Quarta-feira, 21 de Novembro de 2012

World PR Forum

depois de ter que acompanhar à distância a edição de 2012 que decorreu na Austrália, em 2014 o WPRF terá lugar em Madrid.

 

daqui.

 

publicado por Rodrigo Saraiva às 09:43
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Terça-feira, 6 de Novembro de 2012

PR fashion

Uma agência de comunicação ser alvo de reportagem numa revista de moda? Sim, acontece.

 

publicado por Rodrigo Saraiva às 17:36
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Quarta-feira, 31 de Outubro de 2012

[Word of Mouth] Agências de Comunicação: percepções e realidades.

 

 

Agências de Comunicação: percepções e realidades.

 

por: João Tocha

Director Geral da First Five Consulting

(artigo publicado na Meios e Publicidade)

 

 

Há uma crise de percepção sobre as mais-valias dos serviços prestados por uma consultora de comunicação e imagem. O papel, a função, os objectivos e a utilidade real das empresas de comunicação não estão clarificados para uma parte significativa dos líderes de empresas, de instituições públicas e privadas e das organizações em geral. As causas para esta percepção errada assentam, em primeiro lugar, no posicionamento, na actuação e na forma como as próprias empresas comunicação e os seus líderes têm agido.

 

Oiço, com regularidade, desabafos de desencanto quanto ao trabalho das agências de comunicação e de frustração quanto aos resultados alcançados. Alguns clientes chegam a contratar várias empresas ao mesmo tempo. Outros alocam os serviços de quadros competentes de agências, em regime de trabalho a tempo inteiro, dentro das próprias estruturas. E a insatisfação mantém-se.

 

Perante este discurso pergunto-lhes: O que pretendem da comunicação? Que metas tinham? Como estão organizados?

A resposta está, invariavelmente, focada em notícias negativas que não foram evitadas ou na falta de cobertura pelos media de actos, comunicações, realizações que os próprios clientes consideram muito importantes.

 

As empresas de comunicação e os seus líderes contribuem, em alguns momentos, para este estado de coisas quando ultrapassam a sã concorrência entre elas e entram em despiques estéreis, em ataques guerrilheiros, para denegrirem concorrentes. O vale tudo não aproveita a ninguém.

Por outro lado, o posicionamento restritivo do lado da notícia por parte de muitos profissionais desta área, se bem que importante, não dá a ampla potencialidade da parceria positiva de uma agência para com um cliente.

 

A comunicação é global e o conselheiro de comunicação global está apto e preparado para aferir as necessidades comunicacionais globais de qualquer organização, o posicionamento ideal e a oportunidade de qualquer acção ou campanha de comunicação. Ele sabe como monitorizar os resultados face aos objectivos delineados. Falando claro: um consultor de comunicação global está apetrechado tecnicamente e possui conhecimentos que o habilitam a aferir acções de comunicação interna e externa: publicidade, marketing directo, assessoria de imprensa, redes sociais, encontros e reuniões, design, relações públicas, eventos e cerimónias, conteúdos, imagem pessoal, preparação e análise de estudos de opinião, etc. Tudo comunica e como tudo comunica é a agência de comunicação e de conselho global que deve estar preparada para ajudar o seu cliente a  saber reger esta orquestra com muitos instrumentos.

Não se trata de substituir-se a qualquer profissional de áreas de negócio distintas e específicas, mas de ser capaz de avaliar e encontrar a estratégia, o eixo e o posicionamento adequados para atingir os objectivos através da comunicação. Não concebo a utilidade desta profissão de outra forma.  Mas, do lado do cliente, há que ganhar a consciência de que nenhum fornecedor externo se pode substituir na função de direcção de comunicação e, muito menos, à organização, fazendo o que só ela deve fazer.

 

Um líder, uma direcção e um director de comunicação devem saber quais as necessidades de comunicação e a que disciplinas e profissionais devem recorrer para as suprir. Tirar partido das capacidades de cada um dos fornecedores de serviços de comunicação, sabendo o que podem e devem exigir. Isto pressupõe um briefing completo e exaustivo e objectivos claros e mensuráveis para poderem ser controlados. Esta é uma condição básica de sucesso.

