Sexta-feira, 28 de Maio de 2010

Can’t touch this

Há quem diga que a relação entre assessores / consultores e jornalistas não é fácil, mas esta situação é quase indescritível. Deixo os comentários para os visitantes ...

Vídeo tirado daqui. E um pouco de enquadramento aqui.

 

 

publicado por Rodrigo Saraiva às 16:59
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Segunda-feira, 3 de Maio de 2010

Word of Mouth - Rodrigo Capella

O Digital e o Meio Ambiente

 

 

por: Rodrigo Capella
Autor do livro “Assessor de Imprensa – fonte qualificada para uma boa notícia”

 
Não estranhe, por favor, o português deste texto. Sim, sou brasileiro e vou contar, após um gratificante convite de Rodrigo Saraiva, um pouco sobre como o Assessor de Imprensa (PR) trabalha por aqui.
 
Cada vez mais, as empresas brasileiras sentem a necessidade de utilizar as vastas ferramentas da comunicação 2.0, apoiadas, principalmente, no vídeo-release, podcast, mídias sociais e blogs.
 
Para participar, os assessores precisam ter habilidades para atuar, realmente, como consultores de comunicação, orientando os clientes sobre os melhores caminhos e práticas.
 
É necessário também ter uma relevante preocupação ambiental. Projetos interessantes já povoam a Internet, mas precisam, urgentemente, de ampliação.  O Good Guide ajuda as pessoas a encontrar produtos seguros, saudáveis e verdes. Cada produto tem uma pontuação para Health, Environment e Society. A média dessas três pontuações forma o GoodGuide Rating, que define a posição do produto no ranking de busca. Genial! Já o No Impact Project propicia o verdadeiro engajamento ecológico e sustentável. Visite!
 
Neste contexto, as habilidades básicas dos assessores, como pesquisa, planejamento e estratégia, não podem ser esquecidas. No Brasil, há, cada vez mais, uma forte fusão entre Marketing e Assessoria de Imprensa e os comunicadores precisam, portanto, dominar todas as etapas da comunicação das marcas, como Análise, Adaptação, Ativação e Avaliação.
 
Esse é o presente! O futuro exigirá o acompanhamento do boca a boca, o monitoramento do espaço público e a imersão de tudo e de todos na social media, com foco na compreensão da mensagem e nas suas particularidades.
 
Maiores chances de um bom resultado? Bem provável! Vale à pena praticar! 

publicado por Rodrigo Saraiva às 09:11
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Terça-feira, 2 de Fevereiro de 2010

It’s PR Stupid!

O titulo deste post, que é actualmente nome do blog do Rui Calafate, é a frase que me ocorre para comentar sucintamente este pertinente artigo no The Independent.


O que começa com a pergunta “Has the British PR industry grown too big for journalism?”, através de respostas do responsáveis das grandes agências de PR, rapidamente se transforma num artigo que demonstra que as media relations, embora se mantenham como acção principal desta actividade, são apenas uma das ferramentas das PR actuais.

 

Uma coisa é certa, a indústria das PR cresceu directamente pelo despertar das empresas (clientes) para a importância e eficácia das PR e indirectamente pelo crescimento dos media. E agora pelos novos media.

 

Via Ponto Media.
 

publicado por Rodrigo Saraiva às 10:50
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Quarta-feira, 6 de Janeiro de 2010

Esmiuçar

É só da minha costela costureira ou nesta notícia há algo mais pertinente que os eventos no Registo Comercial da nova empresa do Grupo Cofina, nomeadamente a “produção de serviços de assessoria mediática, divulgação de conteúdos, buzz, networking” ou os “serviços de inteligência e análise”?

publicado por Rodrigo Saraiva às 10:15
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Quinta-feira, 17 de Setembro de 2009

Fontes Sofisticadas de Informação

Mais de metade das notícias de política não têm origem nas redações concluiu um estudo feito por Vasco Ribeiro. No seu livro Fontes Sofisticadas de Informação, o autor apela a que haja mais jornalismo de investigação apesar de reconhecer que este é caro.

 

(ouvir notícia no link acima) 

 

 

Dissertação de Mestrado

 

via Repositório Aberto da Universidade do Porto

 

publicado por Rodrigo Saraiva às 17:53
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Sexta-feira, 4 de Setembro de 2009

Word of Mouth - Nuno Nogueira Santos

 

Assessores… e “compradores”

 

por: Nuno Nogueira Santos

press-à-porter

 

Fui jornalista mais de 10 anos e sou assessor de imprensa há mais tempo do que isso. Trabalhei para três agências de comunicação e fundei uma recentemente. Já trabalhei com empresas e instituições grandes e pequenas, já comuniquei produto, desporto e política. Mas nunca tinha sido acusado de “comprar” jornais e jornalistas como há dias aconteceu.

