anunciantes, integrando-os.  Ou na forma como vivem as parcerias, levando-as para além do mero acordo comercial.

 

É certo que tudo isto é fruto de uma equipa, do seu trabalho afinado, daquela cujas vozes conhecemos e da outra que fica atrás do microfone. Mas nada se alcança sem liderança. E na Comercial a liderança tem cara. Pedro Ribeiro é um homem dos media, em especial da rádio. O Pedro é já uma certeza do panorama dos media em Portugal. Tal como há uns bons anos atrás existiu Emídio Rangel que lançou a TSF e depois a SIC, na actualidade o nome de sucesso é (já era, mas agora confirma-se) Pedro Ribeiro. E o Pedro para além de gestor e criador é também um bom comunicador.

 

A fasquia está elevada mas, como se pode ler nesta entrevista recente do Pedro Ribeiro (vale a pena ler na íntegra), na Comercial os pés estão bem assentes na terra. Trabalharam para atingir a liderança, sabiam que a iam atingir e já trabalham no futuro.

 

Olho para a programação das rádios e pergunto-me: que programa haverá que o Pedro Ribeiro ouça e pense “raios, porque não fui eu a fazê-lo”? Embora à primeira pareça que não é um programa para a Rádio Comercial, não tenho dúvidas em afirmar que o Pedro Ribeiro se pudesse levaria o genial “Governo Sombra” para a sua Rádio. Ficaria ainda mais líder.

 

Eu cá fico a aguardar os próximos ingredientes a serem adicionados.

 

Já o afirmei várias vezes e não me canso de repetir: a rádio é o media mais apaixonante. E quando se ouve a Comercial sente-se que eles têm muita paixão no que fazem.

 

publicado por Rodrigo Saraiva às 19:54
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Segunda-feira, 5 de Março de 2012

a paixão da rádio

Como já aqui tinha dito, a rádio é o media mais apaixonante. E como em tudo na vida temos que ter as nossas referências. Com todos os defeitos e virtudes, a TSF é a minha referência em rádio.

 

Em época de festejo do seu 24º aniversário recordo o post que escrevi no âmbito da série "as siglas da minha vida".

 

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publicado por Rodrigo Saraiva às 15:13
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Segunda-feira, 13 de Fevereiro de 2012

rádio

hoje comemora-se o primeiro Dia Mundial da Rádio. Sem dúvida o media mais apaixonante.

 

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publicado por Rodrigo Saraiva às 10:12
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Quarta-feira, 22 de Outubro de 2008

um "não titulo"

Esta noticia da Meios, relativa às audiências das rádios portuguesas, tem tanto por onde pegar e foram logo realçar algo que não aparenta ser difícil ;)

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publicado por Rodrigo Saraiva às 08:23
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Quarta-feira, 17 de Setembro de 2008

Notas matinais

Após a leitura matinal da Meios e da Briefing, algumas noticias merecem destaque e / ou comentário.

 

Na RCP ainda há quem tenha esperança. Na Capital (o jornal, pois claro) também houve.

 

Boa iniciativa do Parlamento Europeu, a seguir com atenção aqui.

 

The Wall Street Journal rendeu-se às evidências da Social Media. Não há como ignorar esta realidade (ou será virtualidade?).

publicado por Rodrigo Saraiva às 10:42
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