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  <title>P i a R</title>
  <subtitle>Um poleiro onde se &amp;quot;pia&amp;quot; Public Relations e Comunicação</subtitle>
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    <name>piar</name>
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  <updated>2012-02-10T10:12:25Z</updated>
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      <name>Antonio Marques Mendes</name>
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    <issued>2012-02-10T10:07:45</issued>
    <title>Sem escrúpulos, sem ética, sem honra</title>
    <published>2012-02-10T10:12:25Z</published>
    <updated>2012-02-10T10:12:25Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="border-color: initial; border-image: initial; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border-width: 0px; border-style: none;" src="http://www.jornaldenegocios.pt/images/2012_02/gasparschauble.png" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Será que sou só eu que estou indignado com a divulgação absurda e desprovida de ética, pela TVI, da conversa privada entre o Ministro Vítor Gaspar e o Ministro Alemão das Finanças?&lt;/p&gt;</content>
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      <name>Virginia Coutinho</name>
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    <issued>2012-02-09T23:37:44</issued>
    <title>Imagens que falam por si!</title>
    <published>2012-02-09T23:43:16Z</published>
    <updated>2012-02-09T23:43:16Z</updated>
    <category term="ellen"/>
    <category term="obama"/>
    <content type="html">&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/OTAIedFfUBU" width="560" height="315" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: left;"&gt;Nota: Por trás de um grande homem, existe sempre uma grande mulher!&lt;/div&gt;</content>
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    <author>
      <name>Antonio Marques Mendes</name>
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    <issued>2012-02-09T18:33:16</issued>
    <title>reflexões sobre a comunicação como negócio (parte 3 e última)</title>
    <published>2012-02-09T18:42:26Z</published>
    <updated>2012-02-09T18:42:26Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;img style="border-color: initial; border-image: initial; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border-width: 0px; border-style: none;" src="http://i074.radikal.ru/1108/5f/42d5bd6a1de9.jpg" alt="" width="500" height="169" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;"&lt;/em&gt;&lt;em&gt;The Association exists to raise standards in PR and communications, providing members with industry data, facilitating the sharing of communications best practice and creating networking opportunities" (do site da PRCA, consultado a 08/02/2012)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Olhemos agora a questão do valor dos serviços prestados. Ao contrário do que a citação possa sugerir não me vou referir (exclusivamente) ao associativismo da indústria. O leque daqueles que afectam e são afectados pelo tema (as chamadas partes interessadas, ou na linguagem corrente, e no original "stakeholders")  é vasto.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Salientaria apenas alguns:&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"&gt;-empresários/empresas do sector&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"&gt;-empregados do sector&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"&gt;-associações sectoriais (J)&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"&gt;-universidades e politécnicos (órgãos dirigentes e técnico-científicos)&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"&gt;-docentes e formadores&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"&gt;-media (&lt;em&gt;trade&lt;/em&gt; e económicos)&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"&gt;-ministérios (no topo dos quais se identificam: educação, economia, emprego)&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Todos estes (e mais alguns) contribuem para a criação de valor do sector. Uns porque formam os futuros profissionais, outros porque dele falam e escrevem, outros porque têm competências regulamentares e legais, alguns porque supostamente representam ou deveriam representar o sector junto de outras classes profissionais e socioprofissionais,  outros porque diariamente executam qualquer tipo de tarefa que exemplifica e demonstra aquilo que é o contributo da comunicação para a vida das organizações e para as empresas em particular.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Mas para estarmos onde estamos algo não está a funcionar como deveria. Alguma destas partes profissionais não estão a contribuir para a geração de valor, e outras, inclusive, estão a destruir valor.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A ideia de valor é central para a análise. Do ponto de vista mais filosófico valor pode ser vista como a capacidade intrínseca de um bem ou serviço produzir utilidade funcional. De um ponto de vista mais prático, e numa perspectiva mais empresarial, algo tem valor porque nós preferimos e o consideramos mais ou menos fundamental na nossa existência e acção.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;"Value refers to physical objects, services, or activities that are perceived by an individual or a social group as desirable. Value is a judgment made by individuals and communities that emerge in the context of interactions among economic actors and those that seek to influence them. Together they enact the specific value provided " (Maas: 2009)&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ora se tomarmos como boa a perspectiva apresentada por Maas, o valor de um serviço vai variar de acordo com a percepção existente sobre o mesmo. O mesmo bem ou serviço para pessoas diferentes ou em diferentes momentos do tempo poderá ter avaliações diferentes.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A forma como a comunicação é percepcionada neste momento do tempo e espaço é resultado dos factos passados e presentes. É fruto do comportamento dos actores. São eles que emitem os sinais que vão ser considerados pelos decisores nos momentos-chave. E se os sinais são de uma certa natureza inevitavelmente as avaliações vão ser de uma certa ordem.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;As consequências são públicas e notórias do percurso até ao momento: as empresas do sector ganham, em unidade monetária hora/homem, menos do que outras áreas de consultoria (serviços jurídicos, contabilísticos, estratégicos e de gestão, etc..), um director de comunicação ganha em média menos do que qualquer outro director, as áreas de comunicação são as que mais rapidamente são afectadas em movimentos de optimização orçamental (desculpem-me o eufemismo), de reengenharia de funções e de concentração organizacional (com ou sem deslocalização). &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A área de comunicação é das que menos conta nas arenas empresariais.