Terça-feira, 15 de Abril de 2014

10 mitos comuns - gestão de páginas de Facebook

Os mitos podem ser verdadeiros obstáculos a uma boa gestão de páginas de Facebook.

Organizei os que considero ser os 10 mitos mais comuns e partilho com vocês.

 

publicado por Virginia Coutinho às 11:58
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Banksy, um artista com algo a comunicar que fez da rua a sua tela

 Mobile Lovers, nome do mais recente mural de Banksy algures em Inglaterra

 

O anónimo Banksy, o  mais famoso artista de rua da actualidade, acaba de deixar mais uma marca da sua arte em local ainda desconhecido, provavelmente algures numa rua de uma cidade inglesa. A autenticidade do novo mural já foi confirmada pelo seu "PR agent." 

 

Mobile Lovers é o nome do novo trabalho daquele artista, que tem utilizado a sua arte para comunicar de forma subtil e, por vezes, irónica e sarcástica, as temáticas e tendências que afectam o quotidiano das sociedades modernas.

 

Neste mural, um casal de namorados, abraçados, mas em vez de olharem um para o outro, como seria natural, estão, antes, atentos aos seus telemóveis.  

 

 Uma perspectiva do enquadramento do mais recente mural de Banksy

publicado por Alexandre Guerra às 10:14
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Quarta-feira, 9 de Abril de 2014

micro-ensaio pós-moderno sobre a inevitabilidade do destino luso: ou sobre os efeitos da comunicação política propagandística

São os primeiros raios de sol. São os primeiros sinais de recuperação económica. A banca não perdeu tempo e rapidamente avançou com as suas campanhas de produtos de crédito. Ontem foi o dia dos spreads. "Baixaram, Portugueses!". Campanhas em curso. Batalhões de funcionários bancários preparados para receber novos clientes. Aqueles que adiaram decisões durante os ultimos dois anos, começam a olhar para os extractos e a fazer contas. A venda de automóveis também já aumentou. Os bens de consumo inflectiram a curva de vendas e mostram "esclarecidos sinais de recuperação". O Governo avança com uma possível alteração do SMN. Os sindicatos rejubilam, os patrões condescendem. As exportações abrandam, as importações aumentam. A nossa balança comercial começa a ceder. Como há risco de deflação na Europa o BCE injecta confiança e facilita a liquidez, e se não há mal que venha ao mundo lá para o Norte, aqui no Sul isto pode tornar-se um pesadelo. E o isco cumpre o objetivo. E Sócrates volta a ser actual: "a dívida é para ser gerida e não para ser paga". As eleições aproximam-se e a comunicação política assume traços de propaganda. Qual verdade, honestidade ou transparência; o que interessa não é o país, mas o pequeno percentual que embalará o país político por mais dois anos. E nesta espiral de loucura colectiva (à la Gabriel Tarde ou à Lá Gustave Le Bon) a história começa a repetir-se. E o destino luso volta a ser inevitável, e daqui a uns tempos (a menos que haja petróleo no Beato) retomaremos o discurso austero. Como dizia alguém há uns tempos "as elites políticas Portuguesas são pouco recomendáveis", se fossem homem/mulher, definitivamente não as quereria para genro/nora. E a propósito, hoje de manhã na Avenida Álvares Cabral vi dois Maseratti com matrícula deste ano, um Panamera com uma do final do ano passado e uns quantos banais BMW e Mercedes. Assobiai e falai sobre a inclemência do tempo que hoje nos brindou com alguns cúmulo-nimbos, e continuai a dizer aos ventos que "amanhã ele brilhará outra vez e que isso é que interessa."

 

publicado por Antonio Marques Mendes às 12:27
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Terça-feira, 8 de Abril de 2014

vida dura a de PR

Via Alda Telles no facebook, mais um divertido e pertinente link sobre a vida de um Public Relations.

São 24 situações. Peguem numa folha e contem aquelas em que se vão rever.

