Sexta-feira, 29 de Maio de 2009

Debate promovido pela GCI revela os temas fracturantes da comunicação - o filme

Já aqui abordámos o primeiro evento do 15º aniversário do Grupo GCI - “A Era da Comunicação”. Deixamos agora o filme que resume o evento.

 

 

Para mais informações sobre todos os eventos dos 15 Anos do Grupo GCI, consultar o site.

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publicado por Rodrigo Saraiva às 12:30
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De propagandaearte a 29 de Maio de 2009 às 21:52
Comentário sobre o debate “A era da comunicação” em comemoração aos quinze anos do Gupo GCI: PARTE I

Caro Rodrigo:
Gostaria de dizer que penso que os profissionais convidados a participar desse evento aberto pelo Sr. José Manuel Costa, Presidente de Grupo GCI – e aqui citados na por ordem de apresentação, Sr. Pedro Bidarra, Sra. Rita Torres Baptista, Sr. Edson Athayde, Sr. Pedro Casquinha e Sra. Kika Samblás, colocaram claramente e com muita probidade os seus pontos de vista sobre a quantas anda e para onde vai comunicação social.
Nesta oportunidade e após assistir o filme disponibilizado neste blog, o PiaR, o qual tenho costume de visitar por publicar comumente posts de meu interesse profissional, acho interessante colocar o meu ponto de vista acerca de suas palavras.
Estamos realmente num momento em que mudamos demais. Tudo surge e/ou muda com uma velocidade fantástica e sobre a qual não temos mais o menor controle. A quantidade de informações que recebemos ou temos disponíveis hoje em dia em um número cada vez maior de plataformas que surgem a todo momento, o que dizer do consumidor? O que dizer de uma marca? O que dizer de branding, fidelidade e fidelização? De fragmentação? De light user e heavy user e da importância de transformar o primeiro no segundo? De credibilidade, enfim.
Existem tantas vertentes que podemos seguir que acabamos por nos perder nos diversos caminhos, nas muitas linhas, nas várias tendências que a comunicação pode vir a seguir a partir – friso; a partir – do momento em que o mundo se encontra.
O crescimento das redes sociais e o início de um investimento maciço de diversas empresas nessa plataforma, por perceberem as dimensões do quinhão de lucratividade visual (branding) e financeira que pode lhes proporcionar é indiscutível. Ponto pacífico, portanto.
O que eu, como publicitário percebo, no entanto, é que a busca pelo cliente, pela fidelização do consumidor por assim dizer e pela transformação de uma marca em “Love Mark” continua a mesma de sessenta anos atrás. Todos sabemos que uma empresa é criada, estruturada e preparada para participar do mercado de consumo na única intenção de gerar lucro para seus proprietários e investidores. O que, na verdade não sabemos ainda, é como fazer isso; fator que considero mais agravante em todo esse processo de criar uma empresa de acordo com boa pesquisa de mercado para identificar reais interesses, necessidades e expectativas de um target previamente localizado e disponibilizar um produto ou uma linha de produtos em PDV’s ao alcance desse target, com preço compatível à sua realidade, boa qualidade, distribuição ágil e informar a ele sobre isso tudo através de uma boa campanha que utilize os meios de comunicação “corretos”.
A quantidade de “novos tipos de marketing” que surge a cada momento é absurda. Uma possibilidade quase infinita de plataformas de comunicação acaba por confundir - literalmente, confundir - o profissional de comunicação (leia-se RP’s, publicitários, marketeers e outros mais para não me estender) fazendo-o pensar cada vez mais em como otimizar melhor a verba do cliente e engordar a sua conta bancária, que, ao final, é o que interessa, é o objetivo maior de tudo isso; gerar dinheiro.
Constantemente estudamos os mínimos movimentos políticos de uma nação - ou de todas, uma vez que com a globalização estamos expostos à política de diversos países -, as tendências de consumo, os comportamentos social e de consumo que mudam na velocidade da luz e nos obrigam a ser observadores ferrenhos das diversas camadas sociais e estar sintonizados full time com as muitas “tribos”, com o que fazem, onde vão, o que querem, quanto ganham, quem são, quais suas exigências para consumir um bem palpável ou não palpável, o que pensam da concorrência comoditizada que há hoje em dia, como vêem a comunicação das empresas, o que pensam dos veículos e novas plataformas de comunicação...
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