Quinta-feira, 28 de Junho de 2012

lembrará?

Fiquei curioso com este post do Fernando Moreira de Sá. Fiquei mesmo curioso. E não é sobre que país tal se terá passado.

 

publicado por Rodrigo Saraiva às 14:11
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Quinta-feira, 24 de Maio de 2012

da blogosfera e dos media

Alertando que tem "Conteúdo de responsabilidade exclusiva da redacção da Time Out Lisboa. Para o bem e para o mal." e apresentando-se como "O TOL Canal transmite 24 horas por dia com vista privilegiada para a redacção da Time Out Lisboa. Tudo o que se passar deste lado passará por aqui. Prepare-se.", um blog que promete!

 

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publicado por Rodrigo Saraiva às 19:27
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Segunda-feira, 5 de Março de 2012

a paixão da rádio

Como já aqui tinha dito, a rádio é o media mais apaixonante. E como em tudo na vida temos que ter as nossas referências. Com todos os defeitos e virtudes, a TSF é a minha referência em rádio.

 

Em época de festejo do seu 24º aniversário recordo o post que escrevi no âmbito da série "as siglas da minha vida".

 

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publicado por Rodrigo Saraiva às 15:13
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Segunda-feira, 13 de Fevereiro de 2012

rádio

hoje comemora-se o primeiro Dia Mundial da Rádio. Sem dúvida o media mais apaixonante.

 

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publicado por Rodrigo Saraiva às 10:12
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Segunda-feira, 7 de Novembro de 2011

o Futre é que a sabe toda

60 milhões de chineses viram três golos de Ronaldo e sete do Real Madrid

 

publicado por Rodrigo Saraiva às 15:51
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Terça-feira, 30 de Agosto de 2011

em on

 

Custa-me ver / ler generalizações, que é o que o Expresso fez na boca do “em off” da sua última edição do caderno de economia.

 

Mas o que mais me custa é ter noção de que o descrito tem fortes probabilidades de ter sucedido.

 

Estou certo que há quem agradeça o aviso à navegação feito pelo(s) editor(es) do “em off”, mas aproveito para deixar também um aviso à navegação: no referido sector das agências de comunicação, mesmo sendo grande parte do nosso trabalho, já lá vai o tempo em que estas se cingiam a media relations.

 

Já sobre cogumelos, neste sector, tal como na imprensa, o tempo resolve. Apenas a qualidade sobreviverá. É algo em que acredito.

 

 

publicado por Rodrigo Saraiva às 01:38
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Segunda-feira, 22 de Agosto de 2011

Rádio Televisão Portuguesa?

Como seria expectável muito se tem escrito sobre a privatização da RTP. Por isso, não cabe aqui neste texto analisar tal processo, até porque são várias as opiniões sobre a matéria. Algumas, certamente, provenientes de gente bem mais informada do que o autor deste poleiro. Além disso, existe agora por aí um grupo de “iluminados” com a missão de reflectir sobre o futuro da televisão pública portuguesa.

 

Nestas linhas o que se pretende é dissertar um pouco sobre a RTP enquanto veículo de projecção dos interesses nacionais e da língua portuguesa no mundo. Esta deveria ser uma das missões da televisão pública, mas basta ver as confrangedoras RTP África e RTP Internacional para logo se constatar a probreza conceptual daqueles canais.

 

O que não é de estranhar já que os sucessivos Governos têm olhado para a RTP como uma espécie de megafone da sua mensagem político-partidária e como um palco de influências mesquinhas onde se jogam algumas peças do tabuleiro da politiquice doméstica. Quanto ao importante, pouca visão estratégica tem havido.

 

Nos inúmeros debates que ao longo dos anos se têm feito sobre a RTP, o autor destas linhas não se recorda de alguém do poder político ter proposto ou falado sobre a necessidade de criar um modelo para a RTP África ou para a RTP Internacional enquadrado numa lógica de projecção de poder e de defesa dos interesses nacionais.

 

Perante isto, não deixa de ser sintomático que o Governo se mostre mais empenhado em escolher um correspondente para Washington do que em criar uma rede sólida e competente de jornalistas em vários pólos da lusofonia.

 

Com excepção de Angola e Brasil, a RTP praticamente não se faz sentir nos restantes países da lusofonia. De tempos a tempos quando é necessário informar os portugueses daquilo que se passa naquelas paragens, o resultado é quase sempre amador e, por vezes, vergonhoso.

 

Ainda este Domingo à noite, durante o Telejornal da RTP 1, assistia-se a mais um exemplo do desleixo com que a televisão pública trata os temas lusófonos e, em particular, a língua portuguesa.