 

Como assessor de imprensa de uma candidatura do PSD a uma câmara, esperava tudo, menos isso. Não apenas porque nunca o fiz, como – apesar toda a minha experiência –, nunca vi isso acontecer. Será que existe? Será que há agências de comunicação a comprar jornalistas, notícias, jornais?

 

Esta foi a primeira questão que coloquei quando um candidato socialista, adversário do candidato para o qual trabalho, primeiro o insinuou e depois o escreveu num comunicado com a chancela do PS e a sua assinatura, insultando-me profissionalmente a mim e a vários consagrados jornalistas e directores de órgãos de comunicação social.

 

Como jornalista, nunca ninguém me ofereceu dinheiro para “meter” esta ou aquela notícia no meu jornal ou rádio. E como assessor, nunca nenhum jornalista me pediu o que quer que fosse, além de informação. Nunca paguei a jornalistas. Escrevo-o aqui, com toda a certeza que ninguém me desmente.

 

Mas a questão levantada pelo tal candidato socialista à tal câmara municipal, deixou-me com a “pulga atrás da orelha”. As acusações desse político, que já foi deputado e mesmo secretário da Presidência da Assembleia da República, pareciam convictas e vinham na sequência de editoriais publicados na revista “Sábado” e nos jornais “Público” e “Grande Porto”, que criticavam a sua conduta como candidato autárquico. E aconteceram também na sequência de uma peça jornalística passada no “Jornal Nacional” da TVI onde ele era visado por alegadamente ter desenvolvido influências pouco lícitas para tirar dividendos eleitorais.

 

Perguntei-me então: se alguém acha que uma notícia, mesmo sendo verdadeira, por ser contra si ou beneficiar eleitoralmente terceiros foi “paga”, é porque saberá sobre a arte de “comprar” notícias, algo que eu desconheço.

 

Na verdade, esse tal candidato não se interrogou porque razão objectiva os dois directores de duas publicações nacionais credíveis e uma televisão levantavam questões pertinentes que correspondiam, ainda por cima, à verdade! Nem se perguntou como poderia, no futuro, não cometer os mesmos erros. Esse candidato do PS limitou-se a achar que uma notícia, apenas por lhe ser incómoda, tinha sido “encomendada”. Disse-o e escreveu-o, com toda a certeza e convicção.

 

Até este ponto deste meu “guest post”, que gentilmente os autores deste blog me convidaram a escrever, muitos julgarão que me limitarei a falar “no abstracto”, lançando um anátema sobre todos os candidatos socialistas a todas as câmaras, e que não vou dizer sobre quem estou a escrever. Mas enganam-se. O candidato socialista a que me refiro chama-se Artur Penedos, é cabeça de lista do PS às Autárquicas em Paredes e é assessor do Primeiro-Ministro José Sócrates.

 

O que saberá ele mais do que eu, que sou assessor de imprensa há tantos anos, em matéria de “comprar notícias” ou “condicionar jornalistas”? Talvez a resposta a esta pergunta nem esteja muito longe do candidato. Talvez a resposta a essa pergunta esteja mesmo em Paredes onde, subitamente, dois jornais foram comprados por uma S.A., ganhando ambos a mesma morada, a mesma redacção, o mesmo director, os mesmos telefones e os mesmos “jornalistas” e… claro, a mesma linha editorial cujo conteúdo me escuso a explicar mas que posso classificar como “escandaloso” (um deles era um dos mais antigos jornais da Região do Vale do Sousa e o outro era o único inteiramente dedicado a Paredes)

 

E não é que essa tal Sociedade Anónima não comprou os tais jornais senão pouco antes de Artur Penedos anunciar que era candidato à Câmara de Paredes? Agora, deixo-vos uma pergunta, porque dizer tudo também já pareceria mal: quem são os accionistas dessa tal S.A.?
 

publicado por Rodrigo Saraiva às 12:30
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Quarta-feira, 1 de Julho de 2009

O poder do Dark Side

E em outros mercados volta a ser notícia a passagem de jornalistas para o dark side da comunicação. E com um anunciado efeito "bola de neve", mas desta vez parece que várias portas do dark side começam a estar fechadas.

 

Não bastará ser um recurso especializado? Ou não demonstram ir com vontade de assumir plenamente o desafio?

