Terça-feira, 13 de Outubro de 2009

Rankings: cuidado!

warning: se não é um defensor de rankings não clique neste link. Os efeitos adversos podem trazer perturbações associadas a transparência.

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publicado por Rodrigo Saraiva às 10:29
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Sexta-feira, 25 de Setembro de 2009

PiaR no Podcast da Guess What

Foi com prazer que recebi o convite / desafio dos amigos da Guess What para participar no Podcast semanal. Claro que aceitei e resultou nisto.

 

Rankings, Gato Fedorento, Eleições, Briefing, recomendações ... tudo em 15 minutos. 

 

Obrigado ao Jorge, Renato e Fernando. Foi "porreiro pá!".

publicado por Rodrigo Saraiva às 13:21
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Sexta-feira, 18 de Setembro de 2009

Uma discussão em torno dos rankings

Reportagem publicada na Meios e Publicidade.

clicar nas imagens para ver.

 

 

 

publicado por Rodrigo Saraiva às 14:47
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1 + 1 = ??

Será que isto será o mesmo que isto?

 

Quem serão os protagonistas?

publicado por Rodrigo Saraiva às 12:47
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Quarta-feira, 16 de Setembro de 2009

to rank or not to rank? Rank! (3)

Tendo em conta os contributos que foram chegando, seja com dados específicos ou com dicas que permitem aprofundar a análise, continuo a actualização do ranking de facturação (vendas), que, volto a frisar, não é o que defendo ser o que deve hierarquizar ou transmitir o panorama do sector. Mas é o possível.
 

Não posso deixar de destacar o post da Domingas Carvalhosa, Directora –geral e accionista da Frontpage, com palavras simpáticas para esta iniciativa e que deixa um desafio para os players do sector remarem no mesmo sentido.
 

A lista actualizada, abaixo publicada, passa a incluir mais 3 agências: a Inforpress, a PURE Ativism e a Fonte Comunicação.
 

Depois do post do Salvador, não podia deixar de tentar encontrar a informação relativa às duas primeiras, o que foi possível. Sobre a Fonte, a quem deixo o agradecimento à Directora-geral Alda Telles, pela concisa, mas eficaz, troca de opiniões, fica também o valor, com a nota que este poderá ser actualizado.

 

LPM 8.646.588
Cunha Vaz 4.790.321
C&C 4.627.666
GCI 4.214.222
Lift 3.620.466,45
Parceiros 2.665.551
Imago 2.029.432
Porter Novelli 1.825.877
YoungNetwork 1.757.129
Unimagem 1.678.679
Inforpress 1.551.906,85
FrontPage 1.354.249
D&E Weber Shandwick  1.339.460
BA&N  721.505
PURE Ativism 597.031,62
Fonte 501.906,35
CitigateSanchis  331.970

 

publicado por Rodrigo Saraiva às 10:15
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Terça-feira, 15 de Setembro de 2009

E por outras paragens ...

BBDO assume-se como número 1 do mercado da Publicidade

 

 

publicado por Rodrigo Saraiva às 18:19
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to rank or not to rank? Rank! (2)

No seguimento da informação publicada pelo Salvador da Cunha, que também fez chegar por email, relativamente à facturação do universo Lift, deixo o ranking de facturação actualizado.
 

Embora seja discutível se os valores das diferentes empresas devam ser incluídos, nesta fase entendo que devo deixar à consideração de cada um dos players do mercado o critério a ser seguido.
 

Eu não sou da área de gestão, nem empresário do sector, pelo que não vou entrar em discussão relativamente a valores consolidados e agregados.
 

No que diz respeito a outras empresas referidas pelo Salvador, devo referir o seguinte:
 

Emirec: não foi possível obter valores de 2008, mas no post inicial ficou referida a facturação de 2007, visto considerar ser um player a ter em conta.
 

Inforpress: é um player a ter em conta, mas não consegui ter acesso a dados. Talvez por ser uma empresa de capitais espanhóis?! Mas se me chegar informação, publicarei.
 

Pure Ativism: também deve ser tida em conta, mas só consegui ter acesso a dados do grupo Ativism no seu todo.
 

