Tem lugar amanhã, dia 17, e no dia 18, no Museu do Oriente, o IV Congresso da Distribuição Moderna, intitulado "Ganhar o Futuro".
Entre os temas debatidos neste congresso, organizado pela APED (Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição), estão as "Tendências de Futuro: Novos Consumidores e Novos Canais” e "Um rumo com futuro para a economia nacional", fazendo parte dos diferentes painéis nomes tão conceituados quanto Daniel Bessa (professor e economista), Rui Leão Martinho (Bastonário da Ordem dos Economistas), Artur Santos Silva (chairman do BPI), Paulo Azevedo (ceo da Sonae), Américo Ribeiro (diretor-geral da Auchan Portugal), ... e o prémio Nobel da Economia, Joseph Stiglitz.
A sessão de encerramento conta ainda com a ilustre presença de Álvaro Santos Pereira (poderão encontrar todo o programa aqui).
O PiaR estará presente, sendo que durante esta semana poderão contar com posts dos momentos e palestras mais marcantes!
O Alexandre foi praxado enquanto palestrante.
O PiaR reforçou a equipa, com a entrada da Virginia e do António.
O PiaR festejou o seu 3º aniversário.
E foi criada a primeira app do PiaR.
Com o passar dos meses as tricas sectoriais arrefeceram.
Pelo meio houve o fenómeno SpinDoutor.
Houve muito debate entre os profissionais, destacando-se o tema da “Ordem”. Um grupo de profissionais, onde me insiro, anunciou a criação de uma Associação, mas que por diversos motivos, ficou em “banho-maria”.
As associações existentes parece que também entraram a “banhos”.
Teve lugar a primeira edição dos prémios Reputação.
Os PR After Work continuaram, tendo chegado à VII Edição e com uma edição a Norte.
Nasceram mais poleiros blogosféricos na área da comunicação. Mas os blogs já produziram mais.
Embora em menor quantidade, mas mantendo a qualidade, continuámos a receber convidados para Word-of-mouth.
Os Young Lions, em Cannes, abriram a secção de PR.
As redes sociais aumentaram a sua influência, mas as PR não ganharam totalmente a “guerra”. Talvez por isso se continue a assistir a muitos erros e várias crises.
Confirmaram-se fusões e casamentos no sector. Ipsis com Emirec e M com Corpcom são melhores exemplos. E, mesmo em tempos de crise, surgiram algumas novas agências.
Em Abril iniciei novo desafio profissional, na Parceiros de Comunicação. O Alexandre manteve-se um Special One. A Virginia e o António também tiveram mudanças.
Larry King, um Comunicador de excelência, esteve em Portugal. E aqui no PiaR vibrámos e ao vivo.
O UpLoad insistiu em mais uma edição e o sucesso foi tremendo.
O fim do ano aproxima-se, tal como o novo ano, e chega-se à época de serem feitos balanços e projecções. O António (sim, parece que está de regresso às postas) já aqui dissertou sobre as tendências para 2012. E eu, aproveitando umas breves férias, estou a rever o que aqui foi escrito ao longo de 2011 para vos deixar um "foi um ano em que ...", à semelhança do ano passado. Entretanto serviu para recordar as minhas previsões sobre os Media, que aqui deixei. Parece que só falhei uma.
O PiaR passa a estar disponível em app para os nokia, através da loja ovi.
Desta forma os utilizadores da marca podem ter acesso ao poleiro de uma forma mais ágil.
O PiaR tem, em 3 dos seus autores, profissionais que têm apostado no reforço das suas competências académicas. (eu tem sido mais bolos)
O António já podia ser tratado por Mestre, tendo obtido esse grau pela Universidade de Exeter, com uma tese em Comunicação em Gestão da Mudança.
A Virgínia continua a investir no Mestrado em Gestão, no ISCTE.
E o Alexandre desde a semana passada que pode ser, também, tratado por Mestre, depois de ter terminado o Mestrado de Ciência Política, Cidadania e Governação (na Universidade Lusófona), ao defender a sua tese “O Impacto das Novas Biotecnologias no Pensamento Político – A problemática das células estaminais embrionárias.”
O Alexandre teve como orientador o Prof. Hermínio Martins do St. Anthony’s College, University of Oxford e por unanimidade do júri, presidido pelo Professor Fernando Pereira Marques, com uma nota de dissertação de 15, eis que o podemos tratar por Mestre.
Parabéns Alexandre.
Por nostalgia, ou talvez num exercício meramente racional, quem é que não olha para trás para fazer uma espécie de balanço quando celebra mais um ano de vida? A profissão, os feitos alcançados, os fracassos, as conquistas, as derrotas, os amores, os desamores...
Correndo o risco de cair num lugar comum, é inegável que volvidos três anos desde que este poleiro começou a piar muita coisa mudou na área da comunicação. Confirmaram-se tendências, afirmaram-se outras e esbateram-se algumas.
Em Portugal, houve agências que cresceram, outras que se internacionalizaram, houve ainda outras que adoptaram novos paradigmas e, claro está, algumas que foram ficando pelo caminho.
Enfim, em traços gerais, fica-se com a ideia de que a comunicação se foi profissionalizando, sistematizando, digitalizando, tornando-se cada vez mais complexa. Uma realidade que valoriza o trabalho dos profissionais do sector e das respectivas empresas. Disso não há dúvida.
Mas, ao mesmo tempo, esta evolução da comunicação parece ter-lhe retirado alguma da sua simplicidade. Aquela simplicidade de duas pessoas à mesa do café.
Comunicar parece ser hoje tudo menos simples. E aquilo que aparenta ser simples resulta, na verdade, de processos criativos geniais e de mecanismos complexos e sofisticados.
Apesar da sua relativa facilidade de utilização, existirá alguma plataforma mais complexa do que o Facebook? O Youtube, ao qual qualquer criança consegue aceder, é sustentado por potentes servidores e composto por uma sistema de controlo e de vigilância monumental. Já a “simplicidade” do Google assenta num esquema de algoritmos alimentados por alguns dos melhores matemáticos do mundo.
Também na comunicação institucional tudo se complicou. Os novos paradigmas da sociedade assim o exigem, sendo preciso dar diferentes respostas para diferentes necessidades.
Assim, as estratégias de comunicação são cada vez mais complexas, com equipas inteiras a pensar na melhor forma de “comunicar” uma acção de uma grande empresa ou na forma de como vender um iogurte. Envolvem-se parceiros, activam-se marcas e, se for caso disso, ainda se notificam as autoridades e os governos. É quase “rocket science”.
É talvez, por isso, que nestes tempos acelerados muitos se tenham esquecido que a essência da comunicação é simples.
Tal como o é o PR After Work, que ontem realizou a sua 6ª edição (tendo uma passado pelo Porto) no ONE, em Belém. Porque como frisou ontem o Rodrigo, o PR After Work não pretende ser mais do que um encontro informal, entre amigos, colegas, profissionais, desconhecidos, para falar, beber um copo, para ver ou rever caras.
É uma forma de comunicação na sua essência mais pura. É uma espécie de regresso às origens, numa altura em que a comunicação entre as pessoas flui maioritariamente nos fóruns das redes sociais, nos blogues, nos grupos do Facebook, entre outros.
Bafejado por uma brisa marítima de final de tarde e com uma vista debruçada sobre Rio Tejo, quem passou pelo PR After Work pôde desfrutar da companhia de pessoas interessantes e simpáticas, trocar opiniões, ideias ou simplesmente conversar sobre tudo e nada.
Pôde ainda ter tido a oportunidade de saborear alguns cupcakes, gentilmente fornecidos pela Cupcakesbazaar, a quem este poleiro agradece, e que compunha o bolo de aniversário do PiaR, cujas três velas foram apagadas pelo Rodrigo, pela Virgínia e aqui por este vosso autor. O António, devido a motivos de trabalho, não pôde estar presente, mas certamente que a Virgínia lhe fará chegar um delicioso cupcake.
Embora sem a presença do representante do Governo Civil, o Rodrigo Saraiva ainda sorteou cinco cartões de visita digital Poken, cortesia da Poken Portugal, que o PiaR também agradece, assim como ao ONE pela forma amável com que receberam esta edição do PR After Work.
E como não podia deixar de ser, fica a habitual lista das empresas, entidades a agências que marcaram presença, ontem, no PR After Work: Parceiros de Comunicação, Special One, LPM, GCI, Cunha Vaz e Associados, M Public Relations, Porter Novelli, Lift, Pure Ativism, Tinkle, Lewis PR, ABE, Média Alta, Ipsis, Bloom Up, Mediaway, Global Press, Multicom, Weber Shandwick|D&E, Torke, UP Partner, Lifetime, Up Digital, BAR, Samsung, SPMSD, Hay Group, Diário Económico, Inimigo Público, RFM, Secretaria de Estado da Cultura e a Presidência do Conselho de Ministros.