 

Neste caso, tratou-se de uma peça sobre as eleições presidenciais em Cabo Verde. Com o devido respeito pelas boas intenções da jornalista autóctone, a verdade é que aquela reportagem é reveladora da forma leviana e desinteressada como todos estes assuntos são tratados pela RTP e, em última (ou primeira) instância, pelo Governo.

 

Entre outras coisas, é inadmissível que a peça da RTP passasse as declarações do ainda Presidente Pedro Pires em francês, recorrendo depois à dobragem das mesmas em português. Tudo isto é ainda mais ridículo já que a própria jornalista se encontrava no local, podendo e devendo recolher o som das declarações de Pedro Pires em português.

 

Um pormenor ou um preciosismo deste poleiro, poderá estar o leitor a pensar, porém, é mais do que isso. Situações como esta espelham a ausência total de um paradigma que reflicta na RTP os interesses estratégicos de Portugal no mundo da lusofonia.

 

E mesmo com correspondentes mais activos em Angola e no Brasil, a RTP limita-se a reproduzir peças sem que se veja uma coerência estratégica. Fica-se com a sensação que, de quando em quando, os jornalistas lá enviam qualquer coisa.  

 

Mas no caso de Angola, tudo se torna ainda mais gritante. Muito se fala do “milagre” angolano e das empresas nacionais a operar naquele território, mas quantas vezes o leitor vê nos noticiários da RTP reportagens sobre aquele país?

 

Não pense o leitor que está aqui uma crítica implícita aos dois correspondentes naqueles países. Nada disso, porque o problema começa precisamente em Lisboa.

 

Os sucessivos Governos nacionais nem sequer têm demonstrado qualquer tipo de maquiavelismo na utilização da RTP como “arma” político-diplomática, económica ou cultural para influenciar ou defender interesses nacionais em palcos lusófonos.

 

Neste capítulo, o Governo britânico, para o bem e para o mal, não se tem inibido de utilizar a BBC em diferentes palcos na defesa de vários interesses. E já agora veja-se o exemplo da France24 que, mais do que um canal de notícias, é uma tentativa de posicionamento da língua francesa num mundo de informação cada vez mais anglo-saxónico. Também a criação da EuroNews assentou numa matriz ideológica como forma de reforçar o projecto de construção europeia.

 

publicado por Alexandre Guerra às 07:11
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Quinta-feira, 18 de Agosto de 2011

critérios

no DN

 

no CM

 

 

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publicado por Rodrigo Saraiva às 16:33
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Quarta-feira, 4 de Maio de 2011

Não há código deontológico que proteja isto

O país assistiu ontem a mais uma encenação de José Sócrates. A mais um momento em que disse o contrário do que já tinha dito, sem qualquer sentimento de culpa, quer da mentira como do estado em que deixou as finanças do país.

 

E o momento de ontem foi o culminar de mais um processozinho em que não olhou a meios para atingir os seus fins.

 

Desde que a troika chegou a Portugal, com excepção de umas fotos no aeroporto e à saída de hotéis ou de reuniões, ninguém conseguiu falar com os elementos que a compõem. Mas isto não impediu que, a conta-gotas e estrategicamente para alguém, fossem sendo publicadas notícias de umas pseudo medidas que a troika iria obrigar a implementar em Portugal. E medidas duras. Numa clara estratégia de diabolização da troika, em especial do FMI, junto da população. A pergunta que se coloca (e já se colocava) é de quem foi a fonte dessas notícias? Se dúvidas houvesse a quem servia esta estratégia, ontem ficou claro que apenas serviam os intuitos da personalidade que ocupa o Palácio de S. Bento. Não haja por isso dúvidas de que houve um “Luís” a plantar as mentiras junto de alguns media.

 

Posto isto, aos jornalistas enganados, que confiaram nas suas fontes (?!), não resta agora alternativa. Ou se sentem indignados e desmascaram quem os enganou ou são coniventes com estas práticas e objectivos.

publicado por Rodrigo Saraiva às 09:53
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Terça-feira, 26 de Abril de 2011

Mayday Lisboa em modo Pedro e o Lobo de Esopo

O movimento MayDay Lisboa, decidiu fazer mais uma acção de guerrilha comunicacional, mas desta vez tendo como alvo bem directo a imprensa, tendo, através de comunicado, informado que iriam ter uma reunião / audiência com a troika. Este comunicado fez notícia.

 

Mas afinal tudo não passava de uma reunião fictícia e o objectivo era, em frente ao Ministério das Finanças demonstrarem o seu protesto pela presença da troika em Portugal.

 

Se por um lado, de forma criativa, conseguiram prender a atenção dos media e criar buzz em torno do movimento, fica agora a pergunta: numa próxima oportunidade irá a imprensa levar um comunicado do movimento a sério?