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em minha opinião isto tem causas claras:&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"&gt;-desconhecimento por parte dos decisores do perfil da área e dos seus graus de intervenção;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"&gt;-a comunicação enquanto área funcional não disponibiliza demonstrações claras do seu contributo para o sucesso (seja ele financeiro como social) das organizações;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"&gt;-existe pouca ou deficiente formação técnica daqueles que trabalham na área;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"&gt;-não existem movimentos de concertação dos vários stakeholders do sector no sentido de dotar o sector de capacidade de influência sobre mercado e sociedade.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Aquilo que me surpreende (que ando há uns anos nestas coisas) é que há 20 anos atrás nós íamos a Espanha e, com ilustres excepções, o panorama era idêntico ao Português, ou seja, a percepção de valor dos serviços era idêntica em ambos os lados da fronteira. Passados estes 20 anos a diferença é abissal.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Nota final: com este texto concluo as minhas reflexões sobre a comunicação como negócio. Enquanto as Universidades não criarem parcerias com a indústria, enquanto não houver mais investigação científica sobre a área, enquanto não se começarem a aplicar os modelos de avaliação de comunicação que um pouco por todo o lado vão demonstrando a sua utilidade , enquanto não se criarem associações, uniões, federações (whatever) que focalizem interesses e que contribuam para a dignificação do sector e dos seus actores, nada vai mudar. Nunca vi nenhuma batalha ou guerra ser ganha na história da humanidade (por muito infeliz que seja o exemplo)  por causa do número de medalhas que os generais tinham ao peito, nem tampouco vi algum exército sair vencedor quando no quartel-general os oficiais discutiam a qualidade e o mérito dos seus regimentos, entre si.&lt;/p&gt;</content>
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      <name>Virginia Coutinho</name>
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    <issued>2012-02-08T10:01:01</issued>
    <title>Hábitos de leitura e o Bibliometro</title>
    <published>2012-02-08T10:32:03Z</published>
    <updated>2012-02-08T10:36:30Z</updated>
    <category term="leituras"/>
    <category term="bibliometro"/>
    <content type="html">&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;"Ler para saber escrever" é um princípio defendido por muitos...&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;As estratégias para o conseguir são muitas (ver &lt;a href="http://bit.ly/AmATK2" target="_blank"&gt;reportagem&lt;/a&gt; sobre professora da zona de Vizela que colocou os alunos a ler contos aos seus pais) mas, em 2008 (últimos &lt;a href="http://bit.ly/w5lXug" target="_blank"&gt;dados&lt;/a&gt; encontrados do assunto) apenas 44% dos portugueses afirmavam ter hábitos de leitura, sendo que dados de 2007 revelam que cerca de metade dos portugueses não lê qualquer livro num ano. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Neste &lt;a href="http://www.publico.pt/Cultura/leitura-57-por-cento-dos-portugueses-dizem-ler-livros-1308436" target="_blank"&gt;artigo&lt;/a&gt;, Mário Vieira de Carvalho, na altura secretário de Estado da Cultura, refere que "é preciso criar no espaço público, fora da escola, incentivos para que as pessoas procurem mais os livros", e é nesse sentido que este post é escrito.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Nunca tinha reparado na existência do Bibliometro, embora já exista desde 1996, no Chile, e desde 2006, em Madrid, mas agora que o fiz não quis deixar de o partilhar.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O &lt;a href="http://bit.ly/xyN3gJ" target="_blank"&gt;Bibliometro&lt;/a&gt; é um serviço de "extensão bibliotecário" com o objectivo de mudar hábitos de leitura e de permitir o fácil acesso aos livros. São pequenas caixas, situadas nos principais metros, onde fácil e rapidamente poderemos levantar e entregar um livro. Mais informações &lt;a href="http://bit.ly/zpb19H" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Talvez esta pudesse não ser a solução para "todos os nossos males", mas iria certamente facilitar a vida a muita gente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/virginiacp/fotos/?uid=dgl2WNYWQLOoMuZ6iHvQ"&gt;&lt;img style="border: 0 none;" src="http://c5.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B500745be/10169652_JIcNj.jpeg" alt="" width="220" height="293" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Nota&lt;/strong&gt;: &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Poderíamos falar ainda da opção de e-books, muitos disponibilizados gratuitamente, mas creio que poderão concordar comigo c&lt;/span&gt;&lt;span&gt;omo não existe nada comparável ao cheiro das folhas de um livro e ao prazer de sentir o papel ao mudar de página!;)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;Boas leituras!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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      <name>Antonio Marques Mendes</name>
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    <issued>2012-02-07T17:59:15</issued>
    <title>reflexões sobre a comunicação como negócio (parte 2)</title>
    <published>2012-02-07T18:05:47Z</published>
    <updated>2012-02-07T18:05:47Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“There are three kind of companies, those that make things happen, those that watch things happen –and those that wonder what happened.” (anónimo)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;img style="border-color: initial; border-image: initial; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border-width: 0px; border-style: none;" src="http://images.mylot.com/userImages/images/postphotos/1512401.jpg" alt="" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="text-align: justify;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Dizia eu que a questão que se colocava aos operadores da indústria da comunicação era como aumentar a percepção de valor dos serviços prestados e dos prestadores de serviços.  Para já a minha preocupação prende-se com os segundos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Desde sempre que a sobrevivência e o sucesso depende das empresas conseguirem atingir e manter uma melhor situação competitiva, ou seja, conseguirem vencer os concorrentes graças a uma vantagem que têm sobre eles.  De acordo com a clássica formulação de Porter existem 2 grandes tipos de estratégias que permitem às empresas atingir esta vantagem competitiva e por isso terem a preferência dos clientes: preço e diferenciação; ou seja, uma empresa faz o mesmo que os outros, mas melhor, através de um modelo organizacional que lhe permite níveis de eficiência organizacional acrescida , ou então, simplesmente consegue fazer coisas diferentes dos seus concorrentes que lhe permitem a liderança sectorial, de nicho ou de indústria. Claro está que previamente tem de existir uma sólida e clara definição de mercado e em quais se pretende estar.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O sucesso depende, por isso, da capacidade de sermos mais baratos mas rentáveis, ou de uma constante capacidade de adaptação ao contexto de negócio e à contínua capacidade de nos diferenciarmos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Esta diferenciação resulta de uma empresa possuir capacidades distintivas e uma combinação de recursos internos que as suportem.  