 

publicado por Rodrigo Saraiva às 12:15
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Quarta-feira, 2 de Abril de 2014

Comunicação política da boa

 David Miliband (Labour), Nick Clegg (Dem. Lib) e David Cameron (Tories)

 

A discussão sobre a Europa está ao rubro no Reino Unido. Aqui, vê-se uma promoção dos Democratas Liberais de Nick Clegg do debate agendado para esta Quarta-feira na BBC2, que o opôs a Nigel Farage (UKIP). 

publicado por Alexandre Guerra às 19:20
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Brave New World

Aldous Huxley escreveu em 1931 o seu "Admirável Mundo Novo", que foi considerado, há uns tempos atrás, um dos 100 melhores livros em língua inglesa de todo o sempre. Huxley foi buscar à 'Tempestade' de Shakespeare inspiração para o título da sua obra...há quem diga que conceptualmente a obra de Huxley reflecte precisamente sobre a linha narrativa da obra de Shakespeare. O livro aborda a mudança social e a mudança material e as suas implicações, e é uma crítica (positiva/negativa) ao desenvolvimento e ao papel do homem.

 

Não é todavia literatura inglesa que inspira este 'post'. Este post é um complemento ao anterior escrito pela Virginia sobre a realidade com que as agências de RP se estão a confrontar presentemente.

 

Há uns dias atrás uma empresa de RP do Sudoeste Asiático, até há um ou dois anos uma empresa de grande sucesso, fechou portas e a sua 'managing director', escreveu “PR agencies have to provide a suite of services to achieve a client’s objectives these days. You can’t just offer PR in its traditional form anymore. Clients want digital marketing capabilities from PR agencies, they don’t just want PR. It is such a different world now compared to just a few years ago.” 

 

Vivemos num novo mundo, UM ADMIRÁVEL MUNDO NOVO. É minha opinião que as RP como as conhecemos hoje irão desaparecer em não mais de cinco anos. E sem ser um darwinista social, acredito seriamente que só aqueles que se souberem adaptar às circunstâncias deste admirável mundo novo é que irão sobreviver.

 

Para o post não ser insubstancial, acrescento que a minha visão do futuro das RP passa por um novo modelo de negócio de base imaterial, por redes de profissionais com competências diferenciadas em actuação combinada online, por integração de disciplinas até agora afastadas, por perfis profissionais baseados em profunda literacia digital, por 'online events' e 'social movements 'e 'activities', por novos modelos de consumo imaterializado e novos perfis de consumidores de raíz trasnacional e ubermateriais, por novos padrões de ativismo de stakeholders, pela incorporação de uma base teórica alargada e aprofundada, com papel fundamental das neurociências, no desenvolvimento de abordagens corporativas aos mercados e às sociedades.

 

A maioria das agências e consultoras de RP presentes já começaram a morrer, só que alguns ainda não perceberam.

 

publicado por Antonio Marques Mendes às 13:15
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Terça-feira, 1 de Abril de 2014

Os Consultores - Gestores de comunidades

Este ano tive presentes nas minhas formações de gestão de páginas de Facebook consultores de 3 das Top 10 agências de comunicação. Todos participaram com o mesmo objectivo: adquirir conhecimentos para começar a gerir as redes sociais de alguns dos seus clientes de consultoria em comunicação. Isto é, além da função de consultor de comunicação/assessor de imprensa, passam a acumular a função de gestores de redes sociais.

 

(Imagem de Lera Blog) 

 

Tenho tentado perceber o porquê desta tendência. Se numa fase inicial as agências criaram departamentos independentes de comunicação online, agora estão a delegar esse tipo de trabalho para os seus consultores de comunicação (tradicional). Será por uma questão de redução de custos? Será pela crença de que pelo facto de conhecerem bem o cliente o irão fazer/gerir melhor?

 

A isto acrescento outras questões:

- Estão os consultores de comunicação habilitados para fazer a gestão de redes sociais dos seus clientes?

- Terão os consultores tempo para fazer uma boa gestão,que exige muito tempo, muitas das vezes trabalho em horário pós-laboral e aos fins-de-semana?

- Terão os consultores tempo para se manterem actualizados na área, à velocidade a que tudo muda?

