Sexta-feira, 11 de Junho de 2010

Word of Mouth - Virgínia Coutinho

 

  

Mundial e conduta 2.0

 

por: Virgínia Coutinho

direcção de marca e comunicação da EDP

 

 

 

As empresas têm-se deparado com a necessidade de estabelecer códigos de conduta que regulamentem a forma de estar dos seus funcionários nos social media.

 

Se por um lado, empresas como a Coca-cola e Kodak deixam ao critério dos seus colaboradores a forma de utilização dos social media e a menção da marca nesse contexto (apelando apenas ao bom senso e transparência), nem sempre a “liberdade” é bem vista.

 

Muitas outras empresas optam por proibir o seu uso. Na realidade portuguesa existem empresas onde o uso das redes sociais é apenas permitido, no local de trabalho, a partir das 18h30, noutras o seu uso no contexto de trabalho é completamente proibido A ideia de que a diminuição da produtividade está relacionado com o uso de social media no trabalho, não é uma crença de apenas países como a Índia – ver estudo, e muitos outros problemas advindos desta utilização, como problemas de segurança, deixam os empregadores reticentes. Apesar de todos os riscos, continua-se a acreditar que as vantagens da liberdade de uso são maiores.

 

Este post faz ainda mais sentido se tivermos em conta que a selecção espanhola tinha sido proibida, em finais de Maio, de usar as redes sociais, e ontem o seleccionador holandês, Bert van Marwijk, proibiu também a sua selecção de usar o Twitter durante o Mundial.

 

Possivelmente ninguém poderia antever a necessidade de uma selecção de futebol ter um código de conduta 2.0 (tal como a TAP também não pensou precisar), mas na verdade todo o tipo de instituição/organização que implique pessoas utilizadoras do mais variados tipos de social media, precisa de se precaver. A criação de um código de conduta nas redes sociais pode parecer algo pouco necessário, mas cada vez mais se vê que a melhor forma de evitar problemas será antecipá-los e que a proibição está longe de ser a solução.

Ver também.

publicado por Rodrigo Saraiva às 14:55
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Segunda-feira, 17 de Maio de 2010

estar ou não estar nas redes sociais, um case study pessoal

Penso que começa a ser conhecido o meu vício gastronómico por um bom sushi.

 

Ontem, a caminho de casa, decido ir buscar uma caixa deste manjar. Como passava junto à Beloura lembrei-me que no Fashion Spot (o antigo Beloura Shopping) havia um restaurante de sushi e resolvi ir experimentar. O nome do restaurante: Sushi San.

 

Tive azar. Apanhei, por diversos motivos, um mau serviço. Primeiro demoraram muito, mas isso até nem foi o mais grave, pois por vezes acontece uma avalanche de pedidos. E ou vamos embora ou esperamos. E eu decidi esperar. O Sushi Man foi atencioso e foi pedindo desculpa pelo atraso.

O problema veio no fim pois o pedido estava trocado, não correspondendo ao que tinha pago. E não houve por parte do restaurante um “mimo” extra como um tónico para angariar um cliente que tinha um tempo de espera considerável.

 

Podia ter reclamado no momento, mas como começava a estar tarde, a fome apertava, o meu filho queimava energias e tenho pouco perfil para reclamações e possíveis inerentes discussões, decidi seguir com o que tinha.

 

Em resumo, foi isto que aconteceu.

 

Entretanto entrei no twitter e partilhei a má experiência (com as mensagens a ficarem também no facebook). Fiquei a pensar que estas redes sociais até funcionam como um livro de reclamações de nova geração.

 

Hoje recebi, no facebook, uma mensagem de um proprietário do restaurante, preocupado com o que eu tinha escrito e a pedir se poderia explicar em pormenor o que tinha acontecido. Respondi no momento e acrescentei umas sugestões. Seguiu-se a contra resposta, pedindo desculpas pela situação, explicando os motivos pelos quais ontem tinha sido um dia atípico e agradecendo as sugestões. Fez também um convite para que regresse ao restaurante.

 

E porque escrevo eu isto?

 

Em primeiro porque devo dar o mesmo espaço de destaque ao cuidado, simpatia e atenção do proprietário que dei quando critiquei o restaurante.

 

E depois porque é um pequeno, mas bom exemplo, das potencialidades das redes sociais, neste caso do facebook.

 

Vemos muitas marcas presentes nas redes sociais. Lá está, apenas presentes. E depois não interagem com actuais e potenciais clientes. Não criam relações. Não promovem engagement. E muitas há que não monitorizam o que é dito sobre elas. Neste caso o proprietário estava atento e não ficou quieto. Agiu. E de um já insatisfeito cliente conseguiu alguém disposto a dar um passo atrás e a lá voltar. De alguém a fazer buzz pela negativa, conseguiu, no mínimo estancar a crítica.

 

Até porque fiquei mesmo irritado foi quando cheguei a casa e o sushi era bom.

 

publicado por Rodrigo Saraiva às 17:46
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Terça-feira, 11 de Maio de 2010

medias e revoluções

A última personalidade a entrar no twitter com tremendo impacto foi Hugo Chávez. O Fernando e a Alda destacaram e analisaram a utilização da nova “arma para a revolução” de Chávez.