São estas capacidades distintivas que, correspondendo às necessidades do mercado, serão capazes de produzir preferência e por isso retorno.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;“Competitive strategy is about being different. It means deliberately choosing a different set of activities to deliver a unique mix of value.” Porter (1996:64)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;É na diferença produzida pela conjugação irreproduzível de capacidades distintivas únicas  que está o segredo das maiores companhias mundiais de comunicação. Aquelas que não conseguiram produzir diferença e ter uma engenharia de capacidades distintivas continuadamente actualizada desapareceram, fundiram-se ou foram adquiridas, e a história da comunicação está cheia de estórias de "excelentes" empresas que simplesmente desapareceram sem deixar memória.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em termos gerais distinguem-se 3 grandes tipos de capacidades distintivas que sozinhas ou em combinação, originam a tal diferença (Kay, 1993): arquitectura, posicionamento e inovação. Cada empresa deverá ter a tal combinação única que lhes dá visibilidade, reputação e, consequentemente, comportamentos de suporte do mercado.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Quando se fala de arquitectura pretende-se referir a qualidade possuída por certas empresas  de gerarem relacionamentos sólidos e únicos que se tornam uma vantagem (com empregados, com parceiros, com fornecedores, com KOL's). Posicionamento refere-se ao espaço conceptual ocupado pela empresa que lhe proporciona um lugar único na cabeça de quem decide (vectores força dos produtos, serviços etc). Inovação diz respeito à capacidade de gerar sustentadamente novos serviços/produtos, únicos, impossíveis de serem replicados pelos concorrentes.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O mercado nacional é rico em empresas indiferenciadas e essa indiferenciação torna indiferentes os clientes. Poucas são as empresas que inovam, poucas são aquelas que têm posicionamentos claros, poucas são as que têm arquitecturas relacionais diferenciadoras. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Indiferenciação gera indiferença. E onde há indiferença há menor percepção de valor. Todos valem o mesmo e por isso há uma depreciação do valor absoluto dos prestadores de serviços: para a maioria dos clientes o "revolving" é uma prática habitual porque os prestadores são percebidos como semelhantes. Daí ser tão comum na indústria da comunicação nacional o conflito e a crítica por causa dos preços: esse é o factor decisivo no momento presente; é por aí que se nivela a concorrência.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Se houvesse diferenciação e competências distintivas, se o valor acrescentado pelos prestadores de serviços fosse mais elevado, tenho a certeza que os clientes considerariam esse valor acrescentado nas suas decisões. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Enquanto isso não acontecer vamos continuar a ver o ciclo vicioso a acentuar-se: preços baixos, recursos fracos, má percepção dos serviços, preços mais baixos, recursos mais fracos…&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Nota final: a Edelman foi considerada pelo Holmes Report como a Consultora do Ano a nível global com um crescimento de cerca de 20% em  2010-2011 e com um fee income de cerca de USD 540 milhões. A Edelman mudou em 2008 o seu posicionamento, desenvolveu metodologias inovadoras e construiu uma rede de parcerias irreproduzível pelos seus concorrentes e estreitamente ligada ao seu posicionamento. Segundo as ideias de Kim e Mauborgne eles seguiram uma estratégia Blue Ocean….e estão a ser felizes.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2012-02-02T11:30:02</issued>
    <title>reflexões sobre a comunicação como negócio (parte I)</title>
    <published>2012-02-02T12:24:57Z</published>
    <updated>2012-02-07T18:07:40Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;img style="border-color: initial; border-image: initial; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border-width: 0px; border-style: none;" src="http://4.bp.blogspot.com/-pxtprJ4Uuhs/TyqACPyWt4I/AAAAAAAAAgQ/OIVtv8c9faQ/s320/newclub_plastic_chess_set_profile_black_red_800.jpg" alt="" width="320" height="160" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Há cerca de 2 anos sugeri que o volume de negócios do sector da comunicação (considerado nas suas variadas vertentes pub, rp, digital e outros) iria sofrer um decréscimo acentuado por culpa do contexto económico. Hoje é claro que os negócios da comunicação sofreram uma retracção significativa. Sem ter dados oficiais, acho que não me enganarei muito ao dizer que a evolução 2010-2011 trouxe uma depreciação generalizada dos indicadores de gestão e uma redução do valor total das empresas do sector. E se o clima económico explica parte desta situação há outros factores que devem ser contabilizados.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O sucesso de qualquer agência/consultora resulta do encontro entre as necessidades sentidas pelos clientes com as qualidades disponibilizadas pelas consultoras. No limite a decisão de contratação de uma consultora/agência resulta de uma decisão racional do decisor empresarial/institucional com base na percepção de valor associado ao serviço e ao prestador desse serviço. Nesta perspectiva o contratante define a sua noção de valor e encontra o preço de equilibrio para a noção de valor definido.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Estou convencido que os negócios da comunicação em Portugal sofrem de problemas por estas duas vias (para além do contexto económico): pelo valor atribuído aos serviços e aos prestadores de serviço. Se há honrosas excepções (que se saúdam e incentivam), para a maioria das empresas a situação tenderá a piorar, e se os gestores das empresas de comunicação nada fizerem sobre a construção de valor do lado da oferta, o sector tenderá para ganhos marginais mínimos. E se esta análise fôr válida, a percepção do valor do serviço e a dos prestadores de serviço terão de aumentar de modo a haver uma sobrevivência dos operadores (isto considerando os factores estáveis no actual paradigma de mercado).&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A questão que se coloca, seguindo este raciocínio, é, como aumentar a percepção de valor sobre os serviços prestados e sobre os prestadores de serviço (considerando estes, como factores críticos de sucesso desta indústria)?&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;É que sem estes problemas resolvidos, não serve de muito queixarmo-nos das avenças, e dos preços, e da concorrência. Sem haver diferenciação do lado da oferta, ninguém se pode queixar que a procura anda a esmagar a indústria.&lt;/p&gt;</content>
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    <author>
      <name>Alexandre Guerra</name>
    </author>
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    <issued>2012-01-28T20:17:28</issued>
    <title>Quinze segundos de fama ao serviço da Força </title>
    <published>2012-01-28T20:30:50Z</published>
    <updated>2012-01-30T17:32:49Z</updated>
    <category term="comunicação"/>
