Depois de ter estado, enquanto oradora, no auditório do ISCA da Universidade de Aveiro, no passado dia 9, na quarta conferência do ciclo “Fora de Portas” dedicada ao tema “Redes Sociais - uma oportunidade para as PME's”, organizada pelo ISCTE-IUL, a Virgínia, uma das autoras deste poleiro, volta esta Quinta-feira a partilhar os seus conhecimentos sobre a Web 2.0.
Mas, desta vez, numa iniciativa organizada pelo Facebuzz Group (uma plataforma de Conhecimento e Networking dentro do Facebook) e promovida pela Faculdade de Ciências da Economia e da Empresa da Universidade Lusíada do Porto.
O PiaR deixa aqui a sugestão a quem esteja pelas bandas do Porto e tenha interesse nestas matérias para ir assistir a esta "Facebuzz Session".
É no Auditório M3 da Lusíada do Porto, esta Quinta (17), às 17h00. A entrada é livre.
(Artigo de Virgínia Coutinho, originalmente publicado no Mktonline.)
A China tem-se afirmado, nas últimas décadas, como uma potência e um dos motores fundamentais da economia global.
Desde as reformas económicas dos finais da década de 70 que o crescimento do país tem sido alucinante. Com um crescimento médio anual de 9,9%, entre 1978 e 2011, que se prevê que passe para 8,6% no período de 2011 a 2015, a China está entre os países com maior e mais rápido crescimento do mundo. O seu PIB representa hoje 13,61% do PIB mundial e a sua população, superior a 1,3 mil milhões de habitantes, corresponde a cerca de 20% da população mundial.
O ano de 1978 foi ainda importante para o empreendedorismo chinês. As reformas económicas de então impulsionaram o empreedendorismo e, hoje, a China tem um dos ambientes empresariais mais competitivos, o que se tem refletido na sua capacidade de inovação.
É habitual ouvir-se que “a Índia pensa e a China produz”, no entanto, os dados contrariam essa afirmação. Na verdade, a China, cujo investimento em inovação ultrapassa o investimento total da Europa, foi o país que registou, em 2010, o maior número de patentes, muitas das quais na área da tecnologia e do digital. Mais do que uma mera máquina produtora, esta potência tem demonstrado que sabe investir em conhecimento e que a sua posição económica não será temporária!
Estima-se que, em 2045, a China, o maior detentor da dívida norte-americana, seja a maior economia mundial, substituindo os Estados Unidos.
Na mesma semana, as duas principais revistas dos Estados Unidos brindaram os seus eleitores com capas que já ganharam o estatuto de polémicas.
A esquerda nostálgica, agarrada a tempos e realidades desajustadas, atirou-se ao Pingo Doce não pela promoção em si, mas por a ter feito no 1 de Maio, Dia do Trabalhador.
Hoje, 4 de Maio, comemora-se o Star Wars Day. E com este o Pingo Doce não se meteu. Assim se vê a força da Força. E que ela esteja convosco.

Quando na Política estão em causa os mais elevados interesses de uma nação como a França, também a comunicação se eleva para patamares estratosféricos. Sobre a preparação do debate desta Quarta-feira à noite, entre François Hollande e Nicolas Sarkozy, para a derradeira volta das presidenciais francesas, é interessante ler a notícia acima da Isabel Arriaga e Cunha, correspondente do Público em Bruxelas.
Retirado daqui: http://www.facebook.com/HugoMeloGomes
Terá lugar no próximo dia 6 de Junho a 3ª edição do Verge, evento da área do Marketing Digital, organizado pela Ogilvy.
Com o tema "É tempo para fazer", este evento contará com a presença de alguns reconhecidos nomes na área, como é o caso de Jiri Voves, Partner Socialbakers - “Understand your Social Media Performance and Maximize your Social Media ROI”; Robert John Davis, Executive Director, Advanced Video Practice, OgilvyOne New York - "Viral is a Dirty Word"; John Bell, responsável global Social@Ogilvy - “Socialize the Enterprise”; Pete Blackshaw, Global Head of Digital & Social Media da Nestlé e Nuno Santos, Head of Mobile da Ogilvy Paris.
O evento será realizado na AESE - Escola de Direcção e Negócios e os bilhetes têm o custo de 450 euros (com desconto de 20% para associados).