 

Chávez inovou? Depende do ponto de vista. Mas há um ponto onde o “soldado bolivariano” não inovou. Alguém se lembra de uma revolução que não tenha tido o seu media? Resta saber se Chávez conseguirá fazer a sua revolução.

publicado por Rodrigo Saraiva às 18:27
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Quarta-feira, 24 de Fevereiro de 2010

influência ... e-fluência

Já há vários anos que digo que tudo na vida está à distância de dois telefonemas. Acaba por ser a minha versão do Six degrees of separation. Será que devo adaptar o pensamento para “tudo na vida está à distância de um tweet e dois retweets”?
Dito isto, ide ler este pertinente post do FV no Buzzófias.
 

publicado por Rodrigo Saraiva às 12:38
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Segunda-feira, 1 de Fevereiro de 2010

reflexões sobre o ROI

«existem dois ROI's na comunicação. O ROI e o ROI-te de inveja.»

 

debitado aqui.

publicado por Rodrigo Saraiva às 08:41
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Segunda-feira, 16 de Novembro de 2009

Efeitos do UpLoad

Na semana passada e em sequência do lançamento do TweetLevel da Edelman, publiquei o meu resultado.

 

Por essa altura ainda estava em sabática do twitter. Passaram 4 dias e devido ao UpLoadLisboa voltei a twittar.

 

Resultado: o nível de influence aumentou simpaticamente, a popularity e o engagement tiveram ligeiras subidas e foi no que diz respeito ao trust que se verificou a maior subida de nível.

 

Interessante esta ferramenta.
 

publicado por Rodrigo Saraiva às 15:55
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Quinta-feira, 12 de Novembro de 2009

Mensurar

Uma excelente ideia da Edelman para quem atribui a devida pertinência ao Twitter.

 

Embora esteja em período de sabática e desintoxicação do Twitter, lá fui ver o TweetLevel.

 

Não tenho os níveis do Perez Hilton, mas é o que se arranja. Eis o resultado.
 

publicado por Rodrigo Saraiva às 10:38
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Quarta-feira, 12 de Agosto de 2009

Eu acho que sim!

Do PR Agency CEOs Need To Be Twittering?

publicado por Rodrigo Saraiva às 16:26
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Quinta-feira, 6 de Agosto de 2009

Jornalistas no Twitter

A ler e ver: Jornalistas portugueses no twitter, por Alexandre Gamela n'O Lago

 

 

publicado por Rodrigo Saraiva às 17:23
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Quinta-feira, 30 de Julho de 2009

O Twitter explica

O que é o Twitter? Como se usa?

Apenas as pessoas?

E as empresas? E as marcas? Como estas podem potenciar a sua presença na rede?

 

O próprio Twitter explica!

 

publicado por Rodrigo Saraiva às 15:14
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Terça-feira, 28 de Julho de 2009

Saber viver com e no Twitter

Com as novas plataformas sociais a conquistarem cada vez mais espaço, estas tornam-se uma realidade incontornável. Mas mais do que marcar presença nas redes, é preciso saber viver nas redes e com essas redes.

 

No Reino Unido o próprio governo elaborou um guia que ajuda os seus membros a marcarem presença, com a metodologia adequada.

 

publicado por Rodrigo Saraiva às 11:15
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Terça-feira, 7 de Julho de 2009

Quando o ser humano não tem juízo o twitter é que paga!

China blocks Twitter in response to riots

 

Não há dúvida que a internet, e em especial a social media, têm dado um contributo extremo nas lutas pela Liberdade.


Depois do caso mais recente no Irão, onde as autoridades não conseguiram impedir que informação e imagens chegassem a todo o mundo, é mais uma vez o governo chinês a tentar impedir, na era digital, que a comunicação siga em alta velocidade.
 

publicado por Rodrigo Saraiva às 10:25
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Sexta-feira, 29 de Maio de 2009

Real Life Twitter

 

via sixtysecondview, o blog de David Brain

publicado por Rodrigo Saraiva às 10:55
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Terça-feira, 5 de Maio de 2009

Mensurar o Twitter

Através do Sixty Second View, blog de David Brain, Presidente e CEO da Edelman Europa, ficamos a conhecer uma formula de medição de alguns critérios para a presença no Twitter, como por exemplo a popularidade (ou notoriedade), a influência e o nível de engagement.

 

 

Ainda recentemente o João Duarte fazia referência à incrível popularidade do Ashton Kutcher, agora comprovada pela métrica, mas no respeitante à influência o actor apenas surge em 4º lugar. A personalidade que reina no índice de influência, tal como no de engagement, é Jonathan Ross, um entertainer britânico.

 

As métricas, bem como os estudos, podem ser um pouco como os chapéus - “há muitos” – e por muitos que surjam e sejam publicados afirmando que o Facebook tem níveis de fidelização superiores ao Twitter, este último continua a demonstrar que é o verdadeiro fenómeno da social media.

 

Nem que seja porque é muito mais simples e logo muito mais eficaz.

 


 

publicado por Rodrigo Saraiva às 23:52
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Quarta-feira, 29 de Abril de 2009

Separados à nascença

 

 

Era inevitável este encontro.

 

O PiaR já está no twitter!

 

Se tudo correu bem com o rss e o twitterfeed o blog_PiaR terá vida própria.
 

publicado por Rodrigo Saraiva às 12:43
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Segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2009

my twitter - rsaraiva

« Apos leitura de um semanario. As Consultoras as vezes parecem uma agencia de viagens ;) »

 

publicado por Rodrigo Saraiva às 12:21
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