    <content type="html">&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/7ezeYJUz-84" width="425" height="344" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="text-align: justify;"&gt;Um projecto inédito e que era esperado com grande expectativa foi finalmente disponibilizado na íntegra há dias na Internet. Star Wars Uncut: Director's Cut é todo um mundo novo que se vislumbra e que demonstra as potencialidades infinitas da comunicação nas redes cibernéticas. Um filme sem dúvida a ver e um projecto a perceber, bastando para isso visitar o seu &lt;/span&gt;&lt;a style="text-align: justify;" href="http://www.starwarsuncut.com/" target="_blank"&gt;site&lt;/a&gt;&lt;span style="text-align: justify;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span style="text-align: justify;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content>
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    <author>
      <name>Alexandre Guerra</name>
    </author>
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    <issued>2012-01-27T20:57:32</issued>
    <title>A deselegante despedida que a SIC fez a Car(v)alho da Silva</title>
    <published>2012-01-27T21:14:08Z</published>
    <updated>2012-01-27T21:20:31Z</updated>
    <category term="jornalismo"/>
    <category term="comunicação"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alexdguerra/fotos/?uid=zSbNIAyhF3IoAN1nYqzs"&gt;&lt;img style="border-color: initial; border-image: initial; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border-width: 0px; border-style: none;" src="http://c10.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bae07d3ff/10049210_qhWPQ.jpeg" alt="" width="500" height="375" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;Jornal da Noite de 27 de Janeiro de 2012&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Tantos anos ao serviço do sindicalismo português e na hora da despedida Car(v)alho da Silva é traído pelas perversidades da dinâmica comunicacional.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Num registo agora mais a sério, está-se perante mais um momento infeliz na televisão portuguesa, desta vez na SIC, minutos antes de ir para o ar, precisamente, uma reportagem de vida daquele sindicalista.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;É vergonhosa a forma como os rodapés e oráculos são tratados pelas televisões nacionais. Um atentado àquilo que deve ser o jornalismo televisivo e a informação de rigor, e que é cada vez mais recorrente, perante a passividade de editores e directores dos principais canais do País.&lt;/p&gt;</content>
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    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:piar:324301</id>
    <author>
      <name>Antonio Marques Mendes</name>
    </author>
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    <issued>2012-01-27T11:11:37</issued>
    <title>badvocacy ou "o dia em que lhes saiu a fava"</title>
    <published>2012-01-27T11:17:52Z</published>
    <updated>2012-01-27T11:17:52Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;img style="border-color: initial; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border-style: none;" src="http://3.bp.blogspot.com/-jgib_YIHsxo/TyKGCBP9_TI/AAAAAAAAAgI/f8RJbh6X0cY/s1600/badvocacy.png" alt="" width="370" height="361" /&gt;E vão dois...a &lt;a href="http://www.meiosepublicidade.pt/2011/10/28/edp-suspende-pagina-do-facebook-para-reavaliar-estrategia-nas-redes-sociais/"&gt;Edp &lt;/a&gt;(já há algum tempo) e a &lt;a href="http://www.meiosepublicidade.pt/2012/01/26/accao-da-mcdonalds-nas-redes-sociais-corre-mal/"&gt;Mcdonalds (recentemente) &lt;/a&gt;tiveram que suspender a sua presença nas redes. Querem fazer "engagement" e tal e ser modernos e activos e tornar os negócios "social businesses" e depois sai-lhes a fava...chama-se badvocacy...e é nisto que os estrategas podem ajudar.&lt;/p&gt;</content>
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    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:piar:323858</id>
    <author>
      <name>Rodrigo Saraiva</name>
    </author>
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    <issued>2012-01-26T18:21:38</issued>
    <title>Porque é que isto me soa a familiar?</title>
    <published>2012-01-26T18:25:05Z</published>
    <updated>2012-01-26T18:25:05Z</updated>
    <category term="crise"/>
    <category term="publicidade"/>
    <category term="ranking"/>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Tem sido muito interessante analisar o pós apresentação do ranking da APAP. Embora as reacções estejam a ser quase apenas focadas nas agências e profissionais da publicidade deve-se recordar que a APAP tem como associadas diversas agências / consultoras de comunicação. Mas para &lt;a href="http://www.dinheirovivo.pt/Buzz/Artigo/CIECO032060.html?page=0" target="_blank"&gt;além das palavras&lt;/a&gt;, que me parecem certeiras, da Sofia Barros, secretária-geral da APAP, foquemo-nos então apenas na publicidade e nas reacções.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;"&lt;em&gt;Como em todos os negócios temos de evoluir para sobreviver. Mas há um perigo muito real que a pressão conjunta de um enorme push para a poupança de custos do lado dos clientes e o dumping de preço feito por agências irresponsáveis irá simplesmente levar a que a nossa indústria seja vista como fornecedor genérico de conteúdos para canais diversos, desvalorizando a contribuição que as ideias e a inovação podem trazer para as marcas e serviços&lt;/em&gt;". – &lt;a href="http://www.dinheirovivo.pt/Buzz/Artigo/CIECO032209.html" target="_blank"&gt;Tim Solomon&lt;/a&gt;, CEO da Ogilvy &amp;amp; Mather Portugal&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;"&lt;em&gt;Há agências (…) a mais em Portugal&lt;/em&gt;" - &lt;a href="http://www.dinheirovivo.pt/Buzz/Artigo/CIECO032113.html" target="_blank"&gt;Lourenço Thomaz&lt;/a&gt;, director criativo e fundador da Partners&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;"&lt;em&gt;Em momentos económicos difíceis como os de hoje, onde uma enorme retração está a ter lugar, infelizmente, é expectável que algumas agências estejam a lutar pela sobrevivência&lt;/em&gt;." - &lt;a href="http://www.dinheirovivo.pt/Buzz/Artigo/CIECO032109.html" target="_blank"&gt;Anthony Gibson&lt;/a&gt;, presidente do grupo Publicis Portugal&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;"&lt;em&gt;Só duas ou três 'verdadeiras' agências (…) sairão da crise incólumes&lt;/em&gt;" – &lt;a href="http://www.dinheirovivo.pt/Buzz/Artigo/CIECO032100.html" target="_blank"&gt;Ricardo Monteiro&lt;/a&gt;, Vice-presidente mundial da Euro RSCG e CEO de Portugal&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Porque é que isto me soa a familiar?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
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    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:piar:323612</id>
    <author>
      <name>Antonio Marques Mendes</name>
    </author>
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    <issued>2012-01-25T11:37:33</issued>
    <title>Sobre blogs de comunicação</title>
    <published>2012-01-25T12:27:01Z</published>
