Domingo, 26 de Maio de 2013

A espontaneidade do processo criativo

Alguém confidenciava a este poleiro que muitas das suas grandes ideias surgiam durante a noite, enquanto dormia, de uma forma espontânea e simples. Dizia ainda essa pessoa que a presença do bloco de notas na mesa de cabeceira se tornou uma necessidade para a concretização do processo criativo.

 

O autor destas linhas trouxe aqui esta nota mais pessoal a propósito de um excerto de um documentário para o qual o Rui Calafate oportunamente chamou a atenção, em que Ray Manzarek, o pianista dos Doors falecido há dias, demonstra como o processo criativo pode ser algo espontâneo e fluído.

 

Naturalmente, trata-se de uma simplicidade aparente, já que por detrás desse resultado existe um talento inato e um processo de aperfeiçoamento de técnica e de método. Com esta ressalva, o interessante da explicação de Ray Manzarek sobre a origem da música Riders on the Storm é perceber que a criação de uma ideia e a concretização da mesma pode resultar de um processo livre de regras previamente definidas ou de constrangimentos burocráticos formalmente instituídos.

 

É um ensinamento a ter em conta para qualquer profissional seja de que área for, em particular para quem trabalha em consultoria de comunicação, muitas das vezes "refém" de procedimentos e práticas formatadas que impedem a "criação" de algo verdadeiramente inovador.  

 

Se há algo a aprender com a explicação de Manzarek é a de que com algum talento e técnica, às vezes basta apenas a liberdade e a espontaneidade de um momento para que as boas ideias surjam.  

publicado por Alexandre Guerra às 13:59
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