Terça-feira, 24 de Janeiro de 2012
dos prémios (dos que queremos) II

Já está a decorrer, até dia 28, a segunda fase da votação "Blogs do Ano 2011", iniciativa do Aventar.

 

O PiaR está na short list de 5 da categoria "Comunicação e Media" e neste momento está em último. Pelo que se aplica totalmente a palavra INVERTER. Ora metam lá o PiaR em primeiro. É só ir aqui e descer até à categoria e votar.

 

 



publicado por Rodrigo Saraiva às 13:11
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Terça-feira, 17 de Janeiro de 2012
dos prémios (dos que queremos)

O blog Aventar, um dos mais dinâmicos na blogosfera nacional, lançou o prémio Blogs do Ano 2011. Depois do tempo de nomeações, em que todos podiam sugerir blogs, as listas, por categoria, fecharam e começou a votação online. O PiaR é um dos candidatos na categoria Comunicação e Media, contando no momento em que escrevo este post com 6% das preferências. Claro que contamos convosco para subir este resultado. E, já agora, ganhar ;)

 

Ora, seja simpáticos aqui com o poleiro, ou seja, ide votar. E se quiserem têm outras categorias para escolher.

 

 


publicado por Rodrigo Saraiva às 18:40
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Terça-feira, 14 de Junho de 2011
Prémios Meios & Publicidade '11

Na última edição impressa da Meios & Publicidade são apresentados os nomeados aos Prémios anuais desta publicação, pelo que deixo algumas notas que me ocorreram.

 

Nesta edição dos Prémios existe um novo modelo de votação, possível sinal que a M&P esteve atenta às criticas do passado.

 

Os Prémios M&P tem um pormenor que gosto, e acho que já o escrevi aqui no PiaR. Para todos os nomeados apresentam as razões, os argumentos. Em outros prémios, até de outros sectores, ficamos sempre sem saber os porquês. Aqui, concorde-se ou não, sabemos.

 

Ao nível da categoria “Agências de Comunicação” (já se mudava o nome da categoria), pode-se dizer que não há grandes surpresas. Mas devia. Fico com duas dúvidas. A primeira o porquê da ausência da BAN. Daquilo que é conhecido, em termos de new business tiveram uma melhor prestação que alguns dos nomeados. Mas isto pode ser a minha memória a levar-me em erro. A segunda dúvida é a diferença entre estes prémios e outros, os Reputação da APECOM, que a M&P foi media partner. Visto que para a M&P a Consultora que venceu a categoria “Consultora de Comunicação do Ano, a M Public Relations, não apresenta argumentos para ser nomeada. Bem sei que há uma diferença temporal na análise de ambos os prémios, mas não me parece razão suficiente.

 

De realçar que depois de terem deixado cair, na edição anterior, a categoria “Nova Agência de Comunicação”, nesta edição mais uma categoria fica na gaveta: “Personalidade de Comunicação”.

 

Agora, aguardemos pelo fim da votação e pela Gala.

 



publicado por Rodrigo Saraiva às 15:15
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Quinta-feira, 26 de Maio de 2011
Prémio Marketeer :: o vídeo

A Virginia já aqui deixou uma pequena nota sobre os Prémios Marketeer. Hoje deixamos as imagens.

Tendo em atenção o minuto 5,14 o post podia chamar-se "quem brinca com o fogo ..."

 

 

 



publicado por Rodrigo Saraiva às 09:56
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Segunda-feira, 7 de Fevereiro de 2011
... ora dá mais um, que só dois é um pouco ...

Não tenho tido tempo para grandes posts, nomeadamente sobre algumas coisas que se passaram neste sector nos últimpos tempos, como é o caso dos Prémios Reputação. Como o tempo continua a ser curto e outros há que vão fazendo interessantes análises, deixo o link para o post do Jorge Azevedo sobre os Prémios Reputação.

 



publicado por Rodrigo Saraiva às 12:42
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Sábado, 31 de Julho de 2010
abrir o flanco

Não me vou, para já, alongar muito sobre este tema. Mas há uma coisa que não posso deixar de dizer. O Salvador pode argumentar muitas coisas, o que não pode é pedir para não fazerem ao projecto “Prémios Reputação” exactamente aquilo (por exemplo, aqui e aqui) que fez ao, então, renascido briefing, «Deitar já abaixo, levantando suspeitas».



publicado por Rodrigo Saraiva às 16:34
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Quarta-feira, 30 de Junho de 2010
Word of Mouth - Ariane Feijó

 

  

 

 

Festival de Relações Públicas de Cannes

 

por: Ariane Feijó

Gestora de conteúdos e parcerias - Promoview

 

Jamais imaginei, como relações públicas apaixonada por Relações Públicas,  participar de um festival de publicidade (!) em Cannes. E certamente se isso tivesse acontecido há 5 ou 10 anos a sensação não teria sido a mesma de ter participado nesta última edição. Para mim foi uma grata surpresa estar no meio de colegas de comunicação e amigos que foram de bastante longe até o Palais des Festivals receber um Silver Lion justo na categoria de PR. De todas as vivências de cinco dias em Cannes, para mim o que valeu foi constatar o quanto aquele conceito já bastante repetido começa, finalmente, a realmente se apropriar de seu significado: a comunicação integrada.