    <updated>2012-01-25T12:29:15Z</updated>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="text-align: justify;"&gt;Há sensivelmente 1 ano  e 1 mês escrevi para o blog do &lt;/span&gt;&lt;a style="text-align: justify;" href="http://comunicacoes.blogspot.com/2010/12/antonio-marques-mendes-jardim-ressano.html"&gt;Telmo&lt;/a&gt;&lt;span style="text-align: justify;"&gt;, o texto que abaixo reproduzo. Ao tempo chamei-lhe jardim das (pr)osas.  O texto era sobre os blogs de comunicação da nossa blogosfera, e decidi apresentá-lo aqui novamente devido ao post da &lt;/span&gt;&lt;a style="text-align: justify;" href="http://lpm.blogs.sapo.pt/925517.html"&gt;Alda&lt;/a&gt;&lt;span style="text-align: justify;"&gt; e à iniciativa do Aventar. Confesso que esta coisa dos blogs do ano, agências do ano, consultoras do ano e dos &lt;em&gt;rankings,&lt;/em&gt; me provoca alguma erzipela. Não sendo irrelevantes, são para mim indiferentes, embora reconheça que para quem "emprenha pelos ouvidos" isto dos prémios é um sinalizador importante. Sinceramente não sei o que são blogs de comunicação e media, categoria em que aparentemente o PiaR foi incluído no referido concurso do Aventar. Acho que facilmente poderíamos (nós e qualquer outro dos indicados) ter sido incluídos em qualquer outra categoria, e se tivéssemos sido incluídos no leque dos "eróticos" não ficaria surpreendido: provavelmente teríamos mais votos do que temos agora (que sinceramente não sei quantos são). Dito isto, aqui fica o referido texto, esperando que o jardim, no futuro, se torne relevante e incontornável para a vida da cidade que o alberga.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;"há um jardim no meio da cidade onde as comadres se encontram e falam de trivialidades. e as comadres por lá se passeiam, conforme as artroses as deixam. o jardim está por vezes repleto, como se fora dia de procissão. noutros dias nem tanto, tamanho é o desalento. nos dias de canícula o jardim enche-se, e as comadres não param de falar dos seus calos e dos seus rebentos. é um jardim engraçado que mais parece de aldeia, e do muito que acontece pouco é o que se diz: a Jacinta, arrastada pelo Cocas, rafeiro de pelagem curta, não diz a ninguém que o seu homem lhe chega a casa todos os dias entornado pelo vinho, nem que a Amélia compra Tena todas as semanas. guarda para si estes apartes "que não ficam bem dizer às gentes". a Amélia odeia a Rebeca "essa espanhola desconfiada que canta à janela pela manhã". a espanhola toma normalmente um garoto lá no café do jardim e apesar de antes de chegar a esta cidade portuguesa, nunca ter saído da sua badajoz natal, fala de barcelona e de madrid, como se tivesse passado toda a sua vida no bairro gótico ou na chueca. a Filomena é a mais nova das "raparigas" daquela geração, embora já tropece por vezes na combinação e a Felismina é distraída e revela segredos sem intenção.&lt;/span&gt;&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span&gt;a Gertrudes é a Gertrudes e toda a gente lhe desculpa os truques. é um jardim igual a tantos outros da cidade. só com a diferença que a Jacinta, a Amélia, a Rebeca, a Gertrudes, a Filomena, a Felismina lhe chamam seu."&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;NOTA 1: Quando o autor escreve sobre "Jardim" não pretende dar qualquer subliminar sinal de actualidade&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;NOTA 2: O autor não escreve de acordo com o acordo ortográfico porque não sabe, não quer e porque se está a borrifar.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;NOTA 3: O autor afirma que não existe qualquer ligação entre as personagens do seu pequeno conto e os blogs (seguindo a terminologia aventaresca) de "comunicação e media"&lt;/p&gt;</content>
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    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:piar:323355</id>
    <author>
      <name>Virginia Coutinho</name>
    </author>
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    <issued>2012-01-25T10:42:07</issued>
    <title>Obrigada, mãe</title>
    <published>2012-01-25T11:02:57Z</published>
    <updated>2012-01-25T11:02:57Z</updated>
    <category term="procter and gamble"/>
    <category term="coi"/>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A figura da mãe tem estado no centro de muitas campanhas de sensibilização e até mesmo de processos de &lt;a href="http://www.briefing.pt/publicidade/8948-torke-quer-a-mae-nas-entrevistas-de-emprego.html" target="_blank"&gt;recrutamento&lt;/a&gt;, pelo papel de destaque que estas ocupam na vida e educação dos seus filhos. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Desta vez é a Procter &amp;amp; Gamble que, em parceria com o Comité Olímpico Internacional (COI), vai homenagear as mães dos atletas nos Jogos Olímpicos de Londres, intitulando-se assim como o "Orgulhoso Patrocinador das Mães"&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Para além deste apoio merecido e desta parceria com a COI por 5 edições dos Jogos Olímpicos, a P&amp;amp;G tem ainda o objectivo de angariar, em 2012, 5 mil milhões de dólares em vendas de produtos para apoiar o desporto juvenil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;[Clap clap! É importante que em época de crise as empresas não deixem de lado a sua responsabilidade social e este deverá ser um excelente exemplo para todas as multinacionais!]&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/GhwHhDu8pL4" width="425" height="344" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;</content>
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    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:piar:323140</id>
    <author>
      <name>Rodrigo Saraiva</name>
    </author>
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    <issued>2012-01-24T13:11:09</issued>
    <title>dos prémios (dos que queremos) II</title>
    <published>2012-01-24T13:17:11Z</published>
    <updated>2012-01-24T13:17:11Z</updated>
    <category term="premios"/>
    <category term="blogosfera"/>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Já está a decorrer, até dia 28, a segunda fase da votação "Blogs do Ano 2011", iniciativa do &lt;a href="http://aventar.eu/" target="_blank"&gt;Aventar&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O PiaR está na short list de 5 da categoria "Comunicação e Media" e neste momento está em último. Pelo que se aplica totalmente a palavra INVERTER. Ora metam lá o PiaR em primeiro. &lt;a href="http://aventar.eu/blogs-do-ano-2011/" target="_blank"&gt;É só ir aqui &lt;/a&gt;e descer até à categoria e votar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
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    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:piar:322788</id>
    <author>
      <name>Rodrigo Saraiva</name>
    </author>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://piar.blogs.sapo.pt/322788.html"/>
    <issued>2012-01-23T09:15:28</issued>
    <title>Word-of-Mouth - Miguel Reis</title>
    <published>2012-01-22T16:35:31Z</published>
    <updated>2012-01-22T16:35:31Z</updated>
    <category term="social media"/>
    <category term="word of mouth"/>
    <category term="tendências"/>
