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  <title>P i a R</title>
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  <description>P i a R - SAPO Blogs</description>
  <lastBuildDate>Fri, 10 Feb 2012 10:12:25 GMT</lastBuildDate>
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  <pubDate>Fri, 10 Feb 2012 10:07:45 GMT</pubDate>
  <title>Sem escrúpulos, sem ética, sem honra</title>
  <author>Antonio Marques Mendes</author>
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  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style=&quot;border-color: initial; border-image: initial; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border-width: 0px; border-style: none;&quot; src=&quot;http://www.jornaldenegocios.pt/images/2012_02/gasparschauble.png&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Será que sou só eu que estou indignado com a divulgação absurda e desprovida de ética, pela TVI, da conversa privada entre o Ministro Vítor Gaspar e o Ministro Alemão das Finanças?&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Thu, 09 Feb 2012 23:37:44 GMT</pubDate>
  <title>Imagens que falam por si!</title>
  <author>Virginia Coutinho</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;http://www.youtube.com/embed/OTAIedFfUBU&quot; width=&quot;560&quot; height=&quot;315&quot; frameborder=&quot;0&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;Nota: Por trás de um grande homem, existe sempre uma grande mulher!&lt;/div&gt;</description>
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  <pubDate>Thu, 09 Feb 2012 18:33:16 GMT</pubDate>
  <title>reflexões sobre a comunicação como negócio (parte 3 e última)</title>
  <author>Antonio Marques Mendes</author>
  <link>http://piar.blogs.sapo.pt/325766.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;img style=&quot;border-color: initial; border-image: initial; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border-width: 0px; border-style: none;&quot; src=&quot;http://i074.radikal.ru/1108/5f/42d5bd6a1de9.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;169&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;em&gt;&quot;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;The Association exists to raise standards in PR and communications, providing members with industry data, facilitating the sharing of communications best practice and creating networking opportunities&quot; (do site da PRCA, consultado a 08/02/2012)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Olhemos agora a questão do valor dos serviços prestados. Ao contrário do que a citação possa sugerir não me vou referir (exclusivamente) ao associativismo da indústria. O leque daqueles que afectam e são afectados pelo tema (as chamadas partes interessadas, ou na linguagem corrente, e no original &quot;stakeholders&quot;)  é vasto.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Salientaria apenas alguns:&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify; padding-left: 30px;&quot;&gt;-empresários/empresas do sector&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify; padding-left: 30px;&quot;&gt;-empregados do sector&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify; padding-left: 30px;&quot;&gt;-associações sectoriais (J)&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify; padding-left: 30px;&quot;&gt;-universidades e politécnicos (órgãos dirigentes e técnico-científicos)&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify; padding-left: 30px;&quot;&gt;-docentes e formadores&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify; padding-left: 30px;&quot;&gt;-media (&lt;em&gt;trade&lt;/em&gt; e económicos)&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify; padding-left: 30px;&quot;&gt;-ministérios (no topo dos quais se identificam: educação, economia, emprego)&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Todos estes (e mais alguns) contribuem para a criação de valor do sector. Uns porque formam os futuros profissionais, outros porque dele falam e escrevem, outros porque têm competências regulamentares e legais, alguns porque supostamente representam ou deveriam representar o sector junto de outras classes profissionais e socioprofissionais,  outros porque diariamente executam qualquer tipo de tarefa que exemplifica e demonstra aquilo que é o contributo da comunicação para a vida das organizações e para as empresas em particular.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Mas para estarmos onde estamos algo não está a funcionar como deveria. Alguma destas partes profissionais não estão a contribuir para a geração de valor, e outras, inclusive, estão a destruir valor.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A ideia de valor é central para a análise. Do ponto de vista mais filosófico valor pode ser vista como a capacidade intrínseca de um bem ou serviço produzir utilidade funcional. De um ponto de vista mais prático, e numa perspectiva mais empresarial, algo tem valor porque nós preferimos e o consideramos mais ou menos fundamental na nossa existência e acção.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&quot;Value refers to physical objects, services, or activities that are perceived by an individual or a social group as desirable. Value is a judgment made by individuals and communities that emerge in the context of interactions among economic actors and those that seek to influence them. Together they enact the specific value provided &quot; (Maas: 2009)&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ora se tomarmos como boa a perspectiva apresentada por Maas, o valor de um serviço vai variar de acordo com a percepção existente sobre o mesmo. O mesmo bem ou serviço para pessoas diferentes ou em diferentes momentos do tempo poderá ter avaliações diferentes.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A forma como a comunicação é percepcionada neste momento do tempo e espaço é resultado dos factos passados e presentes. É fruto do comportamento dos actores. São eles que emitem os sinais que vão ser considerados pelos decisores nos momentos-chave. E se os sinais são de uma certa natureza inevitavelmente as avaliações vão ser de uma certa ordem.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;As consequências são públicas e notórias do percurso até ao momento: as empresas do sector ganham, em unidade monetária hora/homem, menos do que outras áreas de consultoria (serviços jurídicos, contabilísticos, estratégicos e de gestão, etc..), um director de comunicação ganha em média menos do que qualquer outro director, as áreas de comunicação são as que mais rapidamente são afectadas em movimentos de optimização orçamental (desculpem-me o eufemismo), de reengenharia de funções e de concentração organizacional (com ou sem deslocalização). &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A área de comunicação é das que menos conta nas arenas empresariais.