 

Assumir que alguém que sabe escrever bem será um bom gestor de redes sociais é errado. Um escritor de romances não será por consequência um bom RP. Um bom RP não será por consequência um bom gestor de redes sociais, apenas porque sabe escrever. Conhecimento profundo das plataformas, capacidade analítica são alguns dos requisitos básicos desta gestão que poderão estar a faltar a estes profissionais.

 

Fica o aviso para as agências de comunicação que têm adoptado esta estratégia: será difícil manterem-se competitivos e  actualizados e concorrerem com empresas especializadas em social media ou com empresas com departamentos com profissionais especialistas na área.

 

publicado por Virginia Coutinho às 10:40
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Segunda-feira, 31 de Março de 2014

O (mau) jornalismo

Leio a Revista Sábado, recebo-a em casa (não por muito mais tempo) e estou cada vez mais decepcionada com a falta de qualidade dos temas abordados (última edição destaca Margarida Rebelo Pinto) e a falta de rigor jornalístico (o que infelizmente se tem tornado frequente em muitas publicações).

 

Destaco aqui um exemplo, da edição de 13 a 19 de março. Leia-se "Em 1973, um grupo de terroristas do IRA elaborou um plano para assassinar o príncipe Filipe, marido de Isabel II e Inglaterra". No entanto, em vez da fotografia do princípe Filipe mencionado, colocam a do princípe Filipe das Astúrias, que no ano mencionado tinha 5 anos. Diria que é um daqueles erros inadmissíveis e rídiculos que não esperamos ver em nenhum meio credível.

 

 

 

Esta não é a primeira vez que aponto o dedo à sábado e poderão encontrar aqui uma crítica à sua gestão de redes sociais.

 

 

 

publicado por Virginia Coutinho às 14:45
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Um hino que vem mesmo a tempo

No outro dia o Alexandre fez aqui uma análise de uma música que, pela sua mensagem, tem (ou teria) condições para se tornar um hino de uma geração ou de um movimento. Tal já tinha acontecido em parte, como também refere o Alexandre com o “Que parva que eu sou” dos Deolinda. Num excelente post o Alexandre relaciona as mensagens da música com a manifestação “Geração à Rasca” e recorda o impacto, não apenas social e político, comunicacional daquele movimento.

 

Situações destas, em que movimentos sociais adoptam como seus músicas de mensagens fortes, não são um exclusivo de uma geração, nem de um país. A história encarrega-se de ir construindo momentos marcantes. Alguns mais efémeros, outros que deixam fortes marcas e trespassam calendários.

 

Ainda recentemente no Brasil a população saiu em força para as ruas. E continua a sair. Milhões de brasileiros em diversas cidades construíram impressionantes molduras humanas e obrigaram a “Presidenta” Dilma a tomar diversas medidas, que pelo que se vai assistindo são ainda insuficientes para satisfazer os brasileiros. Essas manifestações também adoptaram um hino e o seu nome virou o seu “grito de guerra”. Nas ruas e nas redes sociais o “Vem Pra Rua” tornou-se o mote e o motivador para demonstrar a vontade de mudanças do povo brasileiro.

 

Longe estariam os criativos da Leo Burnett Brasil de imaginar a dimensão que alcançou a sua criação para o seu cliente Fiat. A canção “Vem Pra Rua” foi a resposta criativa ao briefing recebido em que a Fiat, não sendo patrocinador oficial da Selecção brasileira nem do Mundial, queria mobilizar os brasileiros em torno da sua equipa e ocupar esse território tão disputado por marcas, onde muitas investem milhões.

 

Se o contrato da Leo com a Fiat tem cláusulas de sucesso por resultados obtidos o cheque deve ter muitos zeros.

 

Vejam o vídeo.

publicado por Rodrigo Saraiva às 11:18
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Last call: alunos e recém-licenciados de comunicação e RP

Terá lugar de 14 a 17 abril, no ISG/INP (Ameixoeira), a primeira edição do PREPARA-TE Bootcamp Digital, um evento que pretende preparar estudantes e recém-licenciados de marketing e comunicação para o mercado de trabalho.