    <content type="html">&lt;div class="saportecontainer" style="text-align: center;"&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/7OhW6Leer0fJFdeCIQZu"&gt;&lt;img style="border: 0px;" src="http://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/sf2022552/5523021_zRJW4.jpeg" alt="" width="123" height="96" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: center; margin: 0cm 0cm 10pt;"&gt;&lt;span style="font-size: medium; text-decoration: underline;"&gt;&lt;strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-family: Calibri;"&gt;&lt;strong&gt;Consumo: 10 L(ikes) / 100km&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;por: &lt;a href="http://www.facebook.com/#!/miguelpaivareis" target="_blank"&gt;Miguel Reis&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Account na Parceiros de Comunicação&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;  &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: %value; color: black; font-size: small;"&gt;Há uma mística no mundo automóvel. É inegável. A eterna combinação homem - máquina move paixões. A procura da afinação perfeita. Os cabelos ao vento, a liberdade. O domínio absoluto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: %value; color: black; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: %value; font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Há um brilho que fica nos olhos sempre que (re)vemos Steve McQueen em&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #1f497d;"&gt; &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=FXQ7wqd93aA"&gt;Bullitt&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: %value; color: black; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: %value; color: black; font-size: small;"&gt;Algo mexeu connosco quando vimos o &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=hkriid1YxHY"&gt;MadMax.&lt;/a&gt; pela primeira vez. Há algo que nos faz sentir vivos quando vemos a &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=X_ZTSy4ot2Q"&gt;volta perfeita&lt;/a&gt; de Airton Senna em Donington Park. Mais recentemente em &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=aEVyC8FByng"&gt;Death Proof &lt;/a&gt;ou nos vídeos virais da DC Shoes centrados na arte de condução do &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=btViXvIDsi0"&gt;Ken Block&lt;/a&gt;. Estes e tantos outros episódios ajudaram a posicionar o automóvel como um objecto de culto e respeito e a construir heróis em seu redor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: %value; color: black; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: %value; color: black; font-size: small;"&gt;Mas como será o futuro? Será que os teenagers de hoje ainda sentem esta adrenalina? Será que a relação de idolatração se mantém?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: %value; color: black; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: %value; color: black; font-size: small;"&gt;De acordo com &lt;a href="http://www.businessinsider.com/teenagers-just-dont-live-driving-like-they-used-to-2012-1" target="_blank"&gt;este&lt;/a&gt; artigo da Business Insider, a relação dos teenagers norte-americanos face aos automóveis tem vindo a mudar. Há cada vez menos jovens a adquirir a licença de condução e conduz-se cada vez menos no país de forma geral. A culpa tem fundamentos económicos, pois claro, mas uma análise ao tema revela uma curiosa tendência que demonstra o impacto das redes sociais em sectores tão emotivos como o automóvel. Refira-se que este impacto é ainda mais supreendente pela ligação histórica do país ao mundo automóvel... olhe-se para o peso da GM ou Ford no país.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: %value; color: black; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: %value; color: black; font-size: small;"&gt;O estudo refere que esta tendência deve-se também à internet. A deslocação já não é assim tão essencial para manterem contacto com os amigos. A vida dos jovens é vivida online. A sociabilização faz-se cada vez mais ao computador, no telemóvel, tablets e afins, sem que tenha de haver uma deslocação física. As 4 rodas são substituídas pelas 2 mãos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: %value; color: black; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: %value; color: black; font-size: small;"&gt;O consumo vai deixar de ser feito em gasolina, mas em tempo e não será medido em litros, mas em likes. Será esse o preço a pagar para manter e reforçar a estrutura sociológica do grupo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: %value; color: black; font-size: small;"&gt;Será em likes que os teenagers visitam os seus amigos, os seus ídolos e os seus heróis. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: %value; color: black; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: %value; font-size: small;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;Curiosamente, o Facebook, esteve presente na &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #1f497d;"&gt;&lt;a href="http://www.cesweb.org/"&gt;Consumer Electronics Show&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: black;"&gt; onde apresentou  uma versão da rede social optimizada para automóveis. A nova versão do Facebook foi desenvolvida em conjunto com a Mercedes e vai ser integrada no sistema de navegação de alguns modelos da fabricante automóvel alemã.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: %value; color: black; font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: %value; color: black; font-size: small;"&gt;Times of change...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;</content>
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    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:piar:322821</id>
    <author>
      <name>Alexandre Guerra</name>
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    <issued>2012-01-22T20:01:36</issued>
    <title>O homem ainda sabe como se ganha uma eleição</title>
    <published>2012-01-22T20:03:48Z</published>
    <updated>2012-01-22T20:03:48Z</updated>
    <category term="comunicação política"/>
    <content type="html">&lt;div class="saportecontainer saportepreserve"&gt;&lt;br class="Apple-interchange-newline" /&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/T-hDt2E8MoE" width="425" height="344" frameborder="0" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;Apollo Theatre, New York, January 19, 2012&lt;/p&gt;</content>
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    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:piar:322337</id>
    <author>
      <name>Virginia Coutinho</name>
    </author>
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    <issued>2012-01-18T00:49:00</issued>
    <title>"Ganhar o Futuro" - dia 1</title>
    <published>2012-01-18T00:49:22Z</published>
    <updated>2012-01-18T01:02:28Z</updated>