Poderão ter acesso a todas as informações sobre o evento aqui.
Sem dúvida, um evento recomendado para todos os que se queiram manter a par das novas tendências de comunicação!
Não deixa de ser estranho que as empresas nacionais TMN e Optimus, que tanto alarido têm feito com a recém chegada 4G, e que se assumem como referências internacionais no desenvolvimento das tecnologias móveis, não tenham uma palavra a dizer no processo de implementação daquela rede de quarta geração em Angola, país com o qual deveriam (e tinham obrigação) ter particularidades afinidades.
Ao ler-se este artigo da BBC News percebe-se que quem anda no terreno são os chineses da ZTE que, em parceria com a local Movicel, estão envolvidos num negócio de muitos milhões que também implica fornecimento de "know how" e equipamento.
Não julgue o leitor que este poleiro foi invadido por um qualquer ímpeto neocolonialista. A verdade é que é sempre interessante ver marcas nacionais, que foram criadas à sombra do Estado e durante anos gozaram de uma posição monopolista, como é o caso da PT (depois TMN), a auto vangloriarem-se da sua pseudo "grandeza" e contributo à sociedade, no entanto, depois não revelam capacidades para estarem num palco óbvio de investimento e que tantos benefícios poderia trazer para Portugal.
Ou seja, o que se vê nestas marcas é que apesar dos milhões gastos nas campanhas de marketing para "venderem" a sua tecnologia aos consumidores internos, estas empresas parecem pouco habéis (ou sem capacidade) para investirem num mercado como o angolano, naquilo que seriam estratégias de futuro, assentes na exportação de recursos tecnológicos e humanos, que tanta falta faz neste momento a Portugal.
Com a ressalva de que este poleiro pouco ou nada percebe de negócios, parece que a chegada da rede 4G a Angola poderia ser uma excelente oportunidade para empresas portuguesas (e que se dizem na vanguarda desta nova tecnologia) estarem onde os milhões fluem.
Não estando, a TMN e a Optimus lá vão gastando os seus milhões em anúncios muito giros para anunciar aos portugueses as maravilhas da 4G.
E já agora, também a Vodafone Portugal, que embora tendo características diferentes das duas empresas acima mencionadas, não seria uma excelente plataforma de investimento para Angola? Para uma empresa consolidada em Portugal que se diz pioneira na 4G, e ainda por cima com uma capacidade de investimento que se presume considerável, não seria expectável que ficasse entusiasmada com o mercado angolano?
PS: Se alguma destas empresas estiver envolvida na implementação da rede 4G em Angola, o PiaR terá todo o gosto em comunicar tal facto.
Agora, depois de o ter visto, o autor deste poleiro percebe porque é que o All The King’s Men (1949) é um daqueles filmes obrigatórios para quem trabalha em comunicação política.
Vencedor de três óscares da Academia, incluindo Melhor Filme, e baseado na obra homónima de Robert Penn Warren, de 1946, laureada com o Pulitzer no ano seguinte, All The King’s Men conta a história da ascensão política de Willie Stark nos anos 30 num Estado pobre dos Estados Unidos que, com a sua base de apoio assente nos “hicks” (provincianos, labregos), conquista o poder e o vai mantendo a todo o custo. Porque, a verdade é que a “política é um jogo sujo”, mesmo que esteja ao serviço do “Bem”.
A seu lado, Willie Stark tem Jack Burden, um antigo jornalista, que, acreditando no homem e no político, passa para o “outro lado” e se torna no seu assessor mais próximo.
O filme começa precisamente com Jack Burden, ainda repórter político do “Chronicle”, a ser chamado ao gabinete do seu editor. Este pergunta-lhe se já ouviu falar num tal de Willie Stark. Ao que Burden responde não.
É então que o editor lhe diz que se trata de um político de Kanoma City, uma capital de comarca “típica, quente, poeirenta e remota”, que se vai candidatar a um cargo público no “county council”.
E perante esta informação aparentemente algo inócua e sem interesse jornalístico, Stark pergunta: “E o que tem isso de especial?”
“Dizem que é um homem honesto”, responde o editor.
Temos visto muitos casos de CVs originais, mas menos frequentemente se fala de anúncios igualmente criativos.
Aqui fica o exemplo de um, assinado por Pedo Pires, da Ivity.
Disclaimer: este post contem linguagem "nortenha".
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