Segunda-feira, 14 de Julho de 2014

Fundações Jornalísticas, um livro de Filipe Alves

 

Comecei a ler este fim-de-semana o livro recentemente publicado pelo jornalista Filipe Alves (Diário Económico), de título "Fundações Jornalísticas". A associação com o artigo partilhado aqui com o Alexandre foi imediata.

 

Este livro surge no seguimento da tese de Mestrado do jornalista, que pretende explorar novos caminhos para viabilizar a actividade jornalística, como mecenato (mencionado no artigo partilhado pelo Alexandre), fundações,... É um livro de fácil leitura, com uma grande qualidade de escrita e recomendado a todos os profissionais de comunicação!

 

De realçar ainda que, para além da reflexão, podem encontrar um excelente enquadramento, com a história detalhada da imprensa portuguesa, dados e informações muito úteis sobre os grupos de media e diversos meios.

 

 

publicado por Virginia Coutinho às 09:41
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Segunda-feira, 26 de Maio de 2014

"The Social Book"

A nossa Virginia, na senda dos seus objectivos de vida, escreveu um livro. Claro que sobre o mundo digital e, naturalmente, focado no facebook.

Como se isso não fosse suficiente aliciante para a compra ela ainda decidiu, e conseguiu, elevar a fasquia. O prefácio é do Brian Solis.

Fica a sugestão para a compra e o convite para a apresentação do livro, aqui para quem se situa a norte e aqui para a zona de Lisboa.

publicado por Rodrigo Saraiva às 13:42
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Segunda-feira, 3 de Março de 2014

para a mesinha de cabeceira

Via Manuel Falcão cheguei a este link que sugere os 10 melhores best selling livros de Public Relations este ano. Escusam de ir a correr procurar no amazon pois se clicarem nas imagens já lá está o link directo. Eu fiquei já com vontade de encomendar o This Is How You Pitch: How To Kick Ass In Your First Years of PR.

 

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publicado por Rodrigo Saraiva às 09:01
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Quarta-feira, 13 de Novembro de 2013

Comunicadores de Excelência

Agora que se aproxima o Natal fica já uma sugestão de prenda. Mas na verdade, acho que não devem esperar pela época natalícia.

O Renato Póvoas desta vez não escreveu um livro. Mas é dele a responsabilidade deste “Comunicadores de Excelência” estar nos escaparates. Uma iniciativa com apoio da APCE.

Um conjunto de textos, de cases, de várias empresas e marcas, nacionais e internacionais, a operar em Portugal, que da comunicação externa à interna, da responsabilidade social ao social media, demonstram muito do que se vai fazendo na Comunicação neste nosso país. E não só, pois ainda há 3 comunicadores lusos que trabalham em outras geografias a contribuir para este apanhado. E para além destes casos o livro é complementado com um muito interessante prefácio do João Adelino Faria.

Uma leitura que vale a pena.

E este livro é ele próprio um interessante projecto de comunicação. Não apenas pelo abdicar das receitas em favor de um projecto universitário, mas também por ser um inteligente projecto de promoção e networking da Guess What, agência do duo Renato Póvoas e Jorge Azevedo, dois dos profissionais (e empresários) deste sector por quem nutro grande simpatia e respeito e admiração profissional.

E convém recordar o que aquiaqui foi dito sobre o primeiro livro do Renato.

publicado por Rodrigo Saraiva às 10:49
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Segunda-feira, 6 de Maio de 2013

Um comunicador nato, nas tribunas e através da escrita

Em Portugal existem alguns (poucos) actores políticos que se destacam pela sua capacidade comunicacional. Goste-se ou não das suas opções políticas, concorde-se ou não com os seus alinhamentos ideológicos, é legítimo reconhecer que Pedro Santana Lopes é um dos políticos que domina a arte de comunicar.

 

São conhecidos os seus dotes oratórios, a sua capacidade combativa e a forma como nunca, com os custos inerentes, se inibiu de dar a sua opinião, mesmo em momentos que supostamente não faria sentido puxar por determinado tema.

 

E mais uma vez assim é. Chega hoje às livrarias o seu mais recente livro, “Pecado Original: O Choque Constitucional entre Belém e São Bento”. Um trabalho que iniciou há dois anos e “pretende compreender o sistema de Governo português, tradicionalmente definido como semipresidencialista, com particularidades únicas, quando comparado com os restantes casos europeus. Depois de 37 anos de vigência da Constituição, é tempo de questionar os impasses que este sistema misto origina. Afinal, o Presidente da República e o Primeiro-Ministro têm sensivelmente os mesmos poderes constitucionais desde 1982, ou seja, há mais de 30 anos”.

