Sexta-feira, 23 de Maio de 2014

Enquanto dormíamos...

Enquanto dormíamos... o Observador continuou com a sua estratégia de divulgação e captação de leitores. Do ponto vista da estratégia de comunicação, nada há a apontar. Criaram o emaranhado digital necessário, entre forma e conteúdo, para, quem quiser, ir ver o que por lá se passa pela manhã. Há uns dias emergiu uma polémica sobre um dos artigos lá publicados, que acabou por ter a consequência contrária àquela que aqueles que a lançaram desejavam. A essa polémica, do ponto de vista ético e mais filosófico, já respondeu José Manuel Fernandes. Não vou perder mais tempo com a adequação editorial do dito artigo. Aquilo que eu gostava mesmo de dizer é que, infelizmente, continuamos a ter uma parte da classe jornalística ideologicamente condicionada, que em vez de pensar pela sua cabeça, lamentavelmente, segue apenas orientações dadas por entidades com interesses políticos estranhos à profissão. Mas aquilo que eu gostava de dizer mesmo, é que isso é bom, e que é normal. Pelo menos é normal em todo o mundo civilizado, onde a comunicação social e os seus profissionais aceitam as suas convicções e as expressam. O que não é normal, é que se defenda um certo puritanismo profissional e uma pseudo independência, que acabam por revelar apenas uma parte das cores da paleta ideológica. Defendo, e continuarei a defender, a pluralidade e o pluralismo na comunicação social, porque para o bem e para o mal, o público ouve, lê, e vê, mas também, pensa, e sabe analisar, aquilo que à sua frente é colocado. Dito isto, e passados 4 dias do início do Observador, só posso dizer que gosto e que espero que continue a melhorar. Há coisas para afinar, o que é normal, mas é um jornal digital que segue os standards dos meios online que conhecemos internacionalmente.

 

publicado por Antonio Marques Mendes às 10:15
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