A partir das 18h30, no ONE.
Os motivos habituais: convívio e network, com o plus de soprar as velas do 3º aniversário aqui do poleiro.
O PiaR agradece a simpatia de referências blogosféricas ao nosso 3º aniversário e ao PR After Work.
Obrigado a:
Pedro Correia, no Delito de Opinião;
Rui Calafate, no It's PR Stupid;
Liliana de Almeida, no Comunicação Por conta e Risco;
João Gomes de Almeida, no Capslock.

Depois de muitos pedidos, eis mais uma edição do PR After Work.
E nada melhor que ter o motivo de festejar o 3º aniversário deste poleiro.
Regressamos junto ao rio, desta vez no ONE, em Belém, no Espelho d'Água.
Local que tem restaurante, o que irá certamente fazer com que o convívio se prolongue.
Lá vos esperamos.


Faz hoje 3 anos que eu e o Alexandre lançámos este poleiro. A verdadeira história do reason why desta criação poderá, quem sabe, um dia ser contada. O que é certo é que rapidamente vimos que o PiaR passaria a ter outros objectivos e posicionamento, tal foi a positiva reacção que tivemos.
De lá para cá o PiaR tornou-se em mais que um espaço onde postávamos as nossas opiniões, questões e visões. Noticiámos, acompanhámos e até lançámos eventos. Escrevemos nós, recebemos ilustres visitantes e demos palco a novos talentos.
Manter a chama viva de um blog durante 3 anos, com uma periodicidade bastante activa, não é tarefa fácil. Por isso decidimos, em bom momento, reforçar a equipa. Ao inicio éramos dois, hoje somos quatro, após a aceitação da Virginia (que aqui nos deixa vaidosos com um amigável exagero) e do António em entrarem neste poleiro.
Olho para as estatísticas e vejo que temos mais de 109 000 visitas e mais de 150 000 page views. São números que nos deixam orgulhosos. Obrigado a todos que nos vão visitando.
Hoje festejamos 3 anos a PiaR. E porque achamos que a data merece algo que a marque estamos a preparar duas surpresas. Fiquem atentos.
do métier
o que é nacional é bom
directórios
torre do tombo
lá por fora
David Brain's Sixty Second View
OCS
bibliotecas
movimentações
fora da caixa