 

Palestras sobre procura activa de trabalho, entrevistas de emprego, tendências, debates sobre o que procuram as agências de comunicação (onde o Rodrigo Saraiva participará), actividades de networking... e vários workshops sobre comunicação online e marketing digital, é o que os participantes poderão encontrar ao longo dos 4 dias do evento.

 

Sendo uma das organizadoras sou também suspeita, mas acredito que o evento reúne alguns dos melhores profissionais portugueses das áreas mencionadas e é um evento "a não perder". Inscrições abertas até dia 4 de abril.

 

publicado por Virginia Coutinho às 09:30
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Sábado, 29 de Março de 2014

Belenenses Campeão!

Indo directo ao assunto. Sabemos todos, por experiência, percepção e evidência científica, que em comunicação o envolvimento, o engagement, é aquilo que mais se tem como objectivo. Algo que nas redes sociais, nomeadamente no facebook, assume ainda mais importância. Algo que também demonstra que não basta estar, é preciso saber estar.

É por isso com muito orgulho que nesta notícia leio que se constata que o campeão do engagement é o Belenenses. 

E já agora, porque existe mais mundo digital para além do facebook, sugiro que vejam como é gerida a conta da SAD do Belenenses no twitter. É mais um exemplo de saber estar.

 

publicado por Rodrigo Saraiva às 19:35
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Sexta-feira, 28 de Março de 2014

Malaysia Airlines Calls In Ketchum For MH370 Crisis PR Counsel

Este é o título de um alerta de hoje do Holmes Report. Há uns dias que se procurava perceber quem é que estava a tomar conta da comunicação da Malasya Airlines nesta crise. Percebe-se agora que é a Ketchum. Mas percebe-se também que foi apenas chamada agora. E eu, que faço das crises e do treino de crises uma das minhas actividades profissionais, continuo sem perceber porque é que só nestas ocasiões as empresas se lembram dos consultores de crises. Não me refiro especificamente a esta companhia em particular, mas à maioria. Uma gestão de crises que começa na preparação para a ação e prevenção de riscos pode ter como consequências, está provado, ganhos reputacionais e financeiros incomensuráveis. Mas não! A mentalidade de avestruz continua a dominar este mundo....pode ser que não nos aconteça. E se acontece?

publicado por Antonio Marques Mendes às 13:02
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Quinta-feira, 27 de Março de 2014

Um hino que vem com três anos de atraso

 

Há cerca de duas semanas, vários meios de comunicação social assinalaram os três anos das manifestações ocorridos no dia 12 de Março de 2011, que juntaram milhares de pessoas em várias cidades do país, num movimento espontâneo e inédito, por ser apolítico e fruto de um descontentamento geral instalado na sociedade portuguesa.

 

A ideia partiu de quatro jovens amigos, que personificavam as dificuldades e as desilusões que qualquer outro jovem português sentiria, longe de imaginarem as repercussões do movimento que lançariam no Facebook.

 

Para a História, aquela iniciativa ficou conhecida como protesto da “Geração à Rasca”, numa alusão ao célebre título de um editorial de 1994 do então director do Público, Vicente Jorge Silva, onde se questionava (ele não afirmava) se a juventude dos tempos finais do cavaquismo era uma “geração rasca”.

 

Em termos comunicacionais, a manifestação “Geração à Rasca” foi uma autêntica "bomba" que apanhou de surpresa todos os actores do sistema político muito distanciados da realidade do povo. Durante alguns dias, a euforia (e a comunicação) foi muita, com milhares de portugueses esperançados na aurora de um tempo novo.  

 

Mas esse tempo não chegou. O protesto massivo e genuíno não deu lugar ao movimento de mudança, como aliás os próprios quatro amigos hoje reconhecem. Eles, de certa forma, desempenharam bem a sua missão, mas não apareceu nenhum líder carismático para pegar nesse trabalho e dar-lhe o corpo necessário para que se tornasse numa força capaz de se imiscuir no debate político monopolizado pelos partidos.

 

Com o passar dos dias, semanas, a comunicação da “Geração à Rasca” foi perdendo força e o fenómeno rapidamente passou a epifenómeno. Apesar da simpatia e solidariedade mostrada por vários quadrantes da sociedade, tudo se dispersou.

