Quinta-feira, 30 de Dezembro de 2010

Assim de repente, 2011 vai ser o ano em que …

O sector nacional das Public Relations vai assistir a muitas mudanças empresariais. De tudo um pouco!

 

Associativismo, rankings e prémios vão estar na agenda sectorial.

 

Outras áreas da Comnunicação vão reforçar as suas tentativas de entrar no campo de actuação das Public Relations.

 

Os PR After Work continuarão a acontecer, com uma edição a Norte.

 

A equipa de autores do PiaR será reforçada.

 

 

adenda: sobre 2011, fui desafiado pelo Mr.Steed e Alexandre Gamela a dar as minhas previsões sobre os Media. Deixo-as aqui, tendo sido referenciadas aqui e aqui, sendo certo que terão impacto nas Public Relations:

1. A imprensa escrita vai estar em mutação.

2. Na imprensa escrita … os líderes serão cada vez mais líderes.

3. Na imprensa escrita … uns acabarão, outros mudarão a periodicidade e outros passarão para online.

4. Novos títulos irão surgir mas com enfoque em nichos. Títulos especializados. Direccionados a comunidades.

5. Os registos e tempo de permanência nas redes sociais vão continuar a crescer em alta velocidade.

6. Mais smartphones, muitos tablets … crescimento de acessos internet por mobile!

7. Todos os media, novos e velhos, a adaptarem-se ao mobile.

8. Velocidade de acesso a internet sempre a aumentar: o WIMAX vai chegar.

9. Uma dúvida permanecerá: conteúdos online ficam gratuitos ou começa-se a pagar?

 

 

 

(um post que pode ser actualizado a qualquer momento)

 

 

publicado por Rodrigo Saraiva às 13:00
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1 comentário:
De Ricardo Reis a 30 de Dezembro de 2010 às 14:43
Tenho algumas dúvidas quanto aos pontos 7, 8 e 9. Acho que 2011 ainda não é o ano de todos os meios "migrarem" para o online, por aí acho que haverá ainda maior resistência ao adaptarem-se ao mobile...

Ponto 8, sim é verdade a velocidade será sempre maior mas duvido que seja para os meros utilizadores, o primeiro passo terá de ocorrer nas operadoras em fornecerem, cada vez mais, melhores "pacotes" de dados e a melhores preços, caso contrário do que nos servirá mais e mais rápida Internet?

Quanto ao ponto 9 acho mesmo que a Internet para continuar a ser aquilo que é nunca poderá ser paga e nisto incluo os conteúdos, para isso há os conteúdos offline, que com maior qualidade (tempo) que se exige só fazem sentido se continuarem pagos, ao invés da Internet que terá de permanecer gratuita. É o meu ponto de vista.

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