Segunda-feira, 25 de Maio de 2009
Sabem o que penso? Em um mundo cada vez mais violento, complicado e, por consequência , assustador, no qual as pessoas “se trancam” por medo ou por um surto de introspecção – vide vizinhos de condomínios ou prédios de apartamentos – que apesar de morarem “colados” uns aos outros, na maioria das vezes nem se conhecem e muito menos se falam, o flash mob acaba por funcionar como uma gigantesca ferramenta de integração entre pessoas que nunca se viram antes mas que receberam um convite para um propósito específico e que se predispuseram a isso.
Penso que as marcas que optarem por este tipo de ação só tendam a lucrar em branding , em resultado de conceitos, em popularidade e, por consequência , em vendas. São sempre ações simpáticas e que, por mobilizarem contingente razoável de pessoas pré-dispostas a participar, contagiam quem está por perto maximizando o efeito de divulgação da marca patrocinadora.
Eu, pessoalmente, vejo com muita simpatia este tipo de “evento” e não hesitaria em propô-lo para um cliente após verificar a pertinência de sua realização, afinal, cada caso é um caso.
Marco.
Para além do valor que as flash-mobs trazem às marcas que participam no evento, os próprios centros comerciais acabam talvez por ser os principais beneficiados já que serão associados a momentos de boa disposição e surpresa. Ainda para mais, devemos ter em conta que a boa-disposição dos clientes se traduz em mais compras.
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