 

Um evento da magnitude de Cannes traz para qualquer profissional benefícios que vão além da participação em palestras, workshops ou cerimônias de premiação (e das festas, encontros e eventos que acontecem nos hotéis e nas plages!). É um momento único de vivenciar experiências de comunicação com profissionais das nossas áreas de todo o mundo; uma imersão nesse nosso universo paralelo, feito de idéias, criatividade, campanhas, ações, planos e projetos. É a chance de enxergar em escala global o que cada nuance cultural torna as relações públicas únicas em cada lugar deste planeta que habitamos. É um encontro com o verdadeiro significado da palavra Cultura, em toda a sua dimensão.  Sempre fui fã de carteirinha dos encontros profissionais e o que vi na Côte d’Azur me estimulou ainda mais a difundir a importância e o valor dos mesmos.

 

Tive a chance de conversar com vários profissionais e jurados de algumas categorias não-publicidade, mas me atenho aqui às palavras de Rosana Monteiro, diretora da Ketchum para o Brasil e única jurada lusófona da categoria de RP: os relações públicas precisam aprender a se vender! Tenho certeza que esta frase não é novidade para ninguém.  Nós, afinal de contas, somos (ou éramos?) os profissionais dos bastidores do palco, da preparação do discurso do presidente, da organização do evento de comunicação interna ou da reunião com os governantes do País. Salvo raríssimas exceções, nunca estamos no palco, discursando, falando para centenas de funcionários num evento de comunicação interna ou nos reunindo com o poder máximo de nossos países.  Rosana bateu muito na tecla da qualidade dos cases apresentados, do foco nos resultados com a mesma força do que o foco no planejamento, de nos integrarmos às outras disciplinas da comunicação para preparar apresentações em festivais como Cannes – uma metáfora do que, há tempos, sabemos que deveria acontecer no mercado. Foram pouquíssimos o cases lusófonos apresentados  e, dentre estes, menor ainda o número de cases inscritos por agências de RP. Nossa categoria em Cannes não teve ainda Bronze Lions, devido ao baixo número de inscrições.

 

É fato: há muito o que melhorarmos, mas também muito do que nos orgulharmos. A bela campanha da Leo Burnett para o LIDL (A Maratona pela Água) trouxe um Silver para Portugal.  O Brasil levou três. Todos eles para agências de publicidade, numa categoria que concorre a leões em Cannes pelo segundo ano. Ainda usando as palavras da Rosana, “temos que nos apropriar da categoria de RP”. Precisamos nos preparar, inscrever, convidar os clientes para inscrever junto conosco, apostar nas nossas histórias de sucesso e fazer parte, de vez, desse incrível contexto de comunicação que temos a oportunidade de vivenciar nos dias de hoje. Para finalizar, na quarta-feira recebemos um release do presidente do júri de RP e CEO da Hill & Knowlton, Paul Taaffe, propondo a mudança do nome do festival para abarcar todas as disciplinas que se fazem presentes. "Cannes não é mais um festival apenas de publicidade”, disse Taaffe. Enxergo, assim, que  vivemos um marco histórico neste ano de 2010. Esta conscientização do mercado marca o ano e a vez das Relações Públicas no quase hexagenário Festival de Publicidade de Cannes. Agora é tudo conosco: a batuta para reger a comunicação na nossa posição de relações públicas genuínos nunca esteve tanto em nossas mãos.

 



publicado por Rodrigo Saraiva às 08:45
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Segunda-feira, 31 de Maio de 2010
e porque (ainda) é tempo de prémios

Um pertinente apontamento no OnPR, focando os Sabre Awards, mas não deixando de falar dos prémios nacionais.

 

Na realidade nacional ainda me questiono o porquê de haver a opção de "sacudir a água do capote"?! Nas nomeações ainda se assumem critérios, mas depois ou "chuta" para o online, ou "empurra" para as assinaturas. Será que com um júri, um "conselho de sábios", o diz que disse ainda seria maior?



publicado por Rodrigo Saraiva às 10:15
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Terça-feira, 25 de Maio de 2010
já que estamos numa de prémios

O Pedro Rodrigues, aka the eventologist, partilhou no blog o vídeo de quando a Desafio Global participou na gala dos Prémios Eventoplus, em Espanha, e “limpou” os principais galardões da noite. Um momento que deve ser positivamente registado.

 

 

Mas este vídeo merece mais dois apontamentos.