 

E por cá, como é?

publicado por Rodrigo Saraiva às 16:41
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Quinta-feira, 4 de Junho de 2009

Um livro para quem anda na linha avançada da comunicação

 

Rodrigo Capella acabou de lançar no Brasil o livro "Assessor de imprensa - fonte qualificada para uma boa notícia" , dando mais um contributo para o mercado editorial  daquele país na área da comunicação. 

 

Esta obra centra-se sobretudo na figura do assessor, enquanto uma "extensão da redacção". Para Capella, o assessor deve estar preparado para apoiar e ajudar o jornalista sempre que for solicitado para o efeito.

 

Neste livro, o autor destaca o papel do assessor, na sua acepção mais pura, distanciando-se da imagem do "consultor", tão em voga ultimamente, mas desprovido das características de "terreno" essenciais para se fazer comunicação. 

 

Por ser uma espécie de linha avançada em qualquer estratégia de comunicação, Capella tenta dar resposta a algumas questões que um assessor possa ter de enfrentar. Por isso, os limites do relacionamento entre o assessor e o jornalista é um dos temas analisados.

 

Outro dos assuntos abordados por Capella e muitas das vezes esquecido pelos profissionais da comunicação, sejam eles assessores, consultores ou jornalistas, é o "respeito entre colegas".

 

Desde 2002 que Rodrigo Capella trabalha como assessor de imprensa. Além de ter experiência em comunicação corporativa, Capella é  escritor, tendo-se formado em jornalismo pela Umesp. É pós-graduado em comunicação jornalística, com ênfase em jornalismo institucional, pela PUC-SP.

 

publicado por Alexandre Guerra às 17:23
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Quarta-feira, 11 de Março de 2009

Read this dog

Partindo desta citação de Miguel Cadilhe ...

 

“O meu grande problema enquanto ministro das Finanças foi não me ter rodeado de assessores de imprensa que pudessem valorizar o meu trabalho junto da opinião pública”

 

... o José Caria escreve um post muito interessante e pertinente. É de ler!

 

publicado por Rodrigo Saraiva às 18:42
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Segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2009

my twitter - rsaraiva

« Apos leitura de um semanario. As Consultoras as vezes parecem uma agencia de viagens ;) »

 

publicado por Rodrigo Saraiva às 12:21
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Sexta-feira, 29 de Agosto de 2008

Afinal havia ...

A principal critica que foi feita à Comitiva Portuguesa, presente nos Jogos Olímpicos de Pequim, não foi relativa aos resultados desportivos, mas sim no que diz respeito à Comunicação. As infelizmente famosas declarações de vários atletas e dirigentes foram claras num aspecto:a Comunicação falhou.

Falhou em Pequim. Mas começou a falhar em Portugal, pela falta de preparação.

 

Certamente que todos os profissionais de comunicação se devem ter perguntado como foi isto possível? Devemos ter imaginado, diversas vezes, como não existiram acções e documentos básicos de preparação e prevenção?! Note-se que parto do pressuposto em que não existiu preparação.

 

As pessoas falavam sobre isto durante os jogos, mas não se escrevia. No fim, uma das nossas convidadas para o "Word of Mouth" chegou a dizer-me que era o tema que, possivelmente, iria abordar.

 

Luís Paixão Martins, no passado dia 21, deixou duas perguntas no Lugares Comuns.

 

Ontem quando via, em directo, o início da Conferência de Imprensa de Nelson Évora e Vanessa Fernandes no aeroporto, reparei no jornalista João Querido Manha a "coordenar as operações". Lembrei-me que já tinha ouvido (ou lido) que era ele o Adido de Imprensa da Missão Portuguesa. Uma rápida busca no Sapo Notícias ou Google News confirma o facto com declarações em várias notícias.

 

Mas o Adido da Missão não é novo nestas andanças, pois há 4 anos, em Atenas, exerceu as mesmas funções. Terá andado separado do COP e dos atletas nos últimos 4 anos? Não! O próprio afirma, num post, no seu blog "Zona de Ataque", de Setembro de 2007, que desde 2003 acompanha os atletas de muito perto.

 

Para além do post supra mencionado, que merece vista atenta, aconselho a leitura de outros.

 

Vou parar de fazer buscas. A cada click e cada link fico mais preocupado. Talvez fosse preferível continuar na ignorância e a fazer perguntas.

 

Houvesse tanta competência nas Relações Públicas como houve na angariação de patrocínios e tudo teria sido diferente. Esperemos que esta última não seja prejudicada pelas falhas da primeira.

publicado por Rodrigo Saraiva às 00:36
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