Não há agência que resolva os problemas de comunicação de qualquer cliente que não saiba o que quer.

 

Hoje vivemos uma crise de percepção sobre o papel das agencias de comunicação e numa falta de conhecimento, para alem do superficial, sobre o que é a comunicação nas empresas, nas organizações, nos partidos, nos governos. E nós não temos sabido, com o nosso trabalho, dignificar e valorizar o nosso sector. Era bom que todos pensássemos um pouco nisto:

agências e clientes.

publicado por Rodrigo Saraiva às 11:59
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Quinta-feira, 18 de Outubro de 2012

"seja lá isso o que for" II

Ontem falei aqui do inenarrável comunicado da comissão de trabalhadores da RTP, ofensivo ao sector e profissionais das public relations, que se referia à contratação de uma agência de comunicação pela RTP. Contava não voltar ao tema, pois fui claro na mensagem.

 

Mas volto. E tudo porque há um determinado exemplar cujas opiniões eu não me inibo de contrariar. E como ele é um soberano do palco mediático (pela ocupação de espaços), não é este modesto poleiro que o vai galvanizar mais.

 

E quem é que, num dos tais espaços que ocupa, hoje vem falar da referida contratação? Pacheco, who else?!

Mais uma vez a destilar veneno e a demonstrar que esconde factos e/ou fala de assuntos sem conhecimento. E uma capacidade de abreviar impressionante.

 

Em primeiro fala da RTP como se não fosse uma empresa , depois alguém poderia explicar ao senhor que existem outras empresas de media que contrataram agências de comunicação, para comunicar as empresas, mas também os meios, entre eles canais de televisão, estações de rádio, jornais e revistas. Alguns onde Pacheco ocupa espaço, mediático.

publicado por Rodrigo Saraiva às 10:20
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Quarta-feira, 17 de Outubro de 2012

“seja lá isso o que for”

Por causa da contratação de uma Consultora de Comunicação pela RTP, (já agora, que não é inédito) diz a Comissão de Trabalhadores da RTP, que embora englobe profissionais para além do jornalismo deveria ter melhor noção do universo comunicacional, “esta contratação de uma agência para ‘assessoria de comunicação empresarial’, seja lá isso o que for”. Seja lá o que isso for?!

 

Podia dizer muito sobre os (ir)responsáveis que teceram estas considerações em comunicado, nomeadamente quando vangloriam o reforço considerável de meios humanos e técnicos nos últimos tempos. E outras afirmações merecem análise e critica, mas vão para além do âmbito temático do PiaR, pelo que me abstenho de comentar. Mas o foco deve estar nesta “simples” frase: “seja lá isso o que for”. Uma frase que ofende todos os profissionais deste sector, não apenas os empresários. Não sei se somos centenas ou milhares, não seremos assim tão poucos, mas desenvolvemos uma actividade útil, muito útil, para entidades, sejam elas públicas ou privadas, e para pessoas. Se a Comissão de Trabalhadores da RTP quiser podemos fazer um workshop para lhes explicar o que é o “seja lá isso o que for”. Nesse sessão pedagógica até podemos falar de uma área desenvolvida por estes profissionais (e que foi a base desta actividade), a relação com imprensa, dando exemplo de algumas ferramentas tais como os Comunicados que a própria Comissão de Trabalhadores da RTP envia. Afinal o desconhecimento não é total, apenas conveniente.

 

Um dos problemas do sector do Conselho em Comunicação é a falta de colaboração (podia falar em solidariedade, mas step by step) entre os seus players e de um braço associativo forte e activo na defesa do sector (exactamente nestes momentos). Hoje somos confrontados com mais um exemplo que merece o repúdio de qualquer profissional das public relations. Embora o alvo directo seja um player, olhando às (des)considerações que são feitas é toda uma actividade, e todos os seus profissionais, que é colocada em causa. E mais gravoso virem de onde vêm. Enfim.

publicado por Rodrigo Saraiva às 12:02
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Segunda-feira, 24 de Setembro de 2012

Comunicação a quanto obrigas

Foi este o título escolhido pela jornalista Rita Roque, da Antena1, para uma peça que foca como as agências de comunicação e de publicidade se adaptaram em momentos de crise.