 

É um livro que propõe a clarificação do sistema político português, porque “enquanto nada for feito, o equívoco constitucional continuará a ser gerado por este braço de ferro, certamente com períodos de maior acalmia. Mas, pela história destas mais de três décadas de sistema constitucional, em Portugal, o mais certo é a instabilidade permanente, real ou potencial”.

 

Esta terça-feira, na Fundação Arpad Szense-Vieira da Silva, às 18h30, haverá um debate de apresentação do livro com a presença de Pedro Santana Lopes, do Professor Manuel Braga da Cruz, ex-reitor da Universidade Católica, e da jornalista do Expresso, Luísa Meireles.

 

Se Pedro Santana Lopes é reconhecido como um tribuno de excelência, recordo diversos discursos seus em congressos do PSD, não se pode deixar de o reconhecer como um Comunicador nato fora dos palcos de um congresso. Seja na rua em campanha, seja num estúdio de televisão a comentar, seja a postar no seu blog ou numa crónica num jornal, seja, cá está, através de um livro.

 

publicado por Rodrigo Saraiva às 14:22
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Terça-feira, 21 de Agosto de 2012

A Escola do Expresso

A Escola de Atenas, Rafael (1483-1520), Palácio Pontifício, Cidade do Vaticano

 

A lista dos “50 livros que toda a gente deve ler” elaborada por um grupo de “iluminados” do Expresso, e que este autor teve conhecimento através do post da Virgínia, é um exercício que revela o que de pior há na suposta elite intelectual portuguesa.

 

Se a rubrica do Expresso fosse algo como as “nossas escolhas” ou os “nossos livros preferidos”, ou então “obras de referência”, este poleiro inibia-se de qualquer comentário, respeitando a liberdade de cada um ler (ou fazer) aquilo que bem entende e de poder partilhar as suas preferências. Se fosse esse o caso, estaria-se apenas no campo subjectivo de uma saudável discussão de gosto.

 

No entanto, esta lista do Expresso é outra coisa. É uma espécie de “roteiro” para que a mais simplória pessoa possa ver a luz da sabedoria e ascender à condição de membro de pleno direito na “cidade” (por falar nisso, em tanta sabedoria junta, ninguém referiu a incontornável “Política” de Aristóteles).

 

Esta lista elenca aquilo que todos os cidadãos “devem” ler. Alinhando pelo mesmo princípio, podia ser também uma lista daquilo que “toda a gente” devia "ouvir", "comer" ou "fazer".

 

A lista apresentada espelha a tentação que a elite intelectual deste burgo tem para desempenhar o papel de “educadora” dos menos esclarecidos. Já para não falar no snobismo (e também parolice), porque a julgar pelas obras referenciadas para “toda a gente” dir-se-ia que Portugal é um país de eruditos.

 

E na verdade não é assim, nem tem que ser. Isto faz lembrar a tal conversa de outros anos (mas ainda com adeptos) que todos tinham de ser “doutores” ou “engenheiros”. Hoje, percebe-se que o importante é cada um seguir a sua vocação, seja ela qual for, da forma mais profissional possível e com muito empenho.

 

As “elites” portugueses rendem-se quase sempre à vaidade, esquecendo-se que as escolhas feitas não são para “toda a gente”, nem devem ser, seja por uma questão de gosto, de prazer ou de predisposição (embora todos os possam ler).

 

O autor destas linhas facilmente elaboraria uma lista de 50 coisas que os ilustres Ana Cristina Leonardo, Clara Ferreira Alves, Henrique Monteiro, José Mário Silva, Luísa Mellid-Franco e Pedro Mexia “devem fazer”, sabendo à priori que estes dificilmente riscariam nem que fossem cinco “tarefas” dessa mesma lista.

 

O que não deixa de ser natural, tendo em conta os diferentes gostos, prazeres, idades, interesses, mundos em que se movimentam, e por aí fora, entre o autor destas linhas e aquele “grupo” de eruditos.

 

Seria, assim, um exercício de pura sobranceria e de cegueira intelectual que este vosso autor ousasse listar 50 coisas que “toda a gente deve fazer”, ou 50 livros que “toda a gente deve ler”, ou 50 músicas que “toda a gente deve ouvir”, sempre numa perspectiva paternalista com o objectivo de contribuir para evolução do estádio da educação dos cidadãos.

