Segunda-feira, 19 de Agosto de 2013

depois da Judite, vamos ao Lorenzo. E à comunicação.

A Virgínia aqui e o Alexandre aqui já falaram sobre a Judite. Mas o PiaR, tendo o âmbito que tem, não pode deixar de falar do Lorenzo. Tendo em conta que fazer uma festa milionária e trazer a Pamela são ingredientes bastante suficientes para conseguir mediatismo e agora até com direito a directo num telejornal em prime time, não posso deixar de confessar que já me questionei se o jovem Lorenzo não teria contratado uma agência de comunicação. Ou se terá alguém a trabalhar directamente consigo. Mas depois de ver a sua prestação junto de Judite, caso tenha algum profissional a trabalhar com ele, é notório que é alguém com bons skills de assessoria mediática, mas fraquinho como consultor de comunicação.

publicado por Rodrigo Saraiva às 10:32
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Domingo, 18 de Agosto de 2013

Só lhe ficou bem

Ainda ontem a Virgínia lhe fez um reparo pertinente, juntamente com outras pessoas que se fizeram ouvir este fim-de-semana por causa da forma desastrosa como foi conduzida a entrevista a Lorenzo Carvalho. Sensível às vozes discordantes, Judite de Sousa, num gesto raro no jornalismo português, assumiu em directo, no espaço de comentário de Marcelo Rebelo de Sousa, o momento infeliz que protagonizou no Jornal das 8 da passada Sexta-feira.

 

Teve ainda a humildade de ouvir o "sermão" do professor Marcelo e de assumir que foi uma "sexta-feira" negra na sua carreira de jornalista. Uma atitude redentora que só lhe ficou bem.

 

publicado por Alexandre Guerra às 20:59
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Sábado, 17 de Agosto de 2013

Judite, a impertinente

Fiquei incrédula com a entrevista (nada isenta nem profissional) de Judite de Sousa a Lorenzo Carvalho, milionário brasileiro, de 22 anos, a residir em Portugal.

 

O "Jornal das 8" é movido pelas vontades e caprichos da jornalista e, muitas vezes, apreciámos a sua sinceridade e capacidade de confrontar os mais diversos convidados com vários factos (ou opiniões). Num jornalismo tão "bege" ou "cor-de-rosa",que se faz em Portugal, a capacidade de colocar "o preto no branco" é muitas vezes é bem-vinda. Numa grande parte das vezes essa sinceridade chega a ser arrogância e má educação, como aconteceu aqui.

 

Na entrevista, que mais me pareceu uma consulta de psicólogo, Judite de Sousa parecia que queria que o seu entrevistado admitisse que era fútil, pelas suas extravagâncias, como a festa de aniversário onde gastou 300 mil euros. Ora há algo que não entendo... é brasileiro, vem para Portugal, contribui para organizações sem fins lucrativos, cria postos de trabalhos, faz uma festa de 300mil euros que se traduz em entrada de dinheiro no país... o que me interessa a sua futilidade?! Foi com dinheiro roubado ao governo português?!

 

 

E o que a senhora Judite faz pelo nosso país que a faça ser detentora de tal moral?

 

De recordar que, em 2012, Judite de Sousa tinha um salário de 27mil euros, cerca de 50 vezes superior ao salário mínimo nacional, que tanta gente ganha. Cara Judite, nunca lhe perguntei o que faz pelo país mas pelo seu discurso presumo que fique com 1000 euros, o suficiente para ter uma vida não fútil, e dê o resto.

 

publicado por Virginia Coutinho às 12:15
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