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Em minha opinião isto tem causas claras:&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify; padding-left: 30px;&quot;&gt;-desconhecimento por parte dos decisores do perfil da área e dos seus graus de intervenção;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify; padding-left: 30px;&quot;&gt;-a comunicação enquanto área funcional não disponibiliza demonstrações claras do seu contributo para o sucesso (seja ele financeiro como social) das organizações;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify; padding-left: 30px;&quot;&gt;-existe pouca ou deficiente formação técnica daqueles que trabalham na área;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify; padding-left: 30px;&quot;&gt;-não existem movimentos de concertação dos vários stakeholders do sector no sentido de dotar o sector de capacidade de influência sobre mercado e sociedade.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Aquilo que me surpreende (que ando há uns anos nestas coisas) é que há 20 anos atrás nós íamos a Espanha e, com ilustres excepções, o panorama era idêntico ao Português, ou seja, a percepção de valor dos serviços era idêntica em ambos os lados da fronteira. Passados estes 20 anos a diferença é abissal.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Nota final: com este texto concluo as minhas reflexões sobre a comunicação como negócio. Enquanto as Universidades não criarem parcerias com a indústria, enquanto não houver mais investigação científica sobre a área, enquanto não se começarem a aplicar os modelos de avaliação de comunicação que um pouco por todo o lado vão demonstrando a sua utilidade , enquanto não se criarem associações, uniões, federações (whatever) que focalizem interesses e que contribuam para a dignificação do sector e dos seus actores, nada vai mudar. Nunca vi nenhuma batalha ou guerra ser ganha na história da humanidade (por muito infeliz que seja o exemplo)  por causa do número de medalhas que os generais tinham ao peito, nem tampouco vi algum exército sair vencedor quando no quartel-general os oficiais discutiam a qualidade e o mérito dos seus regimentos, entre si.&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Wed, 08 Feb 2012 10:01:01 GMT</pubDate>
  <title>Hábitos de leitura e o Bibliometro</title>
  <author>Virginia Coutinho</author>
  <link>http://piar.blogs.sapo.pt/325556.html</link>
  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&quot;Ler para saber escrever&quot; é um princípio defendido por muitos...&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;As estratégias para o conseguir são muitas (ver &lt;a href=&quot;http://bit.ly/AmATK2&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;reportagem&lt;/a&gt; sobre professora da zona de Vizela que colocou os alunos a ler contos aos seus pais) mas, em 2008 (últimos &lt;a href=&quot;http://bit.ly/w5lXug&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;dados&lt;/a&gt; encontrados do assunto) apenas 44% dos portugueses afirmavam ter hábitos de leitura, sendo que dados de 2007 revelam que cerca de metade dos portugueses não lê qualquer livro num ano. &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Neste &lt;a href=&quot;http://www.publico.pt/Cultura/leitura-57-por-cento-dos-portugueses-dizem-ler-livros-1308436&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;artigo&lt;/a&gt;, Mário Vieira de Carvalho, na altura secretário de Estado da Cultura, refere que &quot;é preciso criar no espaço público, fora da escola, incentivos para que as pessoas procurem mais os livros&quot;, e é nesse sentido que este post é escrito.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Nunca tinha reparado na existência do Bibliometro, embora já exista desde 1996, no Chile, e desde 2006, em Madrid, mas agora que o fiz não quis deixar de o partilhar.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O &lt;a href=&quot;http://bit.ly/xyN3gJ&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Bibliometro&lt;/a&gt; é um serviço de &quot;extensão bibliotecário&quot; com o objectivo de mudar hábitos de leitura e de permitir o fácil acesso aos livros. São pequenas caixas, situadas nos principais metros, onde fácil e rapidamente poderemos levantar e entregar um livro. Mais informações &lt;a href=&quot;http://bit.ly/zpb19H&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Talvez esta pudesse não ser a solução para &quot;todos os nossos males&quot;, mas iria certamente facilitar a vida a muita gente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/virginiacp/fotos/?uid=dgl2WNYWQLOoMuZ6iHvQ&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0 none;&quot; src=&quot;http://c5.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B500745be/10169652_JIcNj.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;220&quot; height=&quot;293&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Nota&lt;/strong&gt;: &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Poderíamos falar ainda da opção de e-books, muitos disponibilizados gratuitamente, mas creio que poderão concordar comigo c&lt;/span&gt;&lt;span&gt;omo não existe nada comparável ao cheiro das folhas de um livro e ao prazer de sentir o papel ao mudar de página!;)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span&gt;Boas leituras!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
  <comments>http://piar.blogs.sapo.pt/325556.html</comments>
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  <category>leituras</category>
  <category>bibliometro</category>
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  <pubDate>Tue, 07 Feb 2012 17:59:15 GMT</pubDate>
  <title>reflexões sobre a comunicação como negócio (parte 2)</title>
  <author>Antonio Marques Mendes</author>
  <link>http://piar.blogs.sapo.pt/325255.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“There are three kind of companies, those that make things happen, those that watch things happen –and those that wonder what happened.” (anónimo)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;img style=&quot;border-color: initial; border-image: initial; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border-width: 0px; border-style: none;&quot; src=&quot;http://images.mylot.com/userImages/images/postphotos/1512401.jpg&quot; alt=&quot;&quot; /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Dizia eu que a questão que se colocava aos operadores da indústria da comunicação era como aumentar a percepção de valor dos serviços prestados e dos prestadores de serviços.  Para já a minha preocupação prende-se com os segundos.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Desde sempre que a sobrevivência e o sucesso depende das empresas conseguirem atingir e manter uma melhor situação competitiva, ou seja, conseguirem vencer os concorrentes graças a uma vantagem que têm sobre eles.  De acordo com a clássica formulação de Porter existem 2 grandes tipos de estratégias que permitem às empresas atingir esta vantagem competitiva e por isso terem a preferência dos clientes: preço e diferenciação; ou seja, uma empresa faz o mesmo que os outros, mas melhor, através de um modelo organizacional que lhe permite níveis de eficiência organizacional acrescida , ou então, simplesmente consegue fazer coisas diferentes dos seus concorrentes que lhe permitem a liderança sectorial, de nicho ou de indústria. Claro está que previamente tem de existir uma sólida e clara definição de mercado e em quais se pretende estar.