 

Seja como for, olhando para a lista do Expresso, menos mal quando os eruditos já aqui referidos se ficam pelo “deve”, porque ainda não chegou tempo das elites dizerem ao povo aquilo que “têm” de ler.

publicado por Alexandre Guerra às 17:25
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Sugestões de Verão

 

O Expresso publicou as "50 livros que toda a gente deve ler" e, embora tenham ficado de fora alguns excelente clássicos, é uma forma de facilitar a escolha dos livros de praia.

 

Podem encontrar a lista aqui e deixo mais umas sugestões:

 

"O Retrato de Dorian Gray", Oscar Wilde

"O Perfume", Patrick Suskind

"Cem anos de Solidão", Gabriel Garcia Marquez

"O Deus das Pequenas Coisas", Arundhati Roy

" Orgulho e preconceito", Jane Austen.

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publicado por Virginia Coutinho às 11:56
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Segunda-feira, 16 de Julho de 2012

"Má Despesa Pública" de Bárbara Rosa e Rui Oliveira Marques apresentado hoje

 

Em tempos de enormes dificuldades económicas e financeiras, consequência em grande parte da gestão irresponsável do erário público que se fez em Portugal durante anos, é importante que os cidadãos saibam a forma como o Estado, a vários níveis, tem gasto o dinheiro dos contribuintes em todo tipo de projectos e de iniciativas.

     

É sobretudo importante perceber-se de forma concreta e objectiva como tem sido feita despesa (leia-se “má despesa”) em Portugal com dinheiros públicos. E este exercício só podia ser feito através de exemplos reais, casos concretos.

 

Foi isso mesmo que a jurista Bárbara Rosa e o jornalista Rui Oliveira Marques fizeram: primeiro, com o blogue “Má Despesa Pública”; e agora, através de um livro homónimo, que aprofunda o trabalho de investigação e de pesquisa, apresentando casos inéditos, com base em nova documentação consultada e em "fontes" que ainda não tinham sido ouvidas.  

 

O livro “Má Despesa Pública” apresenta inúmeras histórias, algumas delas “caricatas”, umas “preocupantes” e outras “que deviam ser investigadas pelas autoridades competentes em matéria penal”.

 

E é esta uma das virtudes deste livro, já que mergulha directamente nos casos concretos de “má despesa”, distanciando-se das grandes teorias económico-financeiras que todos os dias se ouvem repetidamente nas televisões e que pouco dizem aos portugueses.

 

Ao ler as histórias deste livro percebe-se para onde vai o dinheiro e, mais importante, fica-se com uma ideia muito clara dos critérios orientadores das entidades públicas em relação às suas despesas. Porque, infelizmente, estas histórias apresentadas no livro “Má Despesa Pública” espelham uma lógica de gestão reinante no Governo, nas juntas de freguesia, nas câmaras municipais, nas fundações, nos institutos, nas empresas públicas e municipais.   

 

“Má Despesa Pública” é apresentado hoje ao final da tarde, pelas 18h30, na Livraria Alêtheia (Rua do Século, 13, Lisboa). O PiaR deixa aqui o convite.

publicado por Alexandre Guerra às 07:48
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Sábado, 16 de Junho de 2012

Boa leitura made in Portugal

 

O autor é Pedro Santos, que se aclama um "Entrepreneurship Evangelist" e o livro tem como título "European Founders at Work".

 

O livro foi escrito no seguimento da realização de entrevistas a alguns dos fundadores de várias startups de sucesso do panorama europeu. Vi uma pequena apresentação do autor na Switch Conference e estou ansiosa para lê-lo!

 

Se alguém já o fez, fica o apelo para que deixem a vossa opinião.

 

publicado por Virginia Coutinho às 12:00
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Segunda-feira, 23 de Abril de 2012

Hoje é dia Mundial do Livro!

 

E como tal, deixamos-vos aqui a lista dos melhores livros de sempre (Fonte: The Telegraph).

 

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publicado por Virginia Coutinho às 11:19
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Segunda-feira, 21 de Novembro de 2011

leituras

Depois do relações públicas sem croquete - uma visão moderna das RP, do Renato Póvoas, eis que é lançado mais um livro que foca o mundo das public relations. Desta vez o autor é João Figueiredo, com o Mais Capital com as Relações Públicas que será lançado a 28 de Novembro, em Ponta Delgada.

Aguardemos então a chegada aos escaparates.

 

 

publicado por Rodrigo Saraiva às 10:18
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Segunda-feira, 5 de Setembro de 2011

Uma crise, múltiplas oportunidades

 

Nesta crise, que se tem vindo a prolongar e cujo fim não se vê, muito se ouve falar sobre oportunidades de negócio e necessidade de arriscar.

 

São poucos os que têm a ousadia de o fazer, mas existem!

