Sempre fui um defensor dos rankings. É bom para qualquer sector da sociedade que se saiba qual o panorama que existe. Quer para os próprios players como para quem necessita de recorrer ao sector em causa. Um exemplo e talvez um dos mais badalados ao longo dos últimos anos, as escolas. Sou defensor e aplaudo as medidas nesse sentido.
Mas também sei que, ao elaborar os critérios que permitam a construção de um ranking, dificilmente haverá consensos. Mas é bom que se consiga encontrar parâmetros que permitam uma ideia, mesmo que genérica da dimensão do mercado.
No que diz respeito ao sector das Relações Públicas em Portugal não será fácil encontrar o tal consenso, muito menos num sector com algumas crispações. E haverá sempre a tendência de cada um valorizar o critério que mais favorece o seu desempenho. Mas uma coisa é certa, a mensuração do mercado é, em teoria, uma mais valia.
Fosse eu a elaborar os critérios e teria em conta itens como: facturação, número de colaboradores, número de clientes ou contratos permanentes. Pelo menos estes são valores objectivos.
Mas há falta de dados resta-nos aqueles que vão sendo conhecidos, a facturação. Ou o resultado liquido.
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