    <category term="ganhar o futuro"/>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Dividido entre algumas visões optimistas e outras visões mais pessimistas, o primeiro painel teve como tema "Um futuro para a economia nacional", contando com prestigiados oradores de diferentes áreas: Daniel Bessa, professor e economista; António Lobo Xavier, advogado e gestor; Rui Leão Martinho, Bastonário da Ordem dos Economistas; e Artur Santos Silva, &lt;em&gt;Chairman&lt;/em&gt; do BPI.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Das várias intervenções, realço a do Professor Daniel Bessa.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ao contrário de muitas teorias e pontos de vista, este economista defende que Portugal não se pode centrar numa especialização/ imagem coesa de produção de um tipo de produto, mas de um conjunto deles. Sublinha que todos sabemos que temos de produzir mais, a questão passa por "produzir o quê?".&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Daniel Bessa falou ainda da importância da progressão tecnológica do nosso país, sendo que as empresas que contribuam para esta balança tecnológica deveriam ser recompensadas, independentemente da área de actuação.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Outro ponto de vista interessante é o de que Portugal deverá apostar na prestação de serviços, procurando ter a oferta mais qualificada e barata da zona Euro. O objectivo seria atrair várias empresas para o nosso país para usufruírem dos mais variados serviços, tais como assistência pós-venda ou mesmo serviços call center.  &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Estes foram apenas alguns dos pertinentes pontos desta intervenção.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Realcei esta intervenção do primeiro painel mas não posso deixar de mencionar que a qualidade foi constante ao longo do dia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante esta semana partilharei um conjunto de dados/números mencionados nas conferências.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
  </entry>
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    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:piar:322195</id>
    <author>
      <name>Rodrigo Saraiva</name>
    </author>
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    <issued>2012-01-17T18:40:27</issued>
    <title>dos prémios (dos que queremos)</title>
    <published>2012-01-17T18:46:14Z</published>
    <updated>2012-01-17T18:47:24Z</updated>
    <category term="premios"/>
    <category term="blogosfera"/>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O blog &lt;a href="http://aventar.eu/" target="_blank"&gt;Aventar&lt;/a&gt;, um dos mais dinâmicos na blogosfera nacional, lançou o prémio Blogs do Ano 2011. Depois do tempo de nomeações, em que todos podiam sugerir blogs, as listas, por categoria, fecharam e começou a votação online. O PiaR é um dos candidatos na categoria Comunicação e Media, contando no momento em que escrevo este post com 6% das preferências. Claro que contamos convosco para subir este resultado. E, já agora, ganhar ;)&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ora, seja simpáticos aqui com o poleiro, ou seja, &lt;a href="http://aventar.eu/blogs-do-ano-2011/" target="_blank"&gt;ide votar&lt;/a&gt;. E se quiserem têm outras categorias para escolher.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"&gt;&lt;img style="border: 0px;" src="http://aventadores.files.wordpress.com/2012/01/blogs-do-ano-2011-569px.jpg?w=569&amp;amp;h=348" alt="" width="350" height="214" /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;</content>
  </entry>
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    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:piar:321969</id>
    <author>
      <name>Alexandre Guerra</name>
    </author>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://piar.blogs.sapo.pt/321969.html"/>
    <issued>2012-01-17T12:36:41</issued>
    <title>Público, cada vez menos uma referência</title>
    <published>2012-01-17T12:39:26Z</published>
    <updated>2012-01-17T12:39:26Z</updated>
    <category term="jornalismo"/>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/alexdguerra/fotos/?uid=TZHmbouzJ2Hkg06IzjFI"&gt;&lt;img style="border-color: initial; border-image: initial; display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border-width: 0px; border-style: none;" src="http://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B37078e03/9891818_NQkMR.jpeg" alt="" width="500" height="285" /&gt;&lt;/a&gt;Na edição de hoje, 17 de Janeiro de 2012&lt;/p&gt;</content>
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    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:piar:321589</id>
    <author>
      <name>Virginia Coutinho</name>
    </author>
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    <issued>2012-01-16T22:59:24</issued>
    <title>Conversas altamente improváveis</title>
    <published>2012-01-16T23:59:35Z</published>
    <updated>2012-01-17T00:03:32Z</updated>
    <category term="sic noticias"/>
    <category term="conversas improváveis"/>
    <content type="html">&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Sempre nutri, e admiti uma profunda admiração pelo Professor Marcelo. Nunca gostei dos Gato Fedorento, mas gabo a perspicácia e humor de Ricardo Araújo Pereira, a solo. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Mal podia imaginar ver uma conversa tão improvável, interessante e com um humor tão refinado, fruto da junção dos dois. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span&gt;Altamente recomendável!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/2jnvv6q3BPE" width="425" height="344" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;</content>
  </entry>
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    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:piar:321110</id>
    <author>
      <name>Virginia Coutinho</name>
    </author>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://piar.blogs.sapo.pt/321110.html"/>
    <issued>2012-01-16T10:59:11</issued>
    <title>"Ganhar o Futuro"</title>
    <published>2012-01-16T11:21:59Z</published>
    <updated>2012-01-16T11:25:32Z</updated>
    <category term="piar"/>
    <category term="aped"/>
    <category term="congresso"/>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Tem lugar amanhã, dia 17, e no dia 18, no Museu do Oriente,  o IV Congresso da Distribuição Moderna, intitulado "Ganhar o Futuro".&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Entre os temas debatidos neste congresso, organizado pela &lt;a href="http://www.aped.pt/" target="_blank"&gt;APED&lt;/a&gt; (Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição), estão  as "Tendências de Futuro: Novos Consumidores e Novos Canais” e "Um rumo com futuro para a economia nacional", fazendo parte dos diferentes painéis nomes tão conceituados quanto Daniel Bessa (professor e economista), Rui Leão Martinho (Bastonário da Ordem dos Economistas), Artur Santos Silva (&lt;em&gt;chairman &lt;/em&gt;do BPI), Paulo Azevedo (ceo da Sonae),   Américo Ribeiro (diretor-geral da Auchan Portugal), ... e o prémio Nobel da Economia, &lt;a href="http://www.josephstiglitz.com/" target="_blank"&gt;Joseph Stiglitz&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A sessão de encerramento conta ainda com a ilustre presença de Álvaro Santos Pereira (poderão encontrar todo o programa &lt;a href="http://www.ganharofuturo2012.com/pt/programa" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O PiaR estará presente, sendo que durante esta semana poderão contar com posts dos momentos e palestras mais marcantes! &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;</content>
  </entry>
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    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:piar:320820</id>
    <author>
      <name>Rodrigo Saraiva</name>
    </author>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://piar.blogs.sapo.pt/320820.html"/>
    <issued>2012-01-16T10:44:36</issued>
    <title>Comunicação Corporativa na web 2.0</title>
    <published>2012-01-16T10:49:04Z</published>
