Quarta-feira, 6 de Junho de 2012

Um vídeo não deve ser “viral”, deve ser “bom”

 

Rob Davies durante a sua apresentação no auditório da AESE esta manhã/Foto:Ogilvy Portugal 

 

“Querem fazer um vídeo viral ou um vídeo bom?” Esta é a pergunta que qualquer estratego de comunicação digital de uma empresa deve fazer, pelo menos, é a opinião de Rob Davies, Executivo Director, Advanced Video Practice da Ogilvy New York.

 

Numa apresentação dinâmica e divertida esta manhã no Verge, Davies tentou desconstruir alguns mitos em torno do conceito “viral” na estratégia de comunicação das empresas. Sem rodeios, foi peremptório ao dizer que “viral” é uma “dirty word”.

 

Ou seja, há como que uma espécie de pecado original se uma equipa de comunicação de uma empresa partir do princípio que quer fazer um vídeo viral. Esta ideia, aliás, pressupõe há partida vários problemas.  

 

Davies, que foi responsável pelo primeiro concurso interactivo em televisão para a MTV, trabalhando também na área da “dinâmica interactiva” para a VH1 e para o Nickelodeon, defende a importância do vídeo na transmissão de uma determinada mensagem. No entanto, alerta os estrategos para terem em consideração vários factores quando decidem elaborar um vídeo para colocar nas redes sociais.

 

Como o próprio Davies refere, de pouco serve que um vídeo seja visto por 70 milhões de pessoas, se o objectivo da empresa é alcançado com 25 mil “views” com determinadas características que interessam à marca.  

 

Outra das considerações feitas por Davies prende-se com a qualidade dos vídeos, que não deve ser descurada. Seja qual for a plataforma digital a que se dirige, o vídeo deve ser feito com o máximo de cuidado e qualidade. Porque, como diz Davies, um vídeo não deve ser viral, deve ser bom.

publicado por Alexandre Guerra às 14:59
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