 

E porque terá isso acontecido, tendo em conta o descontentamento real que se instalou sobretudo nas gerações mais jovens? A resposta não estará devidamente estudada, mas, tal como já foi aqui referido, teria sido fundamental que a determinado momento a “Geração à Rasca” fosse adoptada por um líder carismático, forte e mobilizador, vindo de um qualquer sector que não da Política.

 

Além disso, faltaram elementos inspiradores, vitais na eclosão de qualquer movimento de massas. Esses mesmos elementos são veículos essenciais para se comunicar simbolicamente determinadas mensagens e estados de espírito. Uma frase, uma imagem, uma música… Recorde-se, por exemplo, que muitos viram na música dos Deolinda, “Que parva que eu sou”, o hino desse possível movimento. Porém, algo faltava a essa música, por modo a dar-lhe um peso dramático e inspirador.

 

Agora, três anos depois, Tiago Bettencourt lança o single “Aquilo que eu não fiz”, do novo álbum a ser lançado no final da Primavera. Para a realização do vídeo clip pediu, através do Facebook, a colaboração dos seus fãs para enviarem os seus próprios vídeos.

 

Ao ouvir esta música, não se pode deixar de pensar que tem todos os ingredientes necessários para se tornar um autêntico hino de uma “geração à rasca”. É pena que tenha chegado com três anos de atraso.    

publicado por Alexandre Guerra às 17:04
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"Nunca serei verde e rubro, serei sempre azul e branco"

Os monárquicos andam cromaticamente eufóricos com o equipamento alternativo da seleção. Ao que dizem, vão lançar uma petição, que não apresentarão na AR, devido à completa irrelevância da instituição, para o transformar em equipamento principal. Na imagem um dos monárquicos que mais têm feito pela causa monárquica em Portugal, posa com o equipamento da seleção.

 

publicado por Antonio Marques Mendes às 11:12
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Quarta-feira, 26 de Março de 2014

Bingo de anúncios de novas agências

Aqui há uns tempos circulava pelos mails e, depois, pelos Faces e blogues, uma coisa que se chamava “Bingo das Reuniões”, destinada a levar-se para as ditas e marcar os clichés que eram ditos até se preencher o cartão.

Agora, numa altura em que, como diz o meu amigo e parceiro de blogue, Rodrigo Saraiva, todas as semanas ficamos a conhecer uma nova agência de comunicação, divirto-me com o “bingo dos anúncios de novas agências”.

A lógica é a mesma do outro “bingo”: leio as notícias sobre a nova agência que se anunciou e assinalo as mensagens comuns a todos estes anúncios.

- É uma “agência criativa de comunicação”? Check!

- Tem um “conceito que alia a criatividade à consultoria de comunicação”? Check!

- Faz aquilo que ninguém mais faz (sendo criativa, obviamente), como “comunicação de marcas e produtos, institucional e financeira, comunicação digital, produção de conteúdos, assessoria de imprensa e organização de eventos”? Check!

- Faz “parcerias estratégicas com as marcas e empresas que representamos”? Check!

- “Criando novos conceitos, acções e ferramentas de comunicação”? Check!

BINGO!!!

(Para ilustrar este texto utilizei algumas frases do último anúncio de nova agência que li. Mas se tivesse utilizado outro qualquer, as frases não seriam muito diferentes…)

publicado por Telmo Carrapa às 18:25
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Segunda-feira, 24 de Março de 2014

José Vs José

Muitos dirão que José Rodrigues dos Santos deveria ter sido mais imparcial, outros acharão que esteve muito bem. Eu cá adorei! 

 

Faltam jornalistas assim... que deixem de lado os paninhos quentes.

 

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publicado por Virginia Coutinho às 09:30
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Sexta-feira, 21 de Março de 2014

Mas ainda havia dúvidas de que a NBA é a liga mais espectacular do mundo?