Youngnetwork: é possível que haja valores de empresas relacionadas, como a PressDirecto, a NewsSearch ou a croata MeritorMedia, a ter em conta. Mas se assim for o João Duarte fará certamente chegar essa informação.
 

Grupo GCI: faltam alguns valores de empresas do grupo, nomeadamente na área dos eventos. Se for entendimento da empresa que se tenha esse valor em conta, tal como faço agora com a Lift, actualizarei o quadro.
 

Aproveito para informar que por lapso não pesquisei os dados da Fonte, mas já ontem o referi à Alda Telles. E assim que tiver os dados, também irei incluir a Fonte.

 

A situação da Lift, Youngnetwork e GCI é provável que também aconteça com outras empresas, pelo que deixo mais uma vez o pedido:
 

No caso de alguma informação estar em falta e que ajude a complementar e / ou corrigir a lista, usem e abusem da caixa de comentários ou do e-mail.
 

Fica então o quadro actualizado:

 

LPM 8.646.588
Cunha Vaz 4.790.321
C&C 4.627.666
GCI 4.214.222
Lift 3.620.466,45
Parceiros 2.665.551
Imago 2.029.432
Porter Novelli 1.825.877
YoungNetwork 1.757.129
Unimagem 1.678.679
FrontPage 1.354.249
D&E Weber Shandwick  1.339.460
BA&N  721.505
CitigateSanchis  331.970

 

 

publicado por Rodrigo Saraiva às 11:41
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O meu joelho é como as costas ... largo.

No seguimento do post sobre ranking de facturação das agências, o Salvador da Cunha (o Director Geral da Lift e não o Presidente da APECOM) depois de me ter enviado os seus comentários e contributo por mail, publicou um post dando sequência ao tema.
 

Está então cumprido um dos objectivos do meu post, colocar o tema na agenda. Talvez assim, começando pela facturação, se possa chegar ao essencial, um ranking das agências.
 

Começo por discordar do Salvador. O facto de eu ser um profissional do sector não me permite emitir a minha opinião sobre este tema em particular? Muito pelo contrário. E se já opinava sobre este assunto quando trabalhava em outra agência, não é pelo facto de trabalhar em outra que isso será diferente. Espero que essa concepção não seja consensual no mercado, pois ficaria preocupado se as agências apenas pretendessem ter nos seus quadros pessoas sem opinião ou que permitissem o condicionamento do seu próprio silêncio sobre temas abertos.
 

Trabalhe na agência que trabalhar, devo apenas ter a discernimento de não usar informação confidencial da própria empresa e, principalmente dos seus clientes e parceiros. Tal como devo ter prudência no omitir opinião relativa a projectos onde esteja envolvido.
 

O Salvador sabe que nutro por ele o mesmo respeito e consideração (nem eu nem ele estamos a ser irónicos) e tenho pena que ele considere que eu me esteja a deixar instrumentalizar pelo meu “novo patrão”. Mas até dou essa de barato. Agora afirmar que defendo ideias que não são as minhas é que já é outra história. Irrito-me, mas passa. Porque tal afirmação só se deve ao facto do Salvador não ter revisto a matéria. E essa está ali na barra direita no arquivo do blog.
 

E por falar em blog, pensei que não seria necessário recordar, mas lá terá que ser. O PiaR é um blog, sim um tal novo media, mas não é um órgão de comunicação social. E no post fui muito claro em afirmar que não estava a apresentar, nem me compete, um estudo aprofundado, pelo que lançava o tema, deixando os dados recolhidos e solicitando informação adicional e contributos.
 

E como isso é que é importante, de seguida um post com novos dados.
 

publicado por Rodrigo Saraiva às 10:43
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Segunda-feira, 14 de Setembro de 2009

to rank or not to rank? Rank!

Ao longo dos anos, como em outros sectores – públicos e privados, muito se tem falado da necessidade (ou não) da existência de rankings.
 

Eu sempre fui um defensor destes. Acho que credibilizam os sectores em causa e através da existência de informação clara e objectiva permitem a quem necessita de recorrer aos serviços de ter conhecimento da realidade.
 

