Segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2015

A obsessão com a cobertura mediática

Um colega meu deu-me a conhecer este texto do Ragan’s PR Daily sobre a obsessão com a cobertura mediática. Kevin York, o autor, lembra que a definição de Relações Públicas não diz nada sobre “cobertura mediática” e que no início da profissão as “media relations” eram um meio e não um fim em si mesmas:

“The PR industry wasn’t founded on getting coverage. Most versions of the profession’s history include two-way communication with the public, along with informing, educating and influencing audiences. Though many early PR practitioners used media coverage as a tactic, coverage was a means to an end. It helped them reach people.”.

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E mesmo a cobertura mediática deve ser vista em função dos públicos. Não enquanto número de notícias:” If coverage appears in a publication your target audience doesn’t actually read, it doesn’t count as coverage. Target the reader, not the publication or the journalist. “.

Costumo dizer que às vezes vale mais uma breve no sítio certo que dez páginas no sítio que não vai fazer mossa nenhuma. Este artigo diz o mesmo.

“The PR industry lost its creativity—and some of its business relevance—when it became too reliant on media coverage. Media is still a valuable communications tactic, but it’s just one piece of our job, one tool in our arsenal.”, deixa em jeito de conclusão o autor.

publicado por Telmo Carrapa às 11:05
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Quarta-feira, 18 de Agosto de 2010

A mais valia de ter dois media

O sector da Comunicação (publicidade, marketing, media … tudo!) não pode deixar de se deleitar por ter dois media de trade tão inteligíveis.

 

Ora veja-se as diferentes abordagens ao mesmo assunto. Na meios e na briefing.

publicado por Rodrigo Saraiva às 15:16
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