Com a chegada do bom tempo e depois de quase 11 meses de ausência chegou a hora de voltar a juntar os profissionais da comunicação (consultores, assessores, jornalistas, marketeiros, publicitários, entre outros relacionados) num momento informal de convívio e network.
É isso mesmo, vamos a mais um PR After Work.
Directos ao assunto: é bloquear as agendas para dia 23 de Maio, quinta-feira.
O horário, é o habitual. Das 18h30 até as horas que vos aprouver.
O local … numa das melhores vistas de Lisboa e com possibilidade de se ficar a degustar um bom sushi prolongando o horário do convívio.
Lá vos aguardo …

Em ano de eleições autárquicas o Imagens de Campanha está de volta, blogue através da qual se tem uma perspectiva muito interessante de uma vertente particular da comunicação política: todo o suporte gráfico das campanhas partidárias, sejam cartazes, folhetos, outdoors, materiais digitais, entre outros.
O Imagens de Campanha, lançado pelo Rodrigo Saraiva em 2009, e ao qual se juntou João Gomes de Almeida e Nuno Gouveia, terá esta época o reforço de Carlos Furtado.
Ontem tive a felicidade de assistir a uma TIP Talk, conferência organizada pela Marketeer.
Embora qualquer formato fique sempre dependente do(s) orador(es), este é daqueles que ajuda a bons momentos de partilha. E a juntar a este modelo, a escolha de um espaço agradável e um orador e um moderador/entrevistador que estavam descontraídos e cumpriram muito bem o seu papel. Ou seja, o resultado final foi sucesso.
Já aqui referi várias vezes neste poleiro que a Rádio é o media que mais gosto, o mais apaixonante, e também aqui expressei a minha opinião sobre o Pedro Ribeiro, pelo que foi com especial agrado que assisti, com especial atenção, a esta TIP Talk.
A certa altura anotei duas perguntas que queria colocar ao Pedro. Dois assuntos que abordei neste post. A primeira sobre a importância dos anunciantes / marcas neste crescimento da Comercial e a fórmula por eles pensada para envolver e respeitar as marcas. A segunda era mais para obter a confirmação da minha ideia, aqui expressa, de que o Pedro teria o desejo secreto de ter o Governo Sombra na Comercial.
Acabei por não colocar ou partilhar estas questões. Não por falta de vergonha, mas simplesmente porque a TIP Talk fluiu de uma forma frontal e aberta que o Pedro acabou por abordar estes temas e lá ficou claro para todos que se ele pudesse teria ido buscar o Governo Sombra, bem como o respeito que tem pelas marcas.
Para concluir, os Parabéns à Marketeer por mais esta organização e o obrigado pela oportunidade de ter estado a ouvir o homem da rádio.

Estão com saudades? Vamos a isto?
Em Portugal existem alguns (poucos) actores políticos que se destacam pela sua capacidade comunicacional. Goste-se ou não das suas opções políticas, concorde-se ou não com os seus alinhamentos ideológicos, é legítimo reconhecer que Pedro Santana Lopes é um dos políticos que domina a arte de comunicar.
São conhecidos os seus dotes oratórios, a sua capacidade combativa e a forma como nunca, com os custos inerentes, se inibiu de dar a sua opinião, mesmo em momentos que supostamente não faria sentido puxar por determinado tema.
E mais uma vez assim é. Chega hoje às livrarias o seu mais recente livro, “Pecado Original: O Choque Constitucional entre Belém e São Bento”. Um trabalho que iniciou há dois anos e “pretende compreender o sistema de Governo português, tradicionalmente definido como semipresidencialista, com particularidades únicas, quando comparado com os restantes casos europeus. Depois de 37 anos de vigência da Constituição, é tempo de questionar os impasses que este sistema misto origina. Afinal, o Presidente da República e o Primeiro-Ministro têm sensivelmente os mesmos poderes constitucionais desde 1982, ou seja, há mais de 30 anos”.
É um livro que propõe a clarificação do sistema político português, porque “enquanto nada for feito, o equívoco constitucional continuará a ser gerado por este braço de ferro, certamente com períodos de maior acalmia. Mas, pela história destas mais de três décadas de sistema constitucional, em Portugal, o mais certo é a instabilidade permanente, real ou potencial”.
Esta terça-feira, na Fundação Arpad Szense-Vieira da Silva, às 18h30, haverá um debate de apresentação do livro com a presença de Pedro Santana Lopes, do Professor Manuel Braga da Cruz, ex-reitor da Universidade Católica, e da jornalista do Expresso, Luísa Meireles.
Se Pedro Santana Lopes é reconhecido como um tribuno de excelência, recordo diversos discursos seus em congressos do PSD, não se pode deixar de o reconhecer como um Comunicador nato fora dos palcos de um congresso. Seja na rua em campanha, seja num estúdio de televisão a comentar, seja a postar no seu blog ou numa crónica num jornal, seja, cá está, através de um livro.

Gosto quando leio um artigo/post e chego ao fim a pensar "é mesmo isto!". Foi o que aconteceu ao ler este "Three Ways a PR Firm Can Help You". Recomendo a leitura. E recomendo a partilha, aos profissionais do sector mas também (e em especial) com quem está em funções de gestão de entidades, sejam estas de que âmbito forem, porque como aqui disse: tudo e todos precisam de trabalhar a comunicação.

Com o título do post acho que está tudo dito. Esta campanha é simplesmente genial. Num tempo em que as pessoas gostam de autofagia, uma excelente campanha para que as mulheres sejam mais auto confiantes. E ainda dou mais valor por saber que está um português na génese criativa.
The Dark Side of The Moon (1973)
A iconografia é uma forma elevada de comunicação, onde a arte materializada numa imagem é o meio escolhido para passar uma determinada mensagem. Pode ser num quadro, num poster, num cartaz, numa fotografia, até mesmo num rótulo de uma garrafa ou numa embalagem de bolachas. Tudo depende da mensagem e do designer gráfico que a concretize artisticamente.
Algumas das imagens mais emblemáticas e sofisticadas podem ser encontradas em capas de álbuns de música. Basta recordar o Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band dos Beatles, o The Velvet Underground & Nico dos Velvet Underground, o Sticky Fingers dos Rolling Stones, ou o Born to Run de Bruce Springsteen
Mas, nenhuma imagem será tão icónica como a célebre capa do Dark Side of The Moon dos Pink Floyd. A imagem de fundo negro com um prisma a reflectir um feixe de cores foi criada pelo designer gráfico britânico Storm Thorgerson, que esta Quinta-feira morreu aos 69 anos.
Em comunicado, os Pink Floyd lamentaram a perda de um "amigo", "colaborador" e "génio gráfico" da banda.
Thorgerson, que em 1960 fundou a Hipgnosis, foi o principal responsável pelas famosas capas dos álbuns dos Pink Floyd (e também de outras bandas como Led Zeppelin, Muse ou do músico Peter Gabriel). Além do The Dark Side of The Moon, outros álbuns tiveram capas míticas, como o Atom Mother Heart, o Wish You Were Here ou a espectacular imagem do The Animals com o famoso porco voador.
Numa entrevista à BBC, em 2009, Thorgerson explicou o conceito simples que esteve por detrás da capa do The Dark Side of The Moon:"It's a nice but simple idea. Refracting light through a prism is a common feature in nature, as in a rainbow. I would like to claim it, but unfortunately it's not mine!"
Quando há genialidade, a simplicidade basta para se fazer uma obra de arte e um transcendente momento de comunicação.
Atom Heart Mother (1970)
Animals (1975)

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