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O sucesso depende, por isso, da capacidade de sermos mais baratos mas rentáveis, ou de uma constante capacidade de adaptação ao contexto de negócio e à contínua capacidade de nos diferenciarmos.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Esta diferenciação resulta de uma empresa possuir capacidades distintivas e uma combinação de recursos internos que as suportem.  São estas capacidades distintivas que, correspondendo às necessidades do mercado, serão capazes de produzir preferência e por isso retorno.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Competitive strategy is about being different. It means deliberately choosing a different set of activities to deliver a unique mix of value.” Porter (1996:64)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;É na diferença produzida pela conjugação irreproduzível de capacidades distintivas únicas  que está o segredo das maiores companhias mundiais de comunicação. Aquelas que não conseguiram produzir diferença e ter uma engenharia de capacidades distintivas continuadamente actualizada desapareceram, fundiram-se ou foram adquiridas, e a história da comunicação está cheia de estórias de &quot;excelentes&quot; empresas que simplesmente desapareceram sem deixar memória.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Em termos gerais distinguem-se 3 grandes tipos de capacidades distintivas que sozinhas ou em combinação, originam a tal diferença (Kay, 1993): arquitectura, posicionamento e inovação. Cada empresa deverá ter a tal combinação única que lhes dá visibilidade, reputação e, consequentemente, comportamentos de suporte do mercado.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Quando se fala de arquitectura pretende-se referir a qualidade possuída por certas empresas  de gerarem relacionamentos sólidos e únicos que se tornam uma vantagem (com empregados, com parceiros, com fornecedores, com KOL&apos;s). Posicionamento refere-se ao espaço conceptual ocupado pela empresa que lhe proporciona um lugar único na cabeça de quem decide (vectores força dos produtos, serviços etc). Inovação diz respeito à capacidade de gerar sustentadamente novos serviços/produtos, únicos, impossíveis de serem replicados pelos concorrentes.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O mercado nacional é rico em empresas indiferenciadas e essa indiferenciação torna indiferentes os clientes. Poucas são as empresas que inovam, poucas são aquelas que têm posicionamentos claros, poucas são as que têm arquitecturas relacionais diferenciadoras. &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Indiferenciação gera indiferença. E onde há indiferença há menor percepção de valor. Todos valem o mesmo e por isso há uma depreciação do valor absoluto dos prestadores de serviços: para a maioria dos clientes o &quot;revolving&quot; é uma prática habitual porque os prestadores são percebidos como semelhantes. Daí ser tão comum na indústria da comunicação nacional o conflito e a crítica por causa dos preços: esse é o factor decisivo no momento presente; é por aí que se nivela a concorrência.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Se houvesse diferenciação e competências distintivas, se o valor acrescentado pelos prestadores de serviços fosse mais elevado, tenho a certeza que os clientes considerariam esse valor acrescentado nas suas decisões. &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Enquanto isso não acontecer vamos continuar a ver o ciclo vicioso a acentuar-se: preços baixos, recursos fracos, má percepção dos serviços, preços mais baixos, recursos mais fracos…&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Nota final: a Edelman foi considerada pelo Holmes Report como a Consultora do Ano a nível global com um crescimento de cerca de 20% em  2010-2011 e com um fee income de cerca de USD 540 milhões. A Edelman mudou em 2008 o seu posicionamento, desenvolveu metodologias inovadoras e construiu uma rede de parcerias irreproduzível pelos seus concorrentes e estreitamente ligada ao seu posicionamento. Segundo as ideias de Kim e Mauborgne eles seguiram uma estratégia Blue Ocean….e estão a ser felizes.&lt;/p&gt;</description>
  <comments>http://piar.blogs.sapo.pt/325255.html</comments>
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  <pubDate>Thu, 02 Feb 2012 11:30:02 GMT</pubDate>
  <title>reflexões sobre a comunicação como negócio (parte I)</title>
  <author>Antonio Marques Mendes</author>
  <link>http://piar.blogs.sapo.pt/325114.html</link>
  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-color: initial; border-image: initial; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border-width: 0px; border-style: none;&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-pxtprJ4Uuhs/TyqACPyWt4I/AAAAAAAAAgQ/OIVtv8c9faQ/s320/newclub_plastic_chess_set_profile_black_red_800.jpg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;320&quot; height=&quot;160&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Há cerca de 2 anos sugeri que o volume de negócios do sector da comunicação (considerado nas suas variadas vertentes pub, rp, digital e outros) iria sofrer um decréscimo acentuado por culpa do contexto económico. Hoje é claro que os negócios da comunicação sofreram uma retracção significativa. Sem ter dados oficiais, acho que não me enganarei muito ao dizer que a evolução 2010-2011 trouxe uma depreciação generalizada dos indicadores de gestão e uma redução do valor total das empresas do sector. E se o clima económico explica parte desta situação há outros factores que devem ser contabilizados.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O sucesso de qualquer agência/consultora resulta do encontro entre as necessidades sentidas pelos clientes com as qualidades disponibilizadas pelas consultoras. No limite a decisão de contratação de uma consultora/agência resulta de uma decisão racional do decisor empresarial/institucional com base na percepção de valor associado ao serviço e ao prestador desse serviço. Nesta perspectiva o contratante define a sua noção de valor e encontra o preço de equilibrio para a noção de valor definido.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Estou convencido que os negócios da comunicação em Portugal sofrem de problemas por estas duas vias (para além do contexto económico): pelo valor atribuído aos serviços e aos prestadores de serviço. Se há honrosas excepções (que se saúdam e incentivam), para a maioria das empresas a situação tenderá a piorar, e se os gestores das empresas de comunicação nada fizerem sobre a construção de valor do lado da oferta, o sector tenderá para ganhos marginais mínimos. E se esta análise fôr válida, a percepção do valor do serviço e a dos prestadores de serviço terão de aumentar de modo a haver uma sobrevivência dos operadores (isto considerando os factores estáveis no actual paradigma de mercado).&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A questão que se coloca, seguindo este raciocínio, é, como aumentar a percepção de valor sobre os serviços prestados e sobre os prestadores de serviço (considerando estes, como factores críticos de sucesso desta indústria)?&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;É que sem estes problemas resolvidos, não serve de muito queixarmo-nos das avenças, e dos preços, e da concorrência. Sem haver diferenciação do lado da oferta, ninguém se pode queixar que a procura anda a esmagar a indústria.&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Sat, 28 Jan 2012 20:17:28 GMT</pubDate>