 

Confesso que já não me recordava desta participação. Foi em Abril, aquando do PR After Work. E aqui tinha referido a presença da Rita.

 

Agora fico sujeito às críticas.

 

 

se o embed não funcionar, fica aqui o link directo para o site da antena1

 

publicado por Rodrigo Saraiva às 09:06
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Terça-feira, 14 de Agosto de 2012

check!

daqui.

publicado por Rodrigo Saraiva às 10:44
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Quinta-feira, 9 de Agosto de 2012

TAP contrata PR Agency

Não é conhecido que a TAP trabalhe em Portugal com uma consultora de comunicação. Mas em mercados emissores e principalmente quando se avança para um processo de privatização é melhor recorrer a serviços especialistas.

 

A TAP contratou (aqui e aqui) a Hills Balfour, uma agência especializada em turismo e que tem no seu portofolio outros clientes nacionais, como o Turismo de Lisboa e do Algarve.

publicado por Rodrigo Saraiva às 10:36
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Quarta-feira, 8 de Agosto de 2012

medalha de prata para nós, PRactitioners

Não é novidade e preferia que o ranking fosse outro. Segundo o site Career Cast, Public Relations Officer é a segunda profissão mais stressante. Estamos mesmo numa profissão em que é necessário ter bem mais do que unhas para tocar guitarra. E sei que a larga maioria de nós adora o que faz.

 

 

notícia via Dinheiro Vivo e o título inspirado pela Sofia Lages Fernandes.

publicado por Rodrigo Saraiva às 12:01
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Domingo, 5 de Agosto de 2012

Exército de ursos de peluche invade a Bielorrússia


Foto:Studio Total

 

Alexander Lukashenko, o mais antigo ditador europeu, à frente da Bielorrússia desde 1994, enfrenta agora um inimigo poderoso: um Exército de ursos de peluche. Trata-se de uma campanha de public relations de uma agência sueca contra o regime de Lukashenko e que já teve repercussões diplomáticas entre os dois países.

 

publicado por Alexandre Guerra às 20:57
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Quarta-feira, 1 de Agosto de 2012

leitura de verão

 

A ler na edição desta quarta-feira do Diário Económico. Aqui um resumo.

Para já só não percebo esta parte "E, publicamente, ninguém quer aparecer a falar, de um ou de outro, ou de ambos."

Espera-se um dia animado no facebook.

publicado por Rodrigo Saraiva às 01:26
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Quinta-feira, 12 de Julho de 2012

4 anos a PiaR

Foi a 12 de Julho de 2008 que eu e o Alexandre colocámos online este poleiro. Na altura não fazíamos ideia do que iria dar. Ambos escrevíamos em blogs que versavam outras temáticas e houve uma razão, que não sabemos se algum dia a divulgaremos, para lançar o PiaR. Pouco tempo depois percebemos que o nosso passarinho tinha um potencial no qual não tínhamos pensado. Fomos postando e os visitantes foram crescendo. Mais tarde decidimos alargar o plantel e convidámos o António e a Virgínia. Ambos aceitaram, trazendo outras visões. Passaram 4 anos. Não postamos com a cadência inicial, mas não nos passou pela cabeça parar. Nem passa. Porque gostamos de opinar e partilhar. Porque nos continuam a visitar. Por isso, obrigado a todos.

publicado por Rodrigo Saraiva às 12:02
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Domingo, 8 de Julho de 2012

Uma "montra" ignorada pelos directores de marketing das empresas nacionais

Peter Sagan, da Liquigas, na vitória da 1ª etapa do Tour 2012/FOTO: UCI 

 

Por estes dias, durante três semanas, são milhões as pessoas que se juntam nas bermas das estradas francesas e as que estão em frente aos televisores a acompanhar um dos maiores espectáculos do mundo, o Le Tour de France.

 

A prova rainha do ciclismo é a maior montra internacional para as equipas/marcas se mostrarem ao mundo, com três semanas de audiência garantida a nível planetário. Se a esta prova se juntar as outras duas grandes voltas do calendário UCI World Tour, o Giro e a La Vuelta, então são mais seis semanas de competição com transmissão directa para quase todo o mundo.