 

publicado por Rodrigo Saraiva às 20:08
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Domingo, 27 de Março de 2011

Record e Jogo deixaram-se levar pelo circo montado em Alvalade

A célebre fotografia em que Harry Truman, a 3 de Novembro de 1948, festeja a sua eleição com o Chicago Tribune nas mãos, que, erradamente, deu a vitória ao seu rival

 

Além da paródia e do circo em que se transformaram as eleições do Sporting, sendo a noite de ontem apenas o culminar de um processo eleitoral pobre e vergonhoso, o rescaldo iria ainda reservar algumas pérolas interessantes em termos de comunicação. Bastava olhar para as primeiras páginas de dois jornais desportivos esta manhã.

 

O O Jogo, cheio de certezas e certamente na posse de resultados “oficiais” que só as suas chefias souberam interpretar, anunciava, na sua edição de banca, “Carvalho Presidente”, afirmando ainda que a “terceira eleição mais concorrida de sempre confirmou a nossa sondagem”.

 

Segundo o PiaR apurou, parece que as chefias do jornal ainda conseguiram colocar uma primeira página à pressa na gráfica localizada no Porto, para a edição distribuída no Norte, embora no interior do jornal o conteúdo se mantivesse o mesmo que estava na edição enviada para o resto do país a dar a vitória a Bruno Carvalho.

 

Também o Record, certamente com fontes “credíveis”, que se supõe terem sido devidamente confirmadas, não se sabe é por quem nem como, espalhou-se ao comprido. Lia-se na manchete dos primeiros exemplares que vieram para as bancas, o seguinte: "Bruno de Carvalho líder."

 

Mas, ao contrário do O Jogo, o Record foi mais astuto e, apercebendo-se do erro, alterou a sua primeira página on line, disseminando-a pela Internet e, rapidamente, colocou na gráfica uma nova versão, onde pelo menos a capa, o editorial e algum conteúdo foram alterados. Perante isto, é caso para perguntar se alguém terá chegado a dizer a célebre frase “Stop the presses”? Para os mais desatentos, o Record conseguiu disfarçar, mas o erro estava feito.

 

Tudo isto até seria admissível, se se tratasse de um erro colectivo provocado por uma espécie de pecado original oriundo dos lados do Alvalade XXI, dada a confusão instalada.

 

Além do mais, a História já teve situações destas, e em dimensões bem mais estrondosas, como foi o célebre caso do Chicago Tribune, a 3 de Novembro de 1948, quando coloca na sua manchete “Dewey defeats Truman”. Ora, como se sabe, foi Harry Truman quem venceu o republicano Thomas E Dewey. Na altura, ficou famosa a fotografia em que Truman celebra a sua vitória com a edição do Chicago Tribune nas mãos.

 

O problema deste caso, mais concretamente do O Jogo e do Record, foi a A Bola, na sua edição impressa desta manhã, já avançar com a vitória de Godinho Lopes, e com os resultados oficiais devidamente confirmados. É provável que a sua edição tenha ido mais tarde para a gráfica, mas, feitas bem as contas, foi uma decisão que acabou por revelar-se mais prudente e que melhor defendeu os interesses do leitor.

  

A primeira página do Jogo, esta manhã, para ficar na história do jornalismo português.

 

A "segunda" primeira página do O Jogo, feita à pressa e distribuída apenas a Norte. No entanto, o conteúdo mantinha o mesmo e referia-se à vitória de Bruno Carvalho.

   

A "primeira" primeira página do Record deste Domingo. Daqui a uns anos será um exemplar valioso para os coleccionadores... pelas piores razões.

A "segunda" primeira página do jornal Record deste Domingo a ir para as bancas e aquela que foi disseminada pela Internet.

 

 A primeira página de A Bola, dando a vitória de Godinho Lopes com os resultados oficiais.

 

publicado por Alexandre Guerra às 17:05
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Sábado, 12 de Março de 2011

SIC N emite repetição do Expresso da Meia Noite em vez de cobrir as manifestações em Lisboa e no Porto

O jornalismo em Portugal e as respectivas opções editoriais, sobretudo nas televisões, continuam a dar exemplos lamentáveis, surpreendendo mesmo aqueles que já não têm grandes ilusões quanto à qualidade informativa. 

 

Enquanto a TVI24 e a RTPN tinham as suas emissões em directo este Sábado, desde as 15h00, para acompanhar as manifestações de Lisboa e no Porto, a SIC N, inexplicavelmente, estava totalmente distante, tendo no ar a repetição desse tão importante programa, chamado de Expresso da Meia Noite, com os "suspeitos do costume", a repetirem, pela enésima vez, as suas ideias e milagrosas soluções para o País.

 

É inegável que estes acontecimentos, goste-se ou não, concorde-se ou não, exigiam uma entrada em directo da SIC N, para acompanhar as manifestações que estavam a decorrer em Lisboa e no Porto. 

