To 'wag the dog' means to purposely divert attention from what would otherwise be of greater importance, to something else of lesser significance. By doing so, the lesser-significant event is catapulted into the limelight, drowning proper attention to what was originally the more important issue. The expression comes from the saying that 'a dog is smarter than its tail', but if the tail were smarter, then the tail would 'wag the dog'.
O filme que a imagem retrata é, para mim, um “obrigatório” para quem trabalha em comunicação (política ou não). Adaptado da obra homónima de David Mamet, "Manobras na Casa Branca" (“Wag the Dog” no original), conta a história de, a menos de duas semanas das eleições, um escândalo que ameaça a candidatura do presidente a um segundo mandato. Mas antes do escândalo poder causar danos irreversíveis, um misterioso homem é chamado à Casa Branca para resolver o problema.
Conrad Brean (Robert DeNiro) tem como profissão manipular a imprensa e, através dela, o povo americano. Brean consegue desviar as atenções do escândalo do presidente para uma história mais importante: uma guerra. Com a ajuda de Stanley Motss (Dustin Hoffman), um famoso produtor de Hollywood, e da sua equipa, Brean reúne uma equipa de crise única, que vai orquestrar um conflito global diferente de todos os que já se viram na CNN.
A que propósito me lembrei deste filme? Nem sei. Mas desde que a história das praxes começou (não negando a importância de um debate sobre as mesmas), não tenho ouvido críticas contundentes ao Ministro da Educação…
A televisão por cabo e a Internet, enquanto plataformas de comunicação de massas ou de nichos, estão cada vez melhores e com mais qualidade. No fundo, está a verificar-se uma adaptação aos novos paradigmas do mercado, em que se começam a delinear estratégias de comunicação e de marketing com o objectivo de direccionar determinados “produtos” para determinados públicos.
Esta segmentação de “produto” e de público é a principal virtude da “cabo” e dos vários canais na Internet. Aquilo que cada um quer ver é aquilo que cada um vê. É verdade que há plataformas com mais e menos qualidade, mas é inegável que a oferta é variada e contínua.
Para quem é entusiasta de desportos “extreme”, como é o caso do autor destas linhas, tem hoje à sua disposição uma variedade de canais e plataformas on line internacionais, nas quais encontrará todo o tipo de vídeos e filmes profissionais, abordando modalidades como BTT (cross country, enduro, downhill), BMX, surf, skate, snowboard, entre muitas outras. É todo um mundo que faz as delícias de quem gosta de praticar e ver modalidades que vão para além dos desportos “mainstream”.
Infelizmente, neste campo, a produção nacional ainda é escassa, quando comparada com aquilo que se faz nos Estados Unidos e nalguns países europeus. É assim de salutar a estreia de Frederico Ramalho, um “rider” de “freeride” e de “downhill”, nas lides da realização de filmes dedicados àquelas modalidades “extreme”. Trata-se de um pequeno vídeo, filmado quase todo na Serra de Sintra, que tem como protagonista um outro “rider”, Francisco Rocha, e que já apresenta uma qualidade muito interessante.
Frederico Ramalho, estudante de marketing e publicidade no IADE, desde há algum tempo que se tem dedicado ao aprofundamento da técnica de filmagem e realização, concretizando agora esse processo, dando o primeiro passo numa área que tem margem para crescer em Portugal, até porque começam a surgir algumas plataformas nacionais a necessitarem de conteúdos mais “extreme”.
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