 

A estas ainda se podem juntar inúmeras provas com audiência garantida, tais como a volta à Polónia, a volta à Califórnia, a Paris-Nice ou a Critérium du Dauphiné. A estas ainda se podem juntar provas clássicas (de um dia), como a mítica Paris-Roubaix, com transmissão televisiva assegurada e ampla cobertura noticiosa.

 

Enfim, se se contabilizar todas as provas do calendário anual da UCI World Tour, ou seja as mais importantes, está-se a falar de cerca de 150 dias de competição, a maioria com cobertura televisiva e impacto noticioso, obviamente com diferentes audiências.

 

E este impacto corresponde um retorno directo e gigantesco para as marcas que dão os nomes às equipas de ciclismo. Porque, na verdade, as marcas são as equipas, sendo o ciclismo o único desporto onde tal acontece.

 

Não se tratam de meros patrocínios como acontece noutros desportos, mas sim de uma das equipas/marcas que se valorizam automaticamente junto dos adeptos e potenciais consumidores.

 

Só o ciclismo permite essa relação, na qual os adeptos se entusiasmam por marcas. Algo impensável em circunstâncias normais.

 

Alguém no seu perfeito juízo imaginava-se a “torcer” euforicamente por marcas como Liquigas (fornecedora de gás natural em Itália), OmegaPharma (medicamentos), Vacansoleil (rede de parques de campismo), Cofidis (financeira), Europcar (rent a car), Rabobank (serviços financeiros), Saxo Bank (banco) ou a Lampre (empresa de revestimento de aço). Apenas para citar algumas equipas que estão neste momento a participar no Tour.

 

Entusiasmo do público na berma da estrada à espera da passagem das equipas/marcas na 2ª etapa do Tour deste ano 

 

Estas, como outras empresas, há muito perceberam a importância de diversificar o seu investimento em marketing e publicidade para projectos verdadeiramente integrados numa lógica de public relations, como é o caso de uma equipa de ciclismo Pro Tour (o escalão máximo).

 

Também em Portugal há marcas que perceberam a importância de investirem no ciclismo como forma de potenciarem a sua notoriedade. A Porta da Ravessa foi uma delas, lembrou o ciclista Bruno Pires, durante os comentários na Eurosport à etapa de Sábado do Tour. Dizia Bruno Pires, um dos grandes valores nacionais da modalidade actualmente na Saxo Bank, que o retorno da Porta da Ravessa foi imediato.

 

E, por isso, lamenta que as marcas e empresas nacionais estejam a investir cada vez menos no ciclismo nacional, num País que estima muito a modalidade e numa altura em que cada vez há mais atletas portugueses a pertenceram ao pelotão internacional.

 

Numa conversa muito interessante com os habituais comentadores da Eurospot, Bruno Pires acrescentou que um dos problemas das grandes empesas nacionais é a falta de mentalidade e de abertura para a diversificação das suas estratégias de marketing. E sublinhou que, apesar da crise, o problema não é necessariamente a falta de dinheiro, já que as grandes empresas nacionais não têm tido problemas em canalizar verbas avultadas para o futebol ou para festivais.

 

E é aqui que reside a grande questão, porque as grandes empresas nacionais basicamente circunscrevem àquelas duas áreas os investimentos mais significativos.

 

É sem dúvida uma estratégia de marketing conservadora e pouco ambiciosa, sobretudo se tivermos em consideração empresas com uma dimensão assinalável, como são o caso da EDP, da Sonae, da Cimpor, do BES, da PT, ou da Galp.

 

Bruno Pires salientou, no entanto, que muitas das vezes o problema não está nos gestores de topo ou nos administradores dessas empresas, mas sim na falta de conhecimento e de visão dos directores de marketing. Uma ideia com a qual o autor destas linhas concorda em absoluto.

 

Para empresas daquela dimensão estaria perfeitamente ao alcance um investimento para se construir uma equipa de dimensão internacional, que não precisava de ser necessariamente Pro Tour.