Projecção inédita 3D no Quicken Loans Arena, onde jogam os Cleveland Cavaliers/8 de Março de 2014

publicado por Alexandre Guerra às 10:35
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Quinta-feira, 20 de Março de 2014

[Word of Mouth] Angola e os novos modelos de relação com o mercado

Angola e os novos modelos de relação com o mercado:

Os desafios de um país que vive o presente

 

Por: Miguel Jerónimo

Director de Comunicação na Lift Consulting, Angola

 

As semelhanças culturais entre Portugal e Angola parecem, à primeira vista, e para quem vem de fora, muitas. A língua portuguesa, talvez a maior herança dos portugueses neste país, aproxima-nos hoje mais do que nunca e coloca-nos numa posição privilegiada face aos países francófonos e anglo-saxónicos, cujos investimentos se sucedem a um ritmo impressionante. Também partilhamos alguns costumes e tradições que, com o tempo e com as novas gerações, vão desaparecendo e dando lugar a novas expressões sociais e culturais que têm ajudado o país a construir a sua identidade. Mas não existe nada mais que nos possa fazer pensar que Angola é hoje um reflexo do Portugal dinâmico e próspero (?) dos velhos tempos. A velocidade furiosa e visível da reconstrução, física e mental, desta nação não está a ser devidamente acompanhada pelas empresas portuguesas em Angola ou multinacionais controladas pelas subsidiárias portuguesas, que insistem em seguir os mesmos modelos de relacionamento com os seus públicos que são usados em Portugal.

 

O seu actual desafio passa por perceber que modelos de relação com o mercado devem adoptar, tendo em conta o padrão invulgar de crescimento que Angola está seguir e o consequente desenvolvimento dos seus públicos, de forma a tornarem-se ainda mais competitivas?

Este movimento de mudança na forma de agir perante os diversos públicos, sejam eles clientes ou potenciais clientes, investidores, colaboradores, fornecedores, associações industriais ou media, tem sido lentamente alimentado por algumas multinacionais em Angola, a maioria gerida a partir das suas sedes ou subsidiárias dos EUA, Brasil, África do Sul ou Emirados Árabes Unidos, que se mostram mais preparadas para gerir e acompanhar a mudança. Uma consequência que resulta do crescimento que estes países viveram e vivem, em diferentes escalas.

 

 

A verdade é que melhoria da qualidade de vida da generalidade da população angolana e a emergência de uma classe média, com poder de compra, que procura um padrão de vida mais moderno e sofisticado, tem vindo a alterar os hábitos de consumo. O mercado é regulado pelo que hoje é tendência e os movimentos de compra ganham novas dinâmicas a cada mês que passa. Infiel às marcas e cada vez mais exigente, o consumidor angolano procura acima de tudo viver o presente, com o que o mercado lhe oferece. Neste sentido, é fundamental que as empresas criem estratégias de relação com este público que façam as marcas acompanhar a curva da procura. Marcas com personalidades fortes, activas, criativas e comunicativas, que ajam no contexto do mercado angolano e dos padrões de consumo do momento, estarão melhor posicionadas para enfrentar este desafio e começar a desenvolver no seu público sentimentos de confiança e estima que garantam a compra e a fidelização. Aplicar em Angola as mesmas estratégias, planos de negócio, marketing ou comunicação desenhados originalmente para o mercado português é estar um passo atrás das empresas que realmente investem no conhecimento do mercado.

 

publicado por Virginia Coutinho às 09:32
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Quarta-feira, 19 de Março de 2014

Jornalismo na Era Digital

Interessante e pertinente ideia da Guess What.

Os jornalistas continuam (e continuarão) a ser um público privilegiado com quem nos relacionamos diariamente, pelo que devemos estar atentos às formas como podemos, a todo o tempo, ser mais eficazes na comunicação com eles.

publicado por Rodrigo Saraiva às 14:17
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Os "golden visas" vistos pela BBC News

Se há coisa que não se pode dizer em matéria de comunicação governamental é a de que a medida para a atribuição de "golden visas" tenha tido pouca cobertura mediática em Portugal. No entanto, faltava-lhe ainda o reconhecimento internacional. Ora aí está, a BBC News publicou há horas uma reportagem sobre esta medida. 

publicado por Alexandre Guerra às 10:07
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