    <updated>2012-01-16T10:49:04Z</updated>
    <category term="web 2.0"/>
    <category term="brasil"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;Porque o mundo é cada vez mais um só, em especial devido à internet, deixo uma sugestão enviada pelo amigo &lt;a href="http://printerview.wordpress.com/" target="_blank"&gt;Rodrigo Capella &lt;/a&gt;de um curso online.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Curso “Comunicação Corporativa na web 2.0” terá palestra de agências de comunicação, jornalistas e empreendedores  &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O curso online “Comunicação Corporativa na Web 2.0” está de volta e será realizado, pela Escola de Comunicação, de 3/3/2012 a 24/3/2012. Para atuar com excelência no ambiente 2.0, o comunicador precisa conhecer as diversas ferramentas disponíveis e escolher as mais adequadas. Realizado em sete aulas online (com duração de 03 horas cada uma, totalizando 21 horas), o inovador curso “Comunicação Corporativa na web 2.0” contará também com a presença de importantes palestrantes (IG, ProXXima, Ketchum Digital, Blog do Adonis, Classifriends, Indike, blog Rafael Designer, Lidifaria.com) e irá oferecer todos os embasamentos necessários para você criar, planejar, atuar e mensurar as suas ações digitais. Para mais informações, &lt;a href="http://www.escoladecomunicacao.com.br/conteudo/teor.asp?id_curso=1295" target="_blank"&gt;acesse&lt;/a&gt;.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;</content>
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    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:piar:320539</id>
    <author>
      <name>Virginia Coutinho</name>
    </author>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://piar.blogs.sapo.pt/320539.html"/>
    <issued>2012-01-13T13:42:08</issued>
    <title>Parabéns a nós!</title>
    <published>2012-01-13T13:50:45Z</published>
    <updated>2012-01-13T13:53:37Z</updated>
    <category term="pianço"/>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Faz hoje &lt;a href="http://piar.blogs.sapo.pt/245474.html" target="_blank"&gt;um ano&lt;/a&gt; em que eu e o António Marques Mendes começámos oficialmente a PiaR.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Não posso deixar de agradecer aos meus queridos colegas, Rodrigo e Alexandre, por este voto de confiança!&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A todos os leitores do blog resta-me prometer-vos que, feliz ou infelizmente, ninguém me cortará o Pio! :)&lt;/p&gt;</content>
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    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:piar:320328</id>
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      <name>Virginia Coutinho</name>
    </author>
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    <issued>2012-01-11T10:13:14</issued>
    <title>O processo (complexo) das eleições primárias americanas</title>
    <published>2012-01-11T10:27:46Z</published>
    <updated>2012-01-11T10:34:42Z</updated>
    <category term="eleições americanas"/>
    <category term="eleições"/>
    <category term="eua"/>
    <content type="html">&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Temos vindo a acompanhar as eleições primárias com alguma expectativa, sendo que as eleições presidenciais americanas são sempre um importante marco a nível global.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;No entanto,  nem sempre é claro o processo de selecção destes candidatos e o processo é bastante mais complexo do que aparentemente parece.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Neste vídeo poderão ver a complexidade do processo das eleições primárias.  Alguns assuntos abordados:  conceito de &lt;em&gt;Eleições primárias fechadas,&lt;/em&gt; &lt;em&gt;Eleições primárias semi-fechadas, Eleiçóes primárias abertas, Caucus, &lt;/em&gt;informações sobre quem pode votar e quando, votos que não são considerados votos, entre outros.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class="saportecontainer saportepreserve" style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/UhXloflMNO4" width="425" height="344" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;</content>
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    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:piar:320107</id>
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      <name>Virginia Coutinho</name>
    </author>
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    <issued>2012-01-09T23:35:19</issued>
    <title>Ser "salta-pocinhas" é o futuro!</title>
    <published>2012-01-09T23:45:38Z</published>
    <updated>2012-01-09T23:47:24Z</updated>
    <category term="mudança de paradigma"/>
    <content type="html">&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;"Nos últimos 20 anos a forma como os colaboradores e empresas se fidelizaram mutuamente mudou de forma drástica e definitiva, em todas as economias evoluídas.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Em 1990 os colaboradores ficavam em média 14 anos nas suas funções e empresas. Esse valor mudou para os 5 anos em dez anos, mas as mudanças não se ficaram por aí. Em 2010 o valor atingiu os 2,5 anos e &lt;strong&gt;espera-se que em 2013 chegue aos 16 meses, valor onde deverá estabilizar.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Para uns (colaboradores) e outros (empresas) há um factor cuja importância decresce na medida em que os períodos de permanência nas empresas reduzem: o conhecimento. (...) Pele lado inverso, há um factor cuja importância não para de ganhar protagonismo: a agilidade na aprendizagem, ou de adaptação" (...)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Li no livro "&lt;a href="http://pt-br.facebook.com/harvardtrends" target="_blank"&gt;Harvard Trends&lt;/a&gt;" e acho que dá que pensar...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
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    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:piar:319899</id>
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      <name>Alexandre Guerra</name>
    </author>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://piar.blogs.sapo.pt/319899.html"/>
    <issued>2012-01-09T22:46:43</issued>
    <title>Maomé e as relações públicas</title>
    <published>2012-01-09T22:50:45Z</published>
    <updated>2012-01-09T22:50:45Z</updated>
    <category term="public engagement"/>
    <category term="public relations"/>
    <content type="html">&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;“O momento decisivo não foi a vitória num campo de batalha, mas um espectacular golpe de relações públicas. No ano 628, Maomé apareceu de surpresa em Meca com um milhar de peregrinos desarmados e afirmou o seu direito legal, como árabe, de fazer as suas orações na Caaba. À medida que, solenemente, cumpria os rituais […], os governantes de Meca, de repente, mostraram-se mais tolos do que invencíveis e a oposição começou a desfazer-se. Em 630, Maomé regressou com fileiras de seguidores em massa.”&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Passagem de Nigel Cliff no seu recente livro Guerra Santa sobre a campanha de Maomé na propagação da sua mensagem aos povos árabes.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</content>
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