Quarta-feira, 4 de Maio de 2011

Não há código deontológico que proteja isto

O país assistiu ontem a mais uma encenação de José Sócrates. A mais um momento em que disse o contrário do que já tinha dito, sem qualquer sentimento de culpa, quer da mentira como do estado em que deixou as finanças do país.

 

E o momento de ontem foi o culminar de mais um processozinho em que não olhou a meios para atingir os seus fins.

 

Desde que a troika chegou a Portugal, com excepção de umas fotos no aeroporto e à saída de hotéis ou de reuniões, ninguém conseguiu falar com os elementos que a compõem. Mas isto não impediu que, a conta-gotas e estrategicamente para alguém, fossem sendo publicadas notícias de umas pseudo medidas que a troika iria obrigar a implementar em Portugal. E medidas duras. Numa clara estratégia de diabolização da troika, em especial do FMI, junto da população. A pergunta que se coloca (e já se colocava) é de quem foi a fonte dessas notícias? Se dúvidas houvesse a quem servia esta estratégia, ontem ficou claro que apenas serviam os intuitos da personalidade que ocupa o Palácio de S. Bento. Não haja por isso dúvidas de que houve um “Luís” a plantar as mentiras junto de alguns media.

 

Posto isto, aos jornalistas enganados, que confiaram nas suas fontes (?!), não resta agora alternativa. Ou se sentem indignados e desmascaram quem os enganou ou são coniventes com estas práticas e objectivos.

publicado por Rodrigo Saraiva às 09:53
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