Mas também sei reconhecer que a dificuldade máxima estará no consenso dos critérios a utilizar para constituir esses rankings. No sector das Relações Públicas e Conselho em Comunicação basta rever o que já foi escrito por vários profissionais ao longo dos tempos, em posts e comentários.
 

E também se colocará a questão de qual a entidade que deverá efectuar o trabalho e dar a chancela? Neste sector qual será a entidade a assumir o desenvolvimento deste trabalho? Uma consultora de gestão? A APECOM? Um Media especializado? Fica também esta questão.
 

Na actualidade não é ainda possível efectuar um ranking de análise ponderada a vários critérios, pelo que mais uma vez apenas se pode limitar a um exame elementar às facturações, mas que permite efectuar uma análise ao sector. E mesmo esta informação dá muito que pensar. Mas, como disse, é a que existe.
 

E isto já aqui o tinha afirmado.
 

De seguida deixarei os dados que me foi possível recolher, hierarquizando as agências / consultoras pela informação pública que existe através do registo de apresentação de contas. No caso de alguma informação estar em falta e que ajude a complementar e / ou corrigir a lista, usem e abusem da caixa de comentários ou do e-mail.

 

LPM 8.646.588
Cunha Vaz 4.790.321
C&C 4.627.666
GCI 4.214.222
Parceiros 2.665.551
Lift 2.132.486
Imago 2.029.432
Porter Novelli 1.825.877
YoungNetwork 1.757.129
Unimagem 1.678.679
FrontPage 1.354.249
D&E Weber Shandwick  1.339.460
BA&N 721.505
CitigateSanchis 331.970

 

 

No quadro faltam 3 empresas que acho que devem ser tidas em conta no sector, mas não foi possível ter dados de 2008, pelo que deixo, para comparação, os dados de 2007.
 

 

JLM 3.872.943
Ipsis 1.662.128
Emirec 927.178

 

 

publicado por Rodrigo Saraiva às 11:41
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Sexta-feira, 11 de Setembro de 2009

PRWeek Global Agency Report

 

No seguimento deste post, eis o site do PRWeek Global Agency Report.

publicado por Rodrigo Saraiva às 12:51
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Quarta-feira, 9 de Setembro de 2009

E por falar em rankings e crise

A PRWeek lançou o primeiro Global Agency Report Card, que analisou 24 networks mundiais de Public Relations.

 

Para esta análise as áreas de avaliação foram: business development, people, network initiatives and cohesion, and external recognition.

 

E neste primeiro ranking o ouro foi para a Weber Shandwick.

 

Em segundo lugar um empate entre a Edelman e a Fleishman-Hillard, o que também aconteceu no lugar de bronze com a GolinHarris e a Ogilvy PR Worldwide.

 

publicado por Rodrigo Saraiva às 17:57
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Terça-feira, 25 de Agosto de 2009

to rank or not to rank

Sempre fui um defensor dos rankings. É bom para qualquer sector da sociedade que se saiba qual o panorama que existe. Quer para os próprios players como para quem necessita de recorrer ao sector em causa. Um exemplo e talvez um dos mais badalados ao longo dos últimos anos, as escolas. Sou defensor e aplaudo as medidas nesse sentido.

 

Mas também sei que, ao elaborar os critérios que permitam a construção de um ranking, dificilmente haverá consensos. Mas é bom que se consiga encontrar parâmetros que permitam uma ideia, mesmo que genérica da dimensão do mercado.

 

No que diz respeito ao sector das Relações Públicas em Portugal não será fácil encontrar o tal consenso, muito menos num sector com algumas crispações. E haverá sempre a tendência de cada um valorizar o critério que mais favorece o seu desempenho. Mas uma coisa é certa, a mensuração do mercado é, em teoria, uma mais valia.

 

Fosse eu a elaborar os critérios e teria em conta itens como: facturação, número de colaboradores, número de clientes ou contratos permanentes. Pelo menos estes são valores objectivos.

 

Mas há falta de dados resta-nos aqueles que vão sendo conhecidos, a facturação. Ou o resultado liquido.
 

publicado por Rodrigo Saraiva às 12:41
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