Terça-feira, 3 de Fevereiro de 2009

Criar 2009 IX

Ficam aqui mais algumas notas da intervenção de Don Tapscott:

 

 

O que fazem as pessoas na internet: "working, collaboration, learning ... and having Fun!!!"

 

Uma sondagem a nível mundial com a pergunta "what you rather be? Smarter or Better Looking?" os resultados foram:

69% preferem ser Smarter

31% preferem ser Better Looking

só em um país o Better Looking ficou à frente ... na Inglaterra!!!!!!

 

Durante a estadia em Portugal prometeram-lhe uma visita a uma escola modelo onde o ensino é feito através de laptops. Isto "cheira" a Magalhães.

 

A certa altura dá 7 guidelines para "conviver" com a actual internet e acompanhar o seu ritmo, a 5ª é pertinente: "don't ban the Facebook or other Net Gen Tools". Eu bem tento!

 

Os 4 P's do Marketing foram substituídos por:

Product - Consumer experience

Place - Anyplace

Price - Discover mechanisms for price

Promotion - Engagement

e acrescenta o Brand.

o que dá CADEB ... ou na sua versão ABCDE!!!!!!!

 

Do estudo que tem realizado, pode já afirmar que o aumento das competências académicas e nível de ensino é consequência do aumento do uso da internet!

 

Tudo isto, e muito mais, dito com uma retórica eficaz e muito humor.

publicado por Rodrigo Saraiva às 19:01
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1 comentário:
De propagandaearte a 6 de Fevereiro de 2009 às 18:37
Caros amigos Alexandre Guerra e Rodrigo Saraiva:

Com o devido respeito aos mestres Don Tapscott Jerome McCarthy, Robert Lauterbom, Philip Kotler, Al Ries, Willian J. Stanton e tantos, tantos outros magníficos profissionais de propaganda e marketing com os quais tivemos (e temos ainda!) a oportunidade de aprender, creio que poderíamos repensar os 4 C’ s (fica como sugestão) para a forma que segue abaixo:

Cliente – ATENDIMENTO/ENVOLVIMENTO – Clientes e produtos/serviços devem, a meu ver, ter a mesma importância. Cabe à agência desenvolver um relacionamento transparente, sincero e expor sem medo a realidade tanto do mercado, quanto da concorrência e, last but not least, dos custos que envolvem uma campanha bem planejada, criativa e, principalmente, oportuna para o cliente.
Acredito muito que um forte auxilio para a fidelização do cliente é a forma de atendimento/envolvimento da agência com ele. E isso, vamos combinar que não depende somente da agência, mas sim, de maturidade do próprio cliente para compreender essa necessidade de, digamos, “casamento” entre ele e a sua agência.
Há clientes e clientes, com o sabemos. Alguns (as grandes contas que já conhecem o processo de interface entre agência e cliente) percebem e real importância de trabalhar com profissionais e que isso tem um custo, mas que vão ser assessorados por uma empresa que está realmente preocupada com os resultados financeiros de seus clientes, pois além da paixão pela profissão sabe que disso depende a sua própria saúde financeira.
Já, outros (as contas que investem valores menos substanciais, mas que, nem por isso deixar de merecer toda a atenção), querem o máximo pelo custo mínimo, muitas vezes deixar de citar dados importantíssimos no briefing e têm quase uma compulsão por pechinchar os custos dos serviços de agência e de veiculação e produção. Esquecem-se, no entanto, que seus produtos têm um custo industrial e vão para as gôndolas dos supermercados com um preço que eles entendem ser o melhor para pagar a produção industrial, a distribuição, a promoção, tributação e outros tantos mais que incluir.
É sabido que existem parcerias entre agência e cliente que duram décadas. E se um dia acabam normalmente é por motivos outros que não seriam o caso de merecerem um comentário neste momento. Acho que essa seria uma boa alternativa. Trocar CLIENTE por ATENDIMENTO/ENVOLVIMENTO.

Conveniência – CRIATIVIDADE/ENCANTAMENTO – Existe e é plenamente possível de acontecer. O que, a meu ver, é necessário, chama-se autonomia. Uma agência não pode ficar presa a padrões de comunicação de um cliente e este deve ser aberto o suficiente para compreender que é preciso mudar constantemente. Inovar, oferecer, surpreender, ser diferente. Sem perder a objetividade. O foco, no entanto. E o mais importante: confiar e acreditar que a sua agência lhe apresentará o melhor em planejamento estratégico e de mídia e um bom conceito de campanha com criatividade suficiente para “mexer” com o target e tirá-lo da cadeira, despertando-o para a compra, que, na verdade, é o que interessa. Esse é o resultado final que todo cliente espera. Portanto, penso que poderíamos, sem susto, trocar COMUNICACÃO por CRIATIVIDADE/ENCANTAMENTO.

Custo – BRIEFING/CUSTO-BENEFÍCIO/BRANDING VALUE – Marcas que amamos, marcas inesquecíveis, anúncios que não saem da cabeça... Tudo isso leva tempo e tem um custo. A boa imagem de uma marca é condição sine-qua-non para alavancar vendas, mas mesmo assim, se a empresa pára de anunciar, de se fazer presente, de inovar, de surpreender, de encantar, não há marca que resista. Ela vai perder para a concorrência, vai perder mercado, obviamente, e está condenada ao fim.
Manter uma marca ativa na memória do target, vendendo, vendendo, vendendo tem um custo. Não é barato e nem está ligado só à comunicação da marca. Distribuição, modernização constante, gestão impecável, tecnologia de ponta no parque industrial e na administração e etc., etc., etc.
Esse investimento valoriza a marca. Portanto creio que BRANDING VALUE seja mais adequado que simplesmente CUSTO.

Para não fazer uma confusão de letras, os 4 C’s poderiam passar a se chamar então “ENVOLVIMENTO CRIATIVO PARA BRANDING VALUE.”

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