 

É por esta e por outras que a SIC N perde cada vez mais terreno, em termos de qualidade, para as suas concorrentes directas.

 

Os telespectadores podem ser parvos, mas não assim tanto.

 

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publicado por Alexandre Guerra às 15:47
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Segunda-feira, 3 de Janeiro de 2011

um Ponto de referência

O Ponto Media, blog do António Granado, é uma das referências blogosféricas para quem anda no mundo da Comunicação. Não só os conteúdos são úteis, como um blog comemorar 10 anos de actividade é algo a registar positivamente. Ao António Granado os parabéns e agradecimentos.

 

Dos recentes posts destaco o "10 sugestões para quem quer começar um blog". Um bom manual para quem gosta de andar a lançar postas. E arrisco-me a dizer que, tirando o ponto 8, o PiaR cumpre estas sugestões.

publicado por Rodrigo Saraiva às 10:43
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Quinta-feira, 30 de Dezembro de 2010

Assim de repente, 2011 vai ser o ano em que …

O sector nacional das Public Relations vai assistir a muitas mudanças empresariais. De tudo um pouco!

 

Associativismo, rankings e prémios vão estar na agenda sectorial.

 

Outras áreas da Comnunicação vão reforçar as suas tentativas de entrar no campo de actuação das Public Relations.

 

Os PR After Work continuarão a acontecer, com uma edição a Norte.

 

A equipa de autores do PiaR será reforçada.

 

 

adenda: sobre 2011, fui desafiado pelo Mr.Steed e Alexandre Gamela a dar as minhas previsões sobre os Media. Deixo-as aqui, tendo sido referenciadas aqui e aqui, sendo certo que terão impacto nas Public Relations:

1. A imprensa escrita vai estar em mutação.

2. Na imprensa escrita … os líderes serão cada vez mais líderes.

3. Na imprensa escrita … uns acabarão, outros mudarão a periodicidade e outros passarão para online.

4. Novos títulos irão surgir mas com enfoque em nichos. Títulos especializados. Direccionados a comunidades.

5. Os registos e tempo de permanência nas redes sociais vão continuar a crescer em alta velocidade.

6. Mais smartphones, muitos tablets … crescimento de acessos internet por mobile!

7. Todos os media, novos e velhos, a adaptarem-se ao mobile.

8. Velocidade de acesso a internet sempre a aumentar: o WIMAX vai chegar.

9. Uma dúvida permanecerá: conteúdos online ficam gratuitos ou começa-se a pagar?

 

 

 

(um post que pode ser actualizado a qualquer momento)

 

 

publicado por Rodrigo Saraiva às 13:00
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Terça-feira, 28 de Dezembro de 2010

Ensitel vs redes sociais, segundo o Expresso

 

Miguel Martins, editor de multimédia do Expresso, faz um comentário áudio, com um toque literário e interessante, ao caso Ensitel, já abordado neste poleiro pelo Rodrigo.

 

publicado por Alexandre Guerra às 23:09
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isto com jeitinho ...

… o juiz do caso decreta que a @jonasnuts tem de dar espaço direito de resposta à ensitel e institucionaliza os blogs como Media.

 

 

publicado por Rodrigo Saraiva às 15:39
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Sexta-feira, 17 de Dezembro de 2010

“O iPad não vai salvar os meios tradicionais”

A entrevista do Brian Solis ao i.

 

 

publicado por Rodrigo Saraiva às 12:11
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Quinta-feira, 25 de Novembro de 2010

Diferenças e igualdades entre Portugal e Brasil

Através do Rodrigo Capella tive acesso ao Estudo “Assessor de Imprensa - Retrato comparativo desta profissão entre Brasil e Portugal e sua relação com a mídia.”, de Marcela Regina Ribeiro, que contou com a colaboração de profissionais portugueses, entre eles o Renato Póvoas.

 

Agora é uma questão de arranjar tempo para ler.

 

 

publicado por Rodrigo Saraiva às 12:23
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Segunda-feira, 1 de Novembro de 2010

PR stunt

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publicado por Rodrigo Saraiva às 18:53
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Quinta-feira, 2 de Setembro de 2010

podia ser um word-of-mouth

O Fernando Moreira de Sá, meu colega de outro poleiro blogosférico e o último convidado que aqui recebemos, escreveu um post no Albergue Espanhol em que começa a falar da Liberdade de imprensa e depois disserta sobre outros temas relacionados, em especial o estado actual e perspectivas de futuro dos media tradicionais.

 

Destaque ainda para a imagem que o Fernando escolhe para acompanhar o post. Uma fantástica ideia da brasileira AlmapBBDO.

publicado por Rodrigo Saraiva às 10:01
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