  <title>Quinze segundos de fama ao serviço da Força </title>
  <author>Alexandre Guerra</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;http://www.youtube.com/embed/7ezeYJUz-84&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot; frameborder=&quot;0&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Um projecto inédito e que era esperado com grande expectativa foi finalmente disponibilizado na íntegra há dias na Internet. Star Wars Uncut: Director&apos;s Cut é todo um mundo novo que se vislumbra e que demonstra as potencialidades infinitas da comunicação nas redes cibernéticas. Um filme sem dúvida a ver e um projecto a perceber, bastando para isso visitar o seu &lt;/span&gt;&lt;a style=&quot;text-align: justify;&quot; href=&quot;http://www.starwarsuncut.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;site&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <category>comunicação</category>
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  <pubDate>Fri, 27 Jan 2012 20:57:32 GMT</pubDate>
  <title>A deselegante despedida que a SIC fez a Car(v)alho da Silva</title>
  <author>Alexandre Guerra</author>
  <link>http://piar.blogs.sapo.pt/324531.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/alexdguerra/fotos/?uid=zSbNIAyhF3IoAN1nYqzs&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-color: initial; border-image: initial; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border-width: 0px; border-style: none;&quot; src=&quot;http://c10.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bae07d3ff/10049210_qhWPQ.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;375&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Jornal da Noite de 27 de Janeiro de 2012&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Tantos anos ao serviço do sindicalismo português e na hora da despedida Car(v)alho da Silva é traído pelas perversidades da dinâmica comunicacional.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Num registo agora mais a sério, está-se perante mais um momento infeliz na televisão portuguesa, desta vez na SIC, minutos antes de ir para o ar, precisamente, uma reportagem de vida daquele sindicalista.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;É vergonhosa a forma como os rodapés e oráculos são tratados pelas televisões nacionais. Um atentado àquilo que deve ser o jornalismo televisivo e a informação de rigor, e que é cada vez mais recorrente, perante a passividade de editores e directores dos principais canais do País.&lt;/p&gt;</description>
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  <category>jornalismo</category>
  <category>comunicação</category>
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  <pubDate>Fri, 27 Jan 2012 11:11:37 GMT</pubDate>
  <title>badvocacy ou &quot;o dia em que lhes saiu a fava&quot;</title>
  <author>Antonio Marques Mendes</author>
  <link>http://piar.blogs.sapo.pt/324301.html</link>
  <description>&lt;p&gt;&lt;img style=&quot;border-color: initial; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border-style: none;&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-jgib_YIHsxo/TyKGCBP9_TI/AAAAAAAAAgI/f8RJbh6X0cY/s1600/badvocacy.png&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;370&quot; height=&quot;361&quot; /&gt;E vão dois...a &lt;a href=&quot;http://www.meiosepublicidade.pt/2011/10/28/edp-suspende-pagina-do-facebook-para-reavaliar-estrategia-nas-redes-sociais/&quot;&gt;Edp &lt;/a&gt;(já há algum tempo) e a &lt;a href=&quot;http://www.meiosepublicidade.pt/2012/01/26/accao-da-mcdonalds-nas-redes-sociais-corre-mal/&quot;&gt;Mcdonalds (recentemente) &lt;/a&gt;tiveram que suspender a sua presença nas redes. Querem fazer &quot;engagement&quot; e tal e ser modernos e activos e tornar os negócios &quot;social businesses&quot; e depois sai-lhes a fava...chama-se badvocacy...e é nisto que os estrategas podem ajudar.&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Thu, 26 Jan 2012 18:21:38 GMT</pubDate>
  <title>Porque é que isto me soa a familiar?</title>
  <author>Rodrigo Saraiva</author>
  <link>http://piar.blogs.sapo.pt/323858.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Tem sido muito interessante analisar o pós apresentação do ranking da APAP. Embora as reacções estejam a ser quase apenas focadas nas agências e profissionais da publicidade deve-se recordar que a APAP tem como associadas diversas agências / consultoras de comunicação. Mas para &lt;a href=&quot;http://www.dinheirovivo.pt/Buzz/Artigo/CIECO032060.html?page=0&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;além das palavras&lt;/a&gt;, que me parecem certeiras, da Sofia Barros, secretária-geral da APAP, foquemo-nos então apenas na publicidade e nas reacções.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&quot;&lt;em&gt;Como em todos os negócios temos de evoluir para sobreviver. Mas há um perigo muito real que a pressão conjunta de um enorme push para a poupança de custos do lado dos clientes e o dumping de preço feito por agências irresponsáveis irá simplesmente levar a que a nossa indústria seja vista como fornecedor genérico de conteúdos para canais diversos, desvalorizando a contribuição que as ideias e a inovação podem trazer para as marcas e serviços&lt;/em&gt;&quot;. – &lt;a href=&quot;http://www.dinheirovivo.pt/Buzz/Artigo/CIECO032209.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Tim Solomon&lt;/a&gt;, CEO da Ogilvy &amp;amp; Mather Portugal&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&quot;&lt;em&gt;Há agências (…) a mais em Portugal&lt;/em&gt;&quot; - &lt;a href=&quot;http://www.dinheirovivo.pt/Buzz/Artigo/CIECO032113.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Lourenço Thomaz&lt;/a&gt;, director criativo e fundador da Partners&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&quot;&lt;em&gt;Em momentos económicos difíceis como os de hoje, onde uma enorme retração está a ter lugar, infelizmente, é expectável que algumas agências estejam a lutar pela sobrevivência&lt;/em&gt;.&quot; - &lt;a href=&quot;http://www.dinheirovivo.pt/Buzz/Artigo/CIECO032109.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Anthony Gibson&lt;/a&gt;, presidente do grupo Publicis Portugal&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&quot;&lt;em&gt;Só duas ou três &apos;verdadeiras&apos; agências (…) sairão da crise incólumes&lt;/em&gt;&quot; – &lt;a href=&quot;http://www.dinheirovivo.pt/Buzz/Artigo/CIECO032100.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Ricardo Monteiro&lt;/a&gt;, Vice-presidente mundial da Euro RSCG e CEO de Portugal&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Porque é que isto me soa a familiar?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
  <comments>http://piar.blogs.sapo.pt/323858.html</comments>