 

Jeremy Gutsche, Chief Trend Hunter do trendhunter.com, é autor de “Exploiting Chaos”, um livro que explora esta temática de uma forma inspiradora.

 

Sendo este mais um livro que menciona a necessidade de arriscar e de errar, para se obter o sucesso, não pude deixar de escrever sobre ele. (embora "errar",  tal como "ser ambicioso", seja um dos tabus empresariais portugueses)

 

O livro é riquíssimo em exemplos, quer de produtos, quer de marcas tão conhecidas como a Disney, MTV, Apple, IBM, GE, Burguer King, HP,... todas elas criadas em períodos de recessão económica.

 

Jeremy Gutsche aborda ainda no seu livro outros (magníficos) autores como o Ori Brafman, que menciono aqui, Paul Arden, que menciono aqui, Seth Godin, Don Tapscott,...

 

 

(caso Lucky Strike VS Camel é um dos abordados no livro)

 

Como não podia deixar de ser, deixo-lhes aqui alguns "headlines" que deixarão transparecer o conteúdo do livro, na esperança que lhes desperte curiosidade em lê-lo.

 

“The time to act is always now”

“ The only things slowing you down are the rules you need to break”

“You cannot predict future… but you can predict scenarios”

“Know when to give up. Nothing is precious” (sobre este assunto aconselho o livro “Ponto Morto” de Seth Godin)

“Fire people for not failing”

"One of the most difficult barriers to customer observation is the belief that you already understand your customer”

“Successful ideas first require excessive testing and experimental failure.”

“Culture eats strategy for Breakfast”

“The right questions don´t change as often as the answer do”

 

Mais sugestões de livros deste género são sempre bem-vindas!

 

Nota: Os maiores agradecimentos ao Miguel Reis, da Parceiros de Comunicação, que depois de ler o post sobre o livro "It´s not how good you are, it´s how good you want to be" , se prontificou a emprestar-me o “Exploiting Chaos”

publicado por Virginia Coutinho às 09:20
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Segunda-feira, 8 de Agosto de 2011

Para levar para a praia

As hierarquias são o problema de muitas organizações (e de muitas pessoas) e a complexidade/ organização do sistema, seja ele qual for, poderá ser um factor de fracasso.

 

 

 

No livro “ A Estrela-do-Mar e a Aranha”, de Ori Brafman e Tod Beckstrom, é explorado o fenómeno das organizações sem líder, nomeadamente as Peer-to-Peer. Neste livro são analisadas as vantagens e desvantagens da centralização e descentralização do poder através de uma comparação com as estrelas-do-mar e as aranhas, sempre com inúmeros (e interessantes) exemplos.

 

Um livro interessante que toca várias áreas, como a da gestão e a da psicologia, e que se lê em dois dias de praia.

publicado por Virginia Coutinho às 09:10
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Segunda-feira, 2 de Maio de 2011

Uma inspiração da publicidade...

 

 

Nunca fui adepta de livros de motivação, nem o é a pessoa que me ofertou "It´s not how good you are, it´s how good you want to be", de Paul Arden, um livro do qual fiz questão de aqui falar.

 

Paul Arden é um senhor da publicidade e, embora muitas vezes se fale numa Guerra Fria entre a Publicidade e outras áreas de Comunicação, os seus pontos de vista/sugestões podem ser aplicados a toda a área da comunicação, outras áreas de negócio e até mesmo forma de estar na vida.

 

Não me quero alongar muito sobre o autor, que afirma que ser despedido 5 vezes durante a sua carreira foi do melhor que lhe aconteceu profissionalmente (contrariamente ao que muitos de nós poderia pensar), nem do livro que nos incentiva ao risco, ao pensamento ousado e original, desafiando preconceitos sociais sobre comportamentos, requisitos, posturas profissionais apropriadas nas indústrias criativas.

 

Aqui ficam alguns excertos, em inglês:

 

"Your job at school is to accumulate and remember facts. The more you know, the better you do" (..) "It doesn´t mean they are stupid. It means their imagination hasn´t been fired up by academic intuition"

 

"People who are conventionally clever get jobs on their qualifications (the past) not on their desire to succeed (the future)"

 

"Knowlege comes from the Past, so it´s safe. It is also out of date. It´s the opposite of originality"

 

"To be original, seek your inspiration from unexpected sources"

 

"We are all in advertising. It is part of life"

 

Por fim, deixo apenas uma citação de Einstein, mencionada no livro,  "There is nothing that is a more certain sign of insanity than to do the same thingh over and over and expects the results to be different".

 

publicado por Virginia Coutinho às 08:45
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