 

Em primeiro, mesmo com pré-aviso, é de salutar o portunhol, bem melhor que o de José Sócrates. Até porque enquanto estavam no palco, e discursavam, os pensamentos deviam ser “toma … pimba … nha nha nha” e afins.

 

Em segundo, ora, se bem percebi nestes prémios há os que são conferidos por um júri e os que são atribuídos pelo público, certo?



publicado por Rodrigo Saraiva às 15:53
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Segunda-feira, 24 de Maio de 2010
Ainda na ressaca dos Prémios M&P

Um jantar prolongado em noite praticamente de Verão contribuiu para que o autor destas linhas chegasse já muito perto da Meia Noite ao Centro de Congressos de Lisboa para assistir à cerimónia da entrega dos Prémios M&P 2010 na passada Quinta-feira. Foi a primeira vez que esteve presente no evento e confessa que não ficou fã do formato nem da dinâmica. Muito estático, pouco imaginativo e fastidioso. Pouco condizente com um sector que em nada pode ser confundido com aqueles adjectivos.

 

O PiaR lança, assim, um desafio à M&P para que encontre um formato mais apelativo, mais curto e mais mexido. E, já agora, talvez fosse positivo reorganizar algumas categorias.

 

Críticas (construtivas) à parte, é justo reconhecer que a iniciativa da M&P merece ser elogiada e apoiada pelo esforço feito na institucionalização de uns prémios que, bem ou menos bem, pretendem valorizar o trabalho que muitos profissionais vão desenvolvendo ao longo do ano.

 

Não é de mais sublinhar o mérito da equipa da M&P ao ter conseguido colocar estes Prémios no topo da agenda, os quais, apesar de todos os defeitos e críticas, mobilizam as principais figuras e empresas do sector da comunicação, relações públicas e publicidade em Portugal.

 

O resultado é perfeito e agrada a todos? Certamente que não. E, para bem dos próprios Prémios e sua credibilização, existem vários ângulos que deverão ser revistos e melhorados, nomeadamente a questão das votações.

 

Seja como for, os Prémios M&P acabam por ser a festa de celebração para os profissionais do sector. Um momento de glória ao qual todos querem ascender, embora poucos o admitam. 

 

É por isso que, na opinião do autor destas linhas, aquilo que desperta mais interesse não é tanto saber quem ganhou Prémio A ou Prémio B, mas sim observar de forma mais luminosa e transparente comportamentos e atitudes dos intervenientes do sector que, normalmente, se manifestam sub-repticiamente ao longo do ano, seja através de “recados”, de “campanhas subversivas”, de “mensagens encriptadas”, entre outros canais menos directos e frontais.

 

Por esta altura do ano tudo se revela e todos se revelam de forma mais desinibida, surgindo as histórias, as críticas, as expectativas, as invejas, os falsos desinteressados, os muito empenhados, os vencedores cativos, os vencidos amuados…

 

Tudo começa logo quando são anunciadas as nomeações. Quem ficou de fora pergunta porquê. Quem foi nomeado pergunta porque foi nomeado também o seu rival, e por aí fora.

 

As “histórias” e as “manobras de bastidores” prolongam-se até às horas anteriores à cerimónia. Na própria noite da entrega dos Prémios os presentes já não conseguem camuflar mais as suas rivalidades e ódios de estimação.

 

Por exemplo, foi curioso constatar quão tímidas foram as palmas quando o Prémio de Personalidade Publicidade foi entregue a Duda Mendonça (relembre-se que é o mesmo Duda Mendonça que foi alvo de uma campanha “camuflada” lusa depois de ter ganho a tão apetecida conta do Pingo Doce).

 

As desilusões e as birrinhas de quem perdeu são muito divertidas, com os vencidos a abandonarem de imediato o Centro de Congressos numa espécie de voto de protesto. Ou, mais hilariante ainda, é ver no final da cerimónia determinado líder rodeado da sua “entourage” feminina a congratular-se por um Prémio que lhe é atribuído quase que por inerência.

 

Tudo isto é muito interessante de se observar porque, de certa maneira, é revelador da natureza do sector da comunicação, relações públicas e marketing em Portugal. Uma aldeia onde todos se conhecem (e onde certamente há talento), mas na qual cada um vive dentro da sua “quintinha” inebriado por um ego gigantesco, que espera ser alimentado na noite dos Prémios da M&P.

 

Poderá perguntar o leitor se não será uma visão demasiado conspirativa do sector? Talvez, mas é inegável que todos estes contornos cénicos fazem parte do “espectáculo” que normalmente rodeia os Prémios M&P. É por isso que, mais do que conhecer a lista dos vencedores, o divertido é estar-se atento às movimentações que antecedem os Prémios e observar as reacções, as desilusões e as frustrações na noite da cerimónia.

 



publicado por Alexandre Guerra às 00:04
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