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  <category>crise</category>
  <category>publicidade</category>
  <category>ranking</category>
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  <pubDate>Wed, 25 Jan 2012 11:37:33 GMT</pubDate>
  <title>Sobre blogs de comunicação</title>
  <author>Antonio Marques Mendes</author>
  <link>http://piar.blogs.sapo.pt/323612.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Há sensivelmente 1 ano  e 1 mês escrevi para o blog do &lt;/span&gt;&lt;a style=&quot;text-align: justify;&quot; href=&quot;http://comunicacoes.blogspot.com/2010/12/antonio-marques-mendes-jardim-ressano.html&quot;&gt;Telmo&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;, o texto que abaixo reproduzo. Ao tempo chamei-lhe jardim das (pr)osas.  O texto era sobre os blogs de comunicação da nossa blogosfera, e decidi apresentá-lo aqui novamente devido ao post da &lt;/span&gt;&lt;a style=&quot;text-align: justify;&quot; href=&quot;http://lpm.blogs.sapo.pt/925517.html&quot;&gt;Alda&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; e à iniciativa do Aventar. Confesso que esta coisa dos blogs do ano, agências do ano, consultoras do ano e dos &lt;em&gt;rankings,&lt;/em&gt; me provoca alguma erzipela. Não sendo irrelevantes, são para mim indiferentes, embora reconheça que para quem &quot;emprenha pelos ouvidos&quot; isto dos prémios é um sinalizador importante. Sinceramente não sei o que são blogs de comunicação e media, categoria em que aparentemente o PiaR foi incluído no referido concurso do Aventar. Acho que facilmente poderíamos (nós e qualquer outro dos indicados) ter sido incluídos em qualquer outra categoria, e se tivéssemos sido incluídos no leque dos &quot;eróticos&quot; não ficaria surpreendido: provavelmente teríamos mais votos do que temos agora (que sinceramente não sei quantos são). Dito isto, aqui fica o referido texto, esperando que o jardim, no futuro, se torne relevante e incontornável para a vida da cidade que o alberga.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span&gt;&quot;há um jardim no meio da cidade onde as comadres se encontram e falam de trivialidades. e as comadres por lá se passeiam, conforme as artroses as deixam. o jardim está por vezes repleto, como se fora dia de procissão. noutros dias nem tanto, tamanho é o desalento. nos dias de canícula o jardim enche-se, e as comadres não param de falar dos seus calos e dos seus rebentos. é um jardim engraçado que mais parece de aldeia, e do muito que acontece pouco é o que se diz: a Jacinta, arrastada pelo Cocas, rafeiro de pelagem curta, não diz a ninguém que o seu homem lhe chega a casa todos os dias entornado pelo vinho, nem que a Amélia compra Tena todas as semanas. guarda para si estes apartes &quot;que não ficam bem dizer às gentes&quot;. a Amélia odeia a Rebeca &quot;essa espanhola desconfiada que canta à janela pela manhã&quot;. a espanhola toma normalmente um garoto lá no café do jardim e apesar de antes de chegar a esta cidade portuguesa, nunca ter saído da sua badajoz natal, fala de barcelona e de madrid, como se tivesse passado toda a sua vida no bairro gótico ou na chueca. a Filomena é a mais nova das &quot;raparigas&quot; daquela geração, embora já tropece por vezes na combinação e a Felismina é distraída e revela segredos sem intenção.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span&gt;a Gertrudes é a Gertrudes e toda a gente lhe desculpa os truques. é um jardim igual a tantos outros da cidade. só com a diferença que a Jacinta, a Amélia, a Rebeca, a Gertrudes, a Filomena, a Felismina lhe chamam seu.&quot;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;NOTA 1: Quando o autor escreve sobre &quot;Jardim&quot; não pretende dar qualquer subliminar sinal de actualidade&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;NOTA 2: O autor não escreve de acordo com o acordo ortográfico porque não sabe, não quer e porque se está a borrifar.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;NOTA 3: O autor afirma que não existe qualquer ligação entre as personagens do seu pequeno conto e os blogs (seguindo a terminologia aventaresca) de &quot;comunicação e media&quot;&lt;/p&gt;</description>
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  <pubDate>Wed, 25 Jan 2012 10:42:07 GMT</pubDate>
  <title>Obrigada, mãe</title>
  <author>Virginia Coutinho</author>
  <link>http://piar.blogs.sapo.pt/323355.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A figura da mãe tem estado no centro de muitas campanhas de sensibilização e até mesmo de processos de &lt;a href=&quot;http://www.briefing.pt/publicidade/8948-torke-quer-a-mae-nas-entrevistas-de-emprego.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;recrutamento&lt;/a&gt;, pelo papel de destaque que estas ocupam na vida e educação dos seus filhos. &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Desta vez é a Procter &amp;amp; Gamble que, em parceria com o Comité Olímpico Internacional (COI), vai homenagear as mães dos atletas nos Jogos Olímpicos de Londres, intitulando-se assim como o &quot;Orgulhoso Patrocinador das Mães&quot;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Para além deste apoio merecido e desta parceria com a COI por 5 edições dos Jogos Olímpicos, a P&amp;amp;G tem ainda o objectivo de angariar, em 2012, 5 mil milhões de dólares em vendas de produtos para apoiar o desporto juvenil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;[Clap clap! É importante que em época de crise as empresas não deixem de lado a sua responsabilidade social e este deverá ser um excelente exemplo para todas as multinacionais!]&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;http://www.youtube.com/embed/GhwHhDu8pL4&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot; frameborder=&quot;0&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <category>procter and gamble</category>
  <category>coi</category>
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  <pubDate>Tue, 24 Jan 2012 13:11:09 GMT</pubDate>
  <title>dos prémios (dos que queremos) II</title>
  <author>Rodrigo Saraiva</author>
  <link>http://piar.blogs.sapo.pt/323140.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Já está a decorrer, até dia 28, a segunda fase da votação &quot;Blogs do Ano 2011&quot;, iniciativa do &lt;a href=&quot;http://aventar.eu/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Aventar&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O PiaR está na short list de 5 da categoria &quot;Comunicação e Media&quot; e neste momento está em último. Pelo que se aplica totalmente a palavra INVERTER. Ora metam lá o PiaR em primeiro. &lt;a href=&quot;http://aventar.eu/blogs-do-ano-2011/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;É só ir aqui &lt;/a&gt;e descer até à categoria e votar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
  <comments>http://piar.blogs.sapo.pt/323140.html</comments>
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  <category>premios</category>
  <category>blogosfera</category>
</item>
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  <pubDate>Mon, 23 Jan 2012 09:15:28 GMT</pubDate>
  <title>Word-of-Mouth - Miguel Reis</title>
  <author>Rodrigo Saraiva</author>