 

Além de potenciaram um entusiasmo nacional em redor das suas marcas (algo que não existe), aquelas e outras empresas portuguesas poderiam explorar a sua imagem em mercados internacionais onde estejam a operar ou a pensar entrar através da participação das suas equipas em provas naqueles países.

publicado por Alexandre Guerra às 22:46
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Quinta-feira, 28 de Junho de 2012

lembrará?

Fiquei curioso com este post do Fernando Moreira de Sá. Fiquei mesmo curioso. E não é sobre que país tal se terá passado.

 

publicado por Rodrigo Saraiva às 14:11
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Sexta-feira, 1 de Junho de 2012

Portugal going Global

 

A PRWeek já uma vez tinha feito o seu Global Focus sobre Portugal. Eram artigos curtos, mas interessantes. Infelizmente deixaram cair essa rubrica, estando mesmo offline.

 

Mas entretanto foi lançado o pertinente projecto PRWeek Global ThinkTank, onde fazem novos Focus, tendo chegado agora a vez de Portugal. Ide ler!

publicado por Rodrigo Saraiva às 11:29
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Quarta-feira, 23 de Maio de 2012

Alastair Campbell está de regresso à arena das Public Relations

Alastair Campbell/Foto: Getty Images

 

Um dos magos da comunicação do antigo primeiro-ministro Tony Blair está de regresso à arena das Public Relations, depois de ter deixado Downing Street em 2003.

 

A PR Week avança que Alastair Campbell vai trabalhar para a consultora Portland, fundada em 2001 por Tim Allan, também este um antigo membro do núcleo duro da equipa da comunicação de Blair.

 

Campbell vai trabalhar nas áreas da comunicação institucional, da gestão de crise e da formação interna.

 

O antigo embaixador do “dark side” do Governo de Blair vai, no entanto, manter bastante autonomia, já que pretende também dedicar-se a outros interesses. “Eu já há alguns anos que tinha ponderado ingressar na Portland, mas agora cheguei a um ponto em que penso que consigo encontrar um equilíbrio com as minhas várias actividades”, disse Campbell à PR Week.

 

Apesar de não ir ter um horário “full time”, Tim Allan não parece estar muito preocupado: “Alastair é único. Ele tem um grande cérebro estratégico e uma habilidade extraordinária para fazer as coisas acontecerem. Ele traz aos nossos clientes um aconselhamento estratégico de classe mundial e é um formador inestimável e mentor para a nossa equipa.”

publicado por Alexandre Guerra às 23:27
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Quinta-feira, 15 de Março de 2012

mas o que é que fazemos profissionalmente?

 
 
 
 
 
publicado por Rodrigo Saraiva às 16:08
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Quarta-feira, 29 de Fevereiro de 2012

história das Public Relations em 5 minutos

"roubado" à Alda Telles, daqui.

 

publicado por Rodrigo Saraiva às 08:32
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Terça-feira, 28 de Fevereiro de 2012

Public Relations :: Best Job

O site US News elenca as Public Relations como uma das melhores profissões para 2012, considerando que é uma profissão que vai ter um significante crescimento nesta década. É uma visão baseada na realidade norte-americana, mas onde encontramos algumas semelhanças.

 

É ver tudo aqui.

 

link chegado através de dica do Miguel Reis.

 

publicado por Rodrigo Saraiva às 10:38
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Segunda-feira, 9 de Janeiro de 2012

Maomé e as relações públicas

“O momento decisivo não foi a vitória num campo de batalha, mas um espectacular golpe de relações públicas. No ano 628, Maomé apareceu de surpresa em Meca com um milhar de peregrinos desarmados e afirmou o seu direito legal, como árabe, de fazer as suas orações na Caaba. À medida que, solenemente, cumpria os rituais […], os governantes de Meca, de repente, mostraram-se mais tolos do que invencíveis e a oposição começou a desfazer-se. Em 630, Maomé regressou com fileiras de seguidores em massa.”

 

Passagem de Nigel Cliff no seu recente livro Guerra Santa sobre a campanha de Maomé na propagação da sua mensagem aos povos árabes.

publicado por Alexandre Guerra às 22:46
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