Quinta-feira, 13 de Março de 2014

...

Rendi-me a este homem, de forma definitiva, depois do seu diálogo com Prado Coelho nas páginas do DN. Umas semanas mais tarde cruzei-me com ele de carro, ali para os lados de Sta. Apolónia, e disse-lhe que gostava muito dele. Ele sorriu-me, no meio de uma nuvem de fumo, e respondeu-me qualquer coisa que não percebi...ontem fiquei com um nó na garganta quando soube da sua morte. Acho que fico assim quando julgo que as pessoas tinham mais para dar...

publicado por Antonio Marques Mendes às 13:50
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