  <link>http://piar.blogs.sapo.pt/322788.html</link>
  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/7OhW6Leer0fJFdeCIQZu&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px;&quot; src=&quot;http://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/sf2022552/5523021_zRJW4.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;123&quot; height=&quot;96&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: center; margin: 0cm 0cm 10pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: medium; text-decoration: underline;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Calibri;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Consumo: 10 L(ikes) / 100km&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;em&gt;por: &lt;a href=&quot;http://www.facebook.com/#!/miguelpaivareis&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Miguel Reis&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Account na Parceiros de Comunicação&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;  &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: %value; color: black; font-size: small;&quot;&gt;Há uma mística no mundo automóvel. É inegável. A eterna combinação homem - máquina move paixões. A procura da afinação perfeita. Os cabelos ao vento, a liberdade. O domínio absoluto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: %value; color: black; font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: %value; font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;Há um brilho que fica nos olhos sempre que (re)vemos Steve McQueen em&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #1f497d;&quot;&gt; &lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=FXQ7wqd93aA&quot;&gt;Bullitt&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: %value; color: black; font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: %value; color: black; font-size: small;&quot;&gt;Algo mexeu connosco quando vimos o &lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=hkriid1YxHY&quot;&gt;MadMax.&lt;/a&gt; pela primeira vez. Há algo que nos faz sentir vivos quando vemos a &lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=X_ZTSy4ot2Q&quot;&gt;volta perfeita&lt;/a&gt; de Airton Senna em Donington Park. Mais recentemente em &lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=aEVyC8FByng&quot;&gt;Death Proof &lt;/a&gt;ou nos vídeos virais da DC Shoes centrados na arte de condução do &lt;a href=&quot;http://www.youtube.com/watch?v=btViXvIDsi0&quot;&gt;Ken Block&lt;/a&gt;. Estes e tantos outros episódios ajudaram a posicionar o automóvel como um objecto de culto e respeito e a construir heróis em seu redor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: %value; color: black; font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: %value; color: black; font-size: small;&quot;&gt;Mas como será o futuro? Será que os teenagers de hoje ainda sentem esta adrenalina? Será que a relação de idolatração se mantém?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: %value; color: black; font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: %value; color: black; font-size: small;&quot;&gt;De acordo com &lt;a href=&quot;http://www.businessinsider.com/teenagers-just-dont-live-driving-like-they-used-to-2012-1&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;este&lt;/a&gt; artigo da Business Insider, a relação dos teenagers norte-americanos face aos automóveis tem vindo a mudar. Há cada vez menos jovens a adquirir a licença de condução e conduz-se cada vez menos no país de forma geral. A culpa tem fundamentos económicos, pois claro, mas uma análise ao tema revela uma curiosa tendência que demonstra o impacto das redes sociais em sectores tão emotivos como o automóvel. Refira-se que este impacto é ainda mais supreendente pela ligação histórica do país ao mundo automóvel... olhe-se para o peso da GM ou Ford no país.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: %value; color: black; font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: %value; color: black; font-size: small;&quot;&gt;O estudo refere que esta tendência deve-se também à internet. A deslocação já não é assim tão essencial para manterem contacto com os amigos. A vida dos jovens é vivida online. A sociabilização faz-se cada vez mais ao computador, no telemóvel, tablets e afins, sem que tenha de haver uma deslocação física. As 4 rodas são substituídas pelas 2 mãos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: %value; color: black; font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: %value; color: black; font-size: small;&quot;&gt;O consumo vai deixar de ser feito em gasolina, mas em tempo e não será medido em litros, mas em likes. Será esse o preço a pagar para manter e reforçar a estrutura sociológica do grupo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: %value; color: black; font-size: small;&quot;&gt;Será em likes que os teenagers visitam os seus amigos, os seus ídolos e os seus heróis. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: %value; color: black; font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: %value; font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;Curiosamente, o Facebook, esteve presente na &lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #1f497d;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.cesweb.org/&quot;&gt;Consumer Electronics Show&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt; onde apresentou  uma versão da rede social optimizada para automóveis. A nova versão do Facebook foi desenvolvida em conjunto com a Mercedes e vai ser integrada no sistema de navegação de alguns modelos da fabricante automóvel alemã.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: %value; color: black; font-size: small;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: %value; color: black; font-size: small;&quot;&gt;Times of change...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>social media</category>
  <category>word of mouth</category>
  <category>tendências</category>
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  <pubDate>Sun, 22 Jan 2012 20:01:36 GMT</pubDate>
  <title>O homem ainda sabe como se ganha uma eleição</title>
  <author>Alexandre Guerra</author>
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  <description>&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot;&gt;&lt;br class=&quot;Apple-interchange-newline&quot; /&gt;&lt;iframe src=&quot;http://www.youtube.com/embed/T-hDt2E8MoE&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot; frameborder=&quot;0&quot; style=&quot;display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;Apollo Theatre, New York, January 19, 2012&lt;/p&gt;</description>
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  <category>comunicação política</category>
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  <pubDate>Wed, 18 Jan 2012 00:49:00 GMT</pubDate>
  <title>&quot;Ganhar o Futuro&quot; - dia 1</title>
  <author>Virginia Coutinho</author>
