Segunda-feira, 22 de Outubro de 2012

O luxo chinês

aqui falámos, por diversas vezes, da China. Eu própria sou uma apaixonada pela cultura, crente que este país mudará o panorama mundial dos negócios e da área digital.

 

Li hoje um interessante artigo (apesar das muitas gralhas que lá podem encontrar) sobre o mercado de luxo da China.

 

Alguns dados destacar:

Até 2015, a Ásia terá três milhões de milionários, contra 1,6 milhões em 2010.

A China deverá ter nesse ano (2015) cerca de 1,46 milhões de milionários, concentrando um total de 9,3 mil milhões de dólares em riqueza.

O mercado de luxo chinês estava estimado, em 2011, em 13 mil milhões de euros. 

O consumo de produtos de luxo tem progredido ao ritmo de 27 % ao ano nos últimos cinco anos na zona da Grande China (continente, Hong Kong, Macau e Taiwan).

 

Já anteriormente mencionei e volto a referir, não sei quanto a vocês, mas eu cá já comprei o meu curso de mandarim. 再见.

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publicado por Virginia Coutinho às 09:38
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Segunda-feira, 14 de Maio de 2012

A China enquanto potência online

 

(Artigo de Virgínia Coutinho, originalmente publicado no Mktonline.)


 

A China tem-se afirmado, nas últimas décadas, como uma potência e um dos motores fundamentais da economia global.


Desde as reformas económicas dos finais da década de 70 que o crescimento do país tem sido alucinante. Com um crescimento médio anual de 9,9%, entre 1978 e 2011, que se prevê que passe para 8,6% no período de 2011 a 2015, a China está entre os países com maior e mais rápido crescimento do mundo. O seu PIB representa hoje 13,61% do PIB mundial e a sua população, superior a 1,3 mil milhões de habitantes, corresponde a cerca de 20% da população mundial.


O ano de 1978 foi ainda importante para o empreendedorismo chinês. As reformas económicas de então impulsionaram o empreedendorismo e, hoje, a China tem um dos ambientes empresariais mais competitivos, o que se tem refletido na sua capacidade de inovação. 


É habitual ouvir-se que “a Índia pensa e a China produz”, no entanto, os dados contrariam essa afirmação. Na verdade, a China, cujo investimento em inovação ultrapassa o investimento total da Europa, foi o país que registou, em 2010, o maior número de patentes, muitas das quais na área da tecnologia e do digital. Mais do que uma mera máquina produtora, esta potência tem demonstrado que sabe investir em conhecimento e que a sua posição económica não será temporária!


Estima-se que, em 2045, a China, o maior detentor da dívida norte-americana, seja a maior economia mundial, substituindo os Estados Unidos.

 

publicado por Virginia Coutinho às 19:40
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Segunda-feira, 7 de Novembro de 2011

o Futre é que a sabe toda

60 milhões de chineses viram três golos de Ronaldo e sete do Real Madrid

 

publicado por Rodrigo Saraiva às 15:51
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Domingo, 15 de Maio de 2011

"Made in China"

Não é nenhuma novidade que a China se está a tornar uma das principais potências mundiais. Com uma população de 1.3 biliões de habitantes e um crescimento anual na ordem dos 10%, a China tem-se assumido como o centro de produção mundial.

 

Muito se defendeu a ideia de que a “Índia pensa, China Produz”, mas o número de patentes registadas em 2010 vem refutar esta afirmação, sendo que a China pensa e é uma ameaça real para todas as economias quer sejam de “inovação”, quer sejam de “produção” (leia-se indústria têxtil e de calçado, em Portugal) .

 

Serviu este texto inicial para sucintamente introduzir o estudo da Mckinsey sobre as “TOP 25 áreas urbanas, em 2025”. Com alguma surpresa (ou não), todos os novos nomes para 2025 (em comparação com a lista de 2007) são de cidades chinesas. Prevê-se assim que, em 2025, a China seja detentora de 7 das “top 25 áreas urbanas”. Prevê-se ainda que a Europa tenha apenas 4 cidades listadas, por oposição às actuais 8. O que quererá isto dizer?

 

Não sei quanto a vocês, mas eu cá já comecei a aprender mandarim…

publicado por Virginia Coutinho às 10:47
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Quarta-feira, 15 de Dezembro de 2010

Consultoras de PR jogam as suas peças no tabuleiro do mercado chinês

Nanjing Street, uma das principais avenidas de Xangai 

 

Se há mercado com potencial de crescimento na área das Public Relations, esse mercado é o chinês. Até aqui nada de novo, até porque se está perante uma evidência natural que resulta do crescimento galopante da China. Aliás, o potencial de desenvolvimento na China estende-se a várias áreas.

 

Na arena internacional, a China é considerada hoje um “gigante”, o maior detentor mundial de dívida pública estrangeira, nomeadamente americana. A par do dinamismo económico, assente numa poderosa máquina produtiva e exportadora, a China tem apostado forte noutras áreas, sobretudo ao nível de infra-estruturas ferro e rodoviárias e no âmbito militar, nomeadamente com o investimento massivo na modernização da sua marinha.

 

Obviamente que tudo isto se relaciona e cria uma dinâmica de evolução na sociedade chinesa. Porém, é preciso sublinhar de que se trata de um processo ainda muito inicial.   

 

É certo que existe uma elite forte e poderosa, capaz de gastar 500 a 1000 dólares com a maior das facilidades em qualquer saída à noite. Mas a classe média é ainda uma faixa muito reduzida da população, com pouco poder de compra e sem papel interventivo nos processos de decisão política, económica ou social. Não existe uma consciência colectiva de participação ou de exigência perante as entidades institucionais, empresas ou marcas.

 

A China ainda está num estádio primitivo das Public Relations, onde os decisores políticos, empresários e cidadãos estão alheados da lógica comunicacional, assim como das suas virtudes e potencialidades, e das temáticas que dominam as agendas de qualquer consultora a operar nos mercados e sociedades mais evoluídas.

 

Também as marcas internacionais presentes na China estão ainda na fase de “marcar terreno”, enquanto que os negócios das grandes empresas continuam a ser feitos com interlocutores do “aparelho” ou por contactos directos de empresários estrangeiros com homens de negócios locais.

 

No meio desta lógica, existe ainda pouco espaço para a concretização da prática das Public Relations na sua plenitude, embora existam já sinais claros de ser um sector a ter em conta e com perspectivas de crescimento.

 

publicado por Alexandre Guerra às 08:01
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Segunda-feira, 14 de Dezembro de 2009

Na China sê chinês

Eis o panorama do sector de Public Relations na China via PRWeek.

 

Os destaques são a realidade da internet onde os clones dos principais sites são quem reina, tendo em conta os bloqueios da Great Firewall of China, e a liderança das multinacionais que entraram em força neste mercado, com algumas aquisições a fortalecer este cenário.
 

publicado por Rodrigo Saraiva às 12:09
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