Sábado, 29 de Outubro de 2011

Fuel TV

 
A migração de telespectadores para o vasto mundo da “cabo” é uma tendência irreversível que se explica, basicamente, através do conceito de “comunicação direccionada”. Nada mais simples: A oferta da “cabo” dá resposta aos gostos, às necessidades e às exigências de diferentes públicos.

 

A verdade é que a televisão enquanto meio de comunicação de massas (ou de nichos?) está cada vez melhor e com mais qualidade. No fundo, adaptou-se aos novos paradigmas do mercado, à semelhança do que acontece já há alguns anos com o sector do “grande consumo”, em que este começou a delinear estratégias de comunicação e de marketing com o objectivo de direccionar determinados produtos para determinados públicos.

 

Esta segmentação de “produto” e de público é a principal virtude da “cabo”. Aquilo que cada um quer ver é aquilo que cada um vê. É verdade que há canais com mais e menos qualidade, mas é inegável que a oferta é variada e contínua.

 

No que diz respeito ao autor deste poleiro, o Fuel TV é das melhoras coisas e mais refrescantes que a “cabo” tem para oferecer, já que abre uma janela para modalidades mais “extreme” e para tendências que os generalistas nacionais nunca ousaram sequer dar uma amostra, por mais pequena que fosse.

 

Além da excelente qualidade dos seus programas e filmes, o Fuel TV, que é um canal internacional, tem conteúdos nacionais, fazendo, por exemplo, a cobertura de algumas provas em Portugal, nalguns casos em directo, como aconteceu há dias com o Rip Curl Pro, na mítica praia Supertubos, em Peniche.

 

Mas, apesar da boa qualidade da Fuel TV, uma coisa é certa, o telespectador não deve deixar de experimentar levantar-se do sofá e aventurar-se por aí fora, seja em cima de uma bike, de um skate ou de uma prancha de surf.

 

publicado por Alexandre Guerra às 17:54
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