  <link>http://piar.blogs.sapo.pt/322337.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Dividido entre algumas visões optimistas e outras visões mais pessimistas, o primeiro painel teve como tema &quot;Um futuro para a economia nacional&quot;, contando com prestigiados oradores de diferentes áreas: Daniel Bessa, professor e economista; António Lobo Xavier, advogado e gestor; Rui Leão Martinho, Bastonário da Ordem dos Economistas; e Artur Santos Silva, &lt;em&gt;Chairman&lt;/em&gt; do BPI.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Das várias intervenções, realço a do Professor Daniel Bessa.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ao contrário de muitas teorias e pontos de vista, este economista defende que Portugal não se pode centrar numa especialização/ imagem coesa de produção de um tipo de produto, mas de um conjunto deles. Sublinha que todos sabemos que temos de produzir mais, a questão passa por &quot;produzir o quê?&quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Daniel Bessa falou ainda da importância da progressão tecnológica do nosso país, sendo que as empresas que contribuam para esta balança tecnológica deveriam ser recompensadas, independentemente da área de actuação.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Outro ponto de vista interessante é o de que Portugal deverá apostar na prestação de serviços, procurando ter a oferta mais qualificada e barata da zona Euro. O objectivo seria atrair várias empresas para o nosso país para usufruírem dos mais variados serviços, tais como assistência pós-venda ou mesmo serviços call center.  &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Estes foram apenas alguns dos pertinentes pontos desta intervenção.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Realcei esta intervenção do primeiro painel mas não posso deixar de mencionar que a qualidade foi constante ao longo do dia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante esta semana partilharei um conjunto de dados/números mencionados nas conferências.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>ganhar o futuro</category>
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  <pubDate>Tue, 17 Jan 2012 18:40:27 GMT</pubDate>
  <title>dos prémios (dos que queremos)</title>
  <author>Rodrigo Saraiva</author>
  <link>http://piar.blogs.sapo.pt/322195.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O blog &lt;a href=&quot;http://aventar.eu/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Aventar&lt;/a&gt;, um dos mais dinâmicos na blogosfera nacional, lançou o prémio Blogs do Ano 2011. Depois do tempo de nomeações, em que todos podiam sugerir blogs, as listas, por categoria, fecharam e começou a votação online. O PiaR é um dos candidatos na categoria Comunicação e Media, contando no momento em que escrevo este post com 6% das preferências. Claro que contamos convosco para subir este resultado. E, já agora, ganhar ;)&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ora, seja simpáticos aqui com o poleiro, ou seja, &lt;a href=&quot;http://aventar.eu/blogs-do-ano-2011/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;ide votar&lt;/a&gt;. E se quiserem têm outras categorias para escolher.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border: 0px;&quot; src=&quot;http://aventadores.files.wordpress.com/2012/01/blogs-do-ano-2011-569px.jpg?w=569&amp;amp;h=348&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;350&quot; height=&quot;214&quot; /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt; &lt;/div&gt;</description>
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  <category>premios</category>
  <category>blogosfera</category>
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  <pubDate>Tue, 17 Jan 2012 12:36:41 GMT</pubDate>
  <title>Público, cada vez menos uma referência</title>
  <author>Alexandre Guerra</author>
  <link>http://piar.blogs.sapo.pt/321969.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a class=&quot;saportelink&quot; href=&quot;http://fotos.sapo.pt/alexdguerra/fotos/?uid=TZHmbouzJ2Hkg06IzjFI&quot;&gt;&lt;img style=&quot;border-color: initial; border-image: initial; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border-width: 0px; border-style: none;&quot; src=&quot;http://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B37078e03/9891818_NQkMR.jpeg&quot; alt=&quot;&quot; width=&quot;500&quot; height=&quot;285&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Na edição de hoje, 17 de Janeiro de 2012&lt;/p&gt;</description>
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  <category>jornalismo</category>
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  <pubDate>Mon, 16 Jan 2012 22:59:24 GMT</pubDate>
  <title>Conversas altamente improváveis</title>
  <author>Virginia Coutinho</author>
  <link>http://piar.blogs.sapo.pt/321589.html</link>
  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Sempre nutri, e admiti uma profunda admiração pelo Professor Marcelo. Nunca gostei dos Gato Fedorento, mas gabo a perspicácia e humor de Ricardo Araújo Pereira, a solo. &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Mal podia imaginar ver uma conversa tão improvável, interessante e com um humor tão refinado, fruto da junção dos dois. &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span&gt;Altamente recomendável!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;http://www.youtube.com/embed/2jnvv6q3BPE&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot; frameborder=&quot;0&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <category>sic noticias</category>
  <category>conversas improváveis</category>
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  <pubDate>Mon, 16 Jan 2012 10:59:11 GMT</pubDate>
  <title>&quot;Ganhar o Futuro&quot;</title>
  <author>Virginia Coutinho</author>
  <link>http://piar.blogs.sapo.pt/321110.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Tem lugar amanhã, dia 17, e no dia 18, no Museu do Oriente,  o IV Congresso da Distribuição Moderna, intitulado &quot;Ganhar o Futuro&quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Entre os temas debatidos neste congresso, organizado pela &lt;a href=&quot;http://www.aped.pt/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;APED&lt;/a&gt; (Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição), estão  as &quot;Tendências de Futuro: Novos Consumidores e Novos Canais” e &quot;Um rumo com futuro para a economia nacional&quot;, fazendo parte dos diferentes painéis nomes tão conceituados quanto Daniel Bessa (professor e economista), Rui Leão Martinho (Bastonário da Ordem dos Economistas), Artur Santos Silva (&lt;em&gt;chairman &lt;/em&gt;do BPI), Paulo Azevedo (ceo da Sonae),   Américo Ribeiro (diretor-geral da Auchan Portugal), ... e o prémio Nobel da Economia, &lt;a href=&quot;http://www.josephstiglitz.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Joseph Stiglitz&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A sessão de encerramento conta ainda com a ilustre presença de Álvaro Santos Pereira (poderão encontrar todo o programa &lt;a href=&quot;http://www.ganharofuturo2012.com/pt/programa&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O PiaR estará presente, sendo que durante esta semana poderão contar com posts dos momentos e palestras mais marcantes! &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>piar</category>
  <category>aped</category>
  <category>congresso</category>
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  <pubDate>Mon, 16 Jan 2012 10:44:36 GMT</pubDate>
  <title>Comunicação Corporativa na web 2.0</title>
  <author>Rodrigo Saraiva</author>
  <link>http://piar.blogs.sapo.pt/320820.html</link>
  <description>&lt;p&gt;Porque o mundo é cada vez mais um só, em especial devido à internet, deixo uma sugestão enviada pelo amigo &lt;a href=&quot;http://printerview.wordpress.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Rodrigo Capella &lt;/a&gt;de um curso online.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Curso “Comunicação Corporativa na web 2.0” terá palestra de agências de comunicação, jornalistas e empreendedores  &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O curso online “Comunicação Corporativa na Web 2.0” está de volta e será realizado, pela Escola de Comunicação, de 3/3/2012 a 24/3/2012. Para atuar com excelência no ambiente 2.0, o comunicador precisa conhecer as diversas ferramentas disponíveis e escolher as mais adequadas. Realizado em sete aulas online (com duração de 03 horas cada uma, totalizando 21 horas), o inovador curso “Comunicação Corporativa na web 2.0” contará também com a presença de importantes palestrantes (IG, ProXXima, Ketchum Digital, Blog do Adonis, Classifriends, Indike, blog Rafael Designer, Lidifaria.com) e irá oferecer todos os embasamentos necessários para você criar, planejar, atuar e mensurar as suas ações digitais. Para mais informações, &lt;a href=&quot;http://www.escoladecomunicacao.com.br/conteudo/teor.asp?id_curso=1295&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;acesse&lt;/a&gt;.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>web 2.0</category>
  <category>brasil</category>
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  <pubDate>Fri, 13 Jan 2012 13:42:08 GMT</pubDate>
  <title>Parabéns a nós!</title>
  <author>Virginia Coutinho</author>
  <link>http://piar.blogs.sapo.pt/320539.html</link>
  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Faz hoje &lt;a href=&quot;http://piar.blogs.sapo.pt/245474.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;um ano&lt;/a&gt; em que eu e o António Marques Mendes começámos oficialmente a PiaR.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Não posso deixar de agradecer aos meus queridos colegas, Rodrigo e Alexandre, por este voto de confiança!&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A todos os leitores do blog resta-me prometer-vos que, feliz ou infelizmente, ninguém me cortará o Pio! :)&lt;/p&gt;</description>
  <comments>http://piar.blogs.sapo.pt/320539.html</comments>
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  <category>pianço</category>
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  <pubDate>Wed, 11 Jan 2012 10:13:14 GMT</pubDate>
  <title>O processo (complexo) das eleições primárias americanas</title>
  <author>Virginia Coutinho</author>
  <link>http://piar.blogs.sapo.pt/320328.html</link>
  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Temos vindo a acompanhar as eleições primárias com alguma expectativa, sendo que as eleições presidenciais americanas são sempre um importante marco a nível global.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No entanto,  nem sempre é claro o processo de selecção destes candidatos e o processo é bastante mais complexo do que aparentemente parece.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Neste vídeo poderão ver a complexidade do processo das eleições primárias.  Alguns assuntos abordados:  conceito de &lt;em&gt;Eleições primárias fechadas,&lt;/em&gt; &lt;em&gt;Eleições primárias semi-fechadas, Eleiçóes primárias abertas, Caucus, &lt;/em&gt;informações sobre quem pode votar e quando, votos que não são considerados votos, entre outros.&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;saportecontainer saportepreserve&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe src=&quot;http://www.youtube.com/embed/UhXloflMNO4&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;344&quot; frameborder=&quot;0&quot;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;</description>
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  <category>eleições americanas</category>
  <category>eleições</category>
  <category>eua</category>
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  <pubDate>Mon, 09 Jan 2012 23:35:19 GMT</pubDate>
  <title>Ser &quot;salta-pocinhas&quot; é o futuro!</title>
  <author>Virginia Coutinho</author>
  <link>http://piar.blogs.sapo.pt/320107.html</link>
  <description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;em&gt;&quot;Nos últimos 20 anos a forma como os colaboradores e empresas se fidelizaram mutuamente mudou de forma drástica e definitiva, em todas as economias evoluídas.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;em&gt;Em 1990 os colaboradores ficavam em média 14 anos nas suas funções e empresas. Esse valor mudou para os 5 anos em dez anos, mas as mudanças não se ficaram por aí. Em 2010 o valor atingiu os 2,5 anos e &lt;strong&gt;espera-se que em 2013 chegue aos 16 meses, valor onde deverá estabilizar.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;em&gt;Para uns (colaboradores) e outros (empresas) há um factor cuja importância decresce na medida em que os períodos de permanência nas empresas reduzem: o conhecimento. (...) Pele lado inverso, há um factor cuja importância não para de ganhar protagonismo: a agilidade na aprendizagem, ou de adaptação&quot; (...)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Li no livro &quot;&lt;a href=&quot;http://pt-br.facebook.com/harvardtrends&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Harvard Trends&lt;/a&gt;&quot; e acho que dá que pensar...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
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  <category>mudança de paradigma</category>
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  <pubDate>Mon, 09 Jan 2012 22:46:43 GMT</pubDate>
  <title>Maomé e as relações públicas</title>
  <author>Alexandre Guerra</author>
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  <description>&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;em&gt;“O momento decisivo não foi a vitória num campo de batalha, mas um espectacular golpe de relações públicas. No ano 628, Maomé apareceu de surpresa em Meca com um milhar de peregrinos desarmados e afirmou o seu direito legal, como árabe, de fazer as suas orações na Caaba. À medida que, solenemente, cumpria os rituais […], os governantes de Meca, de repente, mostraram-se mais tolos do que invencíveis e a oposição começou a desfazer-se. Em 630, Maomé regressou com fileiras de seguidores em massa.”&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;strong&gt;Passagem de Nigel Cliff no seu recente livro Guerra Santa sobre a campanha de Maomé na propagação da sua mensagem aos povos árabes.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description>
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  <category>public engagement</category>
  <category>public relations</category>
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