Quarta-feira, 3 de Setembro de 2014

Uma rentrée jornalística turbulenta

A rentrée jornalística está a ser turbulenta, com várias movimentações ao nível das cúpulas de alguns jornais. Há quem diga que não vai ficar por aqui e é muito provável que este sector venha a conhecer mais novidades nos próximos tempos. Quem sabe, a criação de novos projectos ou a reformulação de outros já existentes.

 

Para já, as novidades que se conhecem referem-se ao DN, ao semanário Sol, ao jornal i e ao Record. Porém, é expectável que mais coisas aconteçam nestes meios, por exemplo, ao nível da dinâmica entre o DN e o JN ou entre o Sol e o i. Refira-se que, embora seja praticamente inexistente comercialmente, o i é um produto muito interessante e que poderá ter futuro se for bem pensado e orientado.   

 

Quanto ao Record, tem a dupla vantagem de se alimentar do filão do futebol (bem mais rentável do que o da política ou da economia) e de ter a poderosa Cofina por trás. 

 

À parte destes meios, também outros deverão (ou deveriam) vir a passar por algumas mudanças.

 

Além disso, vai ser muito interessante ver se o projecto Expresso Diário se afirmará categoricamente, porque, caso contrário, corre o risco de morrer ainda durante o primeiro ano da sua existência. 

 

Por outro lado, o Observador terá nos próximos meses uma fase importante do seu crescimento, já que parece estar a "entrar bem" num tipo de leitor mais jovem e urbano. Mas a questão principal é perceber se aquele projecto terá capacidade financeira para se manter operacional, independentemdente das receitas, sem compromoter a sua qualidade. 